14/04/2009

Muito além da caipirinha: um guia para gringos festeiros

Por Mel Gadelha

posto9 thumb Muito além da caipirinha: um guia para gringos festeiros Você está sentado com um grupo de amigos em um bar e daí chega um gringo, muito tímido e tentando arranhar o Português, e pergunta o que tem de bom para fazer no Rio. Como todo bom carioca, que é simpático e solidário (ou tenta ser), a dica vem logo à mente. No entanto, com ela surgem aquelas dúvidas sobre como explicar para o gringo a "boa" de cada dia da semana, em diferentes turnos… ou como melhor orientá-lo ao pegar um táxi, ir naquele point da praia ou até mesmo para ser bem atendido em um boteco. Muitos cariocas já passaram por esta situação e, caso ainda seja inédita, um dia passarão.

 

Pensando em melhor orientar os turistas estrangeiros que realmente querem curtir a Cidade Maravilhosa sem cair em nenhuma furada, foi lançado o Guia Rio For Parties (Guia Rio Para Festeiros), com um estilo bem humorado, que reflete o espírito carioca e dá dicas a turistas festeiros de locais para aproveitar o Rio de Janeiro como um "local", como dizem na gíria. O Guia oferece uma lista de locais para aproveitar antes, durante e depois da praia, como cafés, quiosques, restaurantes, atividades ao ar livre, esportes que são feitos na praia, e muitos outros.

Escrito por Cristiano Nogueira, que já teve que acudir alguns gringos em apuros durante a busca pela melhor programação, o livro está na sétima edição e é sucesso de vendas entre as publicações do setor, tendo recebido alguns dos principais prêmios, como o de melhor guia de viagens, da North American Travel Journalist Association e nota máxima dos críticos do Amazon.com.  E é o único guia, no Rio de Janeiro, traduzido em seis idiomas!

 

E as dicas, como vocês já puderam perceber, vão muito além da caipirinha e de um passeio por Copacabana. A publicação também retrata a body language dos cariocas desde os principais símbolos gestuais que usamos, como OK; traga a conta, por favor; quanto custa e mais uma cerveja.

Todas as sugestões de locais vêm acompanhadas de telefone, endereço e site, além de uma breve apresentação, para que o turista não encontre nenhuma dificuldade de acesso. Na contracapa do livro existem dezenas de cupons promocionais, que dão direito a drinks em pubs, sobremesas em restaurantes, descontos em entradas, entre outros.

 

Segundo Cristiano, a idéia foi estereotipar alguns tipos de pessoas, para que o estrangeiro não encontre dificuldade ao tentar uma aproximação e até mesmo uma investida mais casual. "Muitos amigos e amigas gostariam de conhecer melhor homens e mulheres cariocas, mas não sabiam como puxar assunto ou até mesmo identificar qual tipo era o mais adequado ao seu perfil. Hoje, com o guia, vários casais e amizades já nasceram a partir das dicas que o mesmo oferece", revela o autor do guia.

 

Quem quiser conferir, o Guia Rio For Parties está à venda por R$ 44,95, nas principais livrarias, bancas e hotéis do Rio de Janeiro e sites de compras de livros.

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Destaque, Turismo

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  • Carlos

    Conheco este Guia, sempre falo pro meus amigos estrangeiros para pegar. Agora, sabem que existe um Guia similar para CARIOCAS?? Com a programacao da cidade, artigