07/02/2008

Pesquisa com turistas no Rio de Janeiro

Uma Grande Roda Gigante por Daniel Benevides O ex-blog do Cesar Maia trouxe hoje uma pesquisa feita pela UniverCidade com 800 turistas estrangeiros. Veja a matéria do ex-blog:

PESQUISA FEITA PELA FACULDADE DA CIDADE -ESCOLA DE TURISMO- DURANTE O CARNAVAL, COM 800 TURISTAS ESTRANGEIROS NA ZONA SUL DO RIO!

1) Pontos Positivos da Cidade: 45% eventos gratuitos nas ruas / 25% segurança nas áreas turísticas / 20% qualidade nas prestações de serviços / 6% gastronomia / 4% limpeza da cidade.

2) Pontos Negativos da Cidade: 45% condições climáticas (chuvas) / 20% preço dos ingressos no sambódromo / 15% preço dos hotéis / 10% mendicância / 5% informações turísticas / 3% sinalização turística / 2% táxis.

3) Pontos visitados: Pão de Açúcar 40% / Corcovado 20% / Cidade do Samba 14% / Roda Gigante de Copacabana 8%.

4) 70% foram ao Sambódromo. Avaliação do Desfile das Escolas de Samba: 75% excelente / 15% muito bom / 7% bom / 3% ruim.

Bem, os turistas gostaram do carnaval de rua do Rio de Janeiro(45%), mostrando que a cidade está certa em fomentar os blocos. Os 25% de segurança são um tapa na cara de quem diz que o Rio de Janeiro não sediará as olimpíadas de 2016 por não oferecer proteção aos turistas.

Quanto aos pontos negativos, salvo O Globo diga o contrário, não tem muito como resolver o problema de chover, o preço dos ingresso vem dos cambistas que é um problema mundial (vide o que a FIFA tenta fazer todos os anos para coibir os cambistas mas não conseguindo).

O interessante da pesquisa é que o 3o ponto mais visitado da cidade, 14% dos turistas, foi construído recentemente pela Prefeitura do Rio, a Cidade do Samba, e olha que tem um bando de gente que diz que o Rio não precisa de mais pontos turísticos. E será que a Skol vai manter a Roda Gigante? Foi 4o ponto mais visitado…

Foto: Uma Grande Roda Gigante por Daniel Benevides.

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Cesar Maia, Turismo
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06/02/2008

Saldo do Carnaval de Rua do Rio de Janeiro em 2008

Boitatá por Sucupira De acordo com o ex-blog do prefeito Cesar Maia houve um aumento de mais de 15% nas autorizações em que a Prefeitura do Rio deu para blocos e bandas se comparado com o carnaval de 2007:

POVO VOLTA AS RUAS  DO RIO- CAPITAL, PARA O CARNAVAL!

O número de portarias da CET-RIO autorizando blocos e bandas em 2008 foi o seguinte: 199 para blocos e 125 para bandas, num total de 324. Em 2007 foram 281. Com isso o aumento foi de mais de 15%.

Apesar do que alguns dizem, que o carnaval carioca virou coisa para turistas, o incrível crescimento dos blocos mostra o quanto estas pessoas estão erradas. O carnaval do Rio de Janeiro, é claro, tem muita coisa para turista, os próprios blocos que, como já disse, apenas os 500 mil do Bola Preta já seriam o evento do ano de muita cidade.

Mas não seriam 500 mil turistas, e sim muito carioca que acordou cedo e foi, sem contar aqueles outros espalhados pela cidade, na Tijuca, Vila Isabel e por aí vai. E como vem dizendo o André aqui, há poucos registros de violência, além dos pequenos furtos e das brigas causadas pelos pitboys.

Por isso fica a pergunta, em 2009 vão querer ir para Salvador gastar uma pequena fortuna em abadás, ou ficar no nosso carnaval democrático?

E fica a questão levantada no Rio Temporada, qual o limite para o patrocínio dos blocos? Eu sou altamente favorável, até porque com o crescimento que os blocos vem tendo, a necessidade de melhores equipamentos e consequente aumento dos gastos pode acabar não conseguindo ser apenas bancado pelos sócios dos blocos. Mas que não cheguemos a ser como Salvador com suas cordas separando as pessoas.

Foto do Flickr de Jorge Sucupira.

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Bloco de rua do Rio de Janeiro, Carnaval
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31/01/2008

Dicas para o Carnaval 2008 do Rio de Janeiro

Ou Assim por Mantelli Bem, um amigo insistiu, disse que era complicado achar tudo aqui no blog. Pois aqui vão os links para quem quer acompanhar o carnaval carioca de 2008.

Blocos de Rua do Carnaval 2008, separado por dia (lista atualizada).

