11/11/2008

O caso dos flanelinhas: o problema é falta de segurança pública

A prefeitura foi atacada nos últimos anos pela mídia por, supostamente , permitir a desordem. O  caso dos flanelinhas que está nos jornais de hoje elucida o problema. A desordem é um problema de polícia.

 

A Prefeitura tenta ordenar o sistema de estacionamento com uma empresa e as máfias dos flanelinhas ameaçam funcionários dessa empresa.

 

Como podem funcionários municipais desarmados combaterem máfias armadas que se instalaram pelo Rio?

 

O caso é de polícia e o Governo do Estado precisa garantir um nível mínimo de segurança para que a lei possa ser cumprida por funcionários municipais desarmados.

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Rio de Janeiro

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  • Dado

    Essa é uma forma de se ver o problema, porém eu discordo, senão vejamos:
    1- A máfia não se instalou de uma hora para outra. De fato, como vários problemas do nosso cotidiano ela começou bem pequenina, com a permissividade e a omissão dos órgãos municipais, que a deixaram ganhar corpo e se avolumar até virarem caso de polícia.
    2- Não se pode fazer desse fato uma justificativa para a desordem urbana que impera no Rio. Existem vários casos em que a prefeitura poderia atuar mais fortemente e não atua. É omissa em vários aspectos.
    É sabido que os grandes crimes nascem dos pequenos delitos. As coisas começam pequenas, com pequenas transgressões, e é nesse instante que a prefeitura deveria atuar, porém, se omite. Depois como diz o ditado, chora o leite derramado.
    O texto nos faz uma pergunta: como podem funcionários municipais desarmados combaterem máfias armadas? Antecipando-se. Combatendo os pequenos delitos.

  • Jano

    Para que serve a Guarda Municipal? Por acaso ela não pode prender os agentes da desordem urbana?

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