Blocos de Rua cariocas, separado por região (atualizado).

Sambas Enredo das Escolas do Grupo Especial 2008 (para escutar).

Sambas Enredo das Escolas do Grupo A 2008 (para escutar).

Ordem do Desfile das Escolas de Samba do Grupo Especial.

Guia Abre-Alas.

Bailes de Carnaval gratuitos (Rio Temporada).

Horário de funcionamento do Metrô-Rio (Rio Temporada).

Previsão de tempo para o carnaval (Rio Temporada).

Carnaval em lugares tranquilos (Simplescidade).

Outra dica que fica é o álbum de Fotos do Mantelli: É o Carnaval, as fotos estão belíssimas, de onde tirei além da foto que ilustra este post e a que ilustra o post sobre ale-alas. São ângulos maravilhosos!

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Carnaval, Dica
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27/01/2008

E começou o carnaval

Bloco Gigantes da Lira por Irene Pinheiro Para tudo, entramos na semana de carnaval… A pergunta agora mais feita na cidade será: "Vai ficar no Rio?", seguida por "Vai pra onde no Carnaval?", mais distante "Qual bloco você vai?", e "Vai desfilar em alguma escola?". A cidade respira o carnaval e assim as pessoas já dizem: "Ah, agora não dá, deixa pra depois do carnaval".

Nossa cidade tem a melhor festa do mundo e para todos os gostos! Não quer gastar nada, tem os blocos. É gringo, tem as casas de show e, de certa forma, as escolas de samba (eles aguentam no máximo 3 escolas). É de família tradicional? Tem aqueles bailes antigos! Se é solteiro ou solteira é uma maravilha! Para os gays são quase 4 dias de Orgulho Gay, e nem precisam procurar muito e nem pensar no preconceito (convenhamos, já imaginou o carnaval carioca sem eles? Não existiria!).

Para que viajar? Ficar sem água e no engarrafamento na Região dos Lagos? Na chuva da Costa Verde? Ir para Salvador? Fazer o que lá, pagar abadá? Fica na Banda de Ipanema que é muito mais tradicional!

Mas, óbvio, há quem não goste do carnaval do Rio, como o Gustavo do Eclipse, que faz um post bem ranzinza sobre os blocos e as notas dos desfiles (mas até que tem razão sobre as notas):

as notas dadas para escolas de samba têm tanta objetividade quanto aquelas dadas para Saltos Ornamentais. Se até hoje para mim é um mistério porque um salto leva nota 8,7 e o outro leva 8,5 (e a nota é dada em segundos, veja bem), também escapa à minha compreensão porque diabos “Harmonia” é avaliado com 9,8 e não 9,9 – ou 10. E como avaliar o samba-enredo? Sim, eu sei, você avalia o samba em “bom samba” ou samba chato”. Mas dar 6,7 para um e 7,2 para outro, sinceramente, não saberia como fazer. É só transferir, por exemplo, para “Músicas dos Rolling Stones “. Vejamos: dou 10 para “Shine a Light” (uma das minhas favoritas) mas 8,6 para “Live with me” e 5,5 para “2000 light years from home”. “Satisfaction”? Ganha o Estandarte de Ouro porque encanta as arquibancadas, mas eu tiro 0,8 pontos porque o riff é muito repetido.

O Simplescidade também está dando umas boas dicas para quem quer viajar para lugares tranquilos (particularmente não acho tranquilo pegar engarrafamentos para sair da cidade).

É isso aí bom carnaval!

Foto que ilustra este post retirada do Flickr de Irene Pinheiro

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Carnaval
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07/01/2008

A reinvenção da Lapa

Artigo retirado da Folha de São Paulo, 6 de Janeiro de 2008

Definida como uma "Babel ao contrário", bairro boêmio do Rio é embalado por boa música e atrações para todos os gostos, preços e gentes
Há pouco mais de dez anos, se alguém resolvesse fazer um passeio turístico pela Lapa carioca, seria como ir ao Père-Lachaise, o famoso cemitério de Paris: existe muita gente bacana lá, mas todos mortos.

Após cinco décadas de um ocaso que piscou para as trevas, refez-se a luz no bairro, graças a uma combinação de boa música, bons cariocas e nenhuma interferência marqueteira de instâncias governamentais.

Hoje, paulistas, mineiros, potiguares, franceses, japoneses, esquimós e cariocas -sim, muitos cariocas- lotam todas as noites as ruas, casas de samba e os bares da área mais mítica do centro do Rio.

"A Lapa é uma Torre de Babel ao contrário. Apesar das diferenças, todo mundo se entende. Quem vem aqui é o inteligente de cada classe: o rico que sabe das coisas e gosta de boa música, o pobre que faz a cabeça do pessoal em Belford Roxo [Baixada Fluminense]… A inteligência está aqui", afirma Perfeito Fortuna, responsável (se é que a palavra se aplica à sua incrível agitação) pela Fundição Progresso.

Fortuna é dos tempos do Père-Lachaise. No início dos anos 80, quando ele, sem fazer jus ao sobrenome, levantou a lona do Circo Voador sob os Arcos da Lapa -nos arredores só passava trem-fantasma. Pois o Circo virou o quartel-general do renascido rock brasileiro, a chapa da Lapa voltou a ficar quente, mas… a moda passou na virada para os 90 e a juventude se foi com ela.

Os comerciantes e abnegados interessados na região tiveram que pôr mãos à obra para que o bairro não caísse -literalmente, pois o estado dos sobrados era periclitante. Surgiu até, em 1996, uma Associação dos Comerciantes do Centro do Rio Antigo, que conseguiu umas parcerias com a prefeitura no fim da década passada e vem tentando pôr um pouco de ordem no caos.

"A Lapa é o nosso Pelourinho, mas com muito mais diversidade cultural. Convivem em harmonia estudantes, travestis, empresários, prostitutas. A gente só precisa melhorar trânsito e segurança", diz Plínio Fróes, presidente da associação e dono do Rio Scenarium, enorme misto de antiquário e casa de shows, pára-raio de turistas estrangeiros.

O último levantamento feito (pelo Data-UFF) na Lapa e nos arredores, em 2004, indicava 116 estabelecimentos dos segmentos musical, teatral, gastronômico e afins, atraindo 110 mil pessoas por semana, como registra o antropólogo Micael Herschmann no livro "Lapa -Cidade da Música". Mas são números sabidamente ultrapassados.

O Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) informa que 39 empresas foram abertas na região nos últimos dois anos. E basta uma caminhada numa noite de sexta ou sábado para sentir na pele e nos ouvidos a profusão de boêmios e diletantes de várias idades e procedências.

"A Lapa é sempre uma surpresa, e quem chega é convidado a participar. Eu estava há duas semanas no Canadá, a -10ºC, e vim direto para cá. É um lugar de intensidade, onde se encontra de A a Z", exaltava, em madrugada recente, numa mesa do Nova Capela, a coreógrafa Deborah Colker.

No quadro que acompanha esta reportagem, o leitor pode tentar descobrir o(s) lugar(es) que combina(m) mais com seu estilo. Mas é bom saber de uma coisa: assim como os rios correm para o mar, os boêmios da Lapa desembocam no Capela.

A comida encareceu, fumar no recinto está proibido, mas, ainda assim, por atavismo ou inércia, é o tradicional restaurante -que se chama "Nova" porque existia o Capela diante do antigo largo da Lapa-, o palco principal das madrugadas, comandado por Manoel (22 anos de casa), Cícero (18) e outros garçons que sabem mais da sua vida do que você mesmo -porque eles se lembram do que você fez.

Na noite em que Colker se recuperava do frio canadense, o ministro dos Esportes, Orlando Silva Jr, tomava uísque em outra mesa. "Isso aqui é um clássico, com essa mistura de gentes diferentes", opinou.

Duas semanas antes, Mart’Nália e Luiz Melodia dividiam uma mesa grande e animada. E isto sem falar nos personagens habituais, como Cavalo, Chico da Curimba, Alfredo, Marechal, Mariozinho Lago e o gaúcho Sérgio Silveira, que há 38 anos tira fotos dos fregueses que o chamam (R$ 15 cada uma, em máquina polaróide).

Se for para resumir em uma palavra o que impulsionou o renascimento da Lapa nos últimos dez anos, ela é "samba". Tudo começou com um pagode sob os Arcos, feito por Marquinhos de Oswaldo Cruz, Ivan Milanez e poucos outros. Em seguida, o Semente, ali do lado, lançou Teresa Cristina e espalhou seu formato para outros endereços da avenida Mem de Sá, a principal do bairro.

Do lado da rua do Lavradio, o produtor Lefê Almeida inventou uma roda de samba num antiquário, o Empório 100, e criou um outro formato. Os dois foram se disseminando, e daí surgiram casas como o Carioca da Gema, o Sacrilégio e, mais recentemente, o Estrela da Lapa e o Bar da Ladeira.

Foram surgindo, ainda, os bares sem música ao vivo: Belmonte, Informal, Taberna do Juca, Brazooka, convivendo com históricos como o Bar Brasil e cultuados como o Arco-íris, que reunia os hippies em torno de cerveja barata.

"Isso aqui ficou cult demais. Agora as pessoas vêm aqui para ser vistas. O pessoal alternativo mesmo foi se escondendo e só usa o Arco-íris como ponto de encontro. Vamos para o Plano B, que tem música atonal, rock alternativo de verdade", pregava a artista plástica Jucilane Pires, antes de ensinar ao repórter como chegar ao Plano B.

No início de uma ladeira, é uma casa com LPs decorando a fachada, um informe de que ali se fazem tatuagens e, dentro, grafites, artes gráficas, tudo bem alternativo.

E não é preciso andar muito pela rua do Riachuelo para se chegar ao, digamos, "Plano A". É o Lapa 40º, casa de três andares e números maiúsculos aberta em 8 de novembro para atrair jogadores amadores de sinuca -são 26 mesas, o maior conjunto do país- e fregueses com mais dinheiro. Eles têm à disposição uma gafieira com shows diários e música ambiente bastante alta.

"Têm vindo deputados, vereadores, juízes, desembargadores, além de muita garotada", orgulha-se da freqüência Sérgio Machado, 32, um dos quatro sócios, certo do retorno do investimento de R$ 1,5 milhão.

"Lugar de sinuca, tradicionalmente, é lixão, só com gente feia, horrorosa. Aqui não, tem mulher bonita. Eu sou casado, mas posso olhar, né?", disse o publicitário Alberto Andrade, 32, enquanto apontava ao repórter uma morena.

Uma área que não se encaixa no plano de marketing de Andrade fica num quadrilátero que, assim como o Brasil na definição de Tom Jobim, não é para principiantes: Travessa do Mosquera (onde um homem foi morto a facadas em outubro num assalto) -entre o início da Mem de Sá, o final da Evaristo da Veiga e a Joaquim Silva.

A área é uma farândula de atrações culturais (hip hop, blocos afro, dance etc.) que pode ser segura dentro dos estabelecimentos, mas não é tanto do lado de fora, onde se vendem várias experimentações alcoólicas -as drogas são, supostamente, combatidas por policiais estacionados em duas patrulhas. Convém, no jargão carioca, não ficar dando mole por ali, porque é o parque temático de assaltos da região.

Mas é bem ali, na ladeirinha da Evaristo da Veiga, que fica o curioso Samba Villa Hostel, albergue cujo bar com música ao vivo abre toda noite e que recebe eventuais embriagados sem rumo -por R$ 19, arruma-se uma cama para despejar o esqueleto.

Boemia se estende aos arredores e compõe um circuito paralelo

É muito difícil estabelecer as fronteiras da Lapa. Ela pode começar na rua Moraes e Vale, onde Manuel Bandeira morou, diante do Beco das Carmelitas -o seu famoso beco-, e terminar em algum ponto da rua do Riachuelo.

Mas, como todo lugar mítico, o espírito importa mais do que a matéria -a de asfalto e cimento, no caso; não a outra.

No que se refere à sua atual fase boêmia, a Lapa vem estendendo seus tentáculos para áreas do entorno. Uma delas é a praça Tiradentes, onde fica um dos endereços mais importantes do samba feito no Rio: o Centro Cultural Carioca, num sobrado onde funcionou o célebre Dancing Eldorado. Teresa Cristina e o Grupo Semente são atrações todas as quintas-feiras e há outros bons shows.

A Tiradentes ainda conta com a tradicional gafieira Estudantina, os teatros Carlos Gomes e João Caetano, e vários de seus sobrados têm passado por reformas com fins culturais. Ainda surgiram hotéis novos na área.

Outra praça, a Cinelândia, não conta com grande movimento à noite, mas se vale do teatro Rival, um dos principais palcos de música brasileira do Rio, e do cine Odeon BR, sede do Festival do Rio de cinema. Há um projeto de transformar a rua Álvaro Alvim, a do Rival, em quarteirão cultural.

O bairro que tem procurado acompanhar a Lapa de modo mais semelhante é a Gamboa, na zona portuária. O Trapiche da Gamboa, ampla casa onde se toca samba de alta qualidade, tem o perfil cultural e de público das melhores casas da Lapa.

Na mesma rua, Sacadura Cabral, abriu o Sacadura, lugar com vários ambientes, inclusive um para shows, e há planos de novas inaugurações, vislumbrando-se um pólo "off-Lapa". É o local também da sede carioca de The Week, a boate GLS paulistana que se instalou também nos ares frescos do Rio.

Na sede da Ação da Cidadania, um grande armazém, têm acontecido festas, shows e exposições, movimentando ainda mais uma região que ficou abandonada com a perda de importância do porto do Rio. Também fica na Gamboa a Cidade do Samba, sede dos barracões das principais escolas do Carnaval carioca.

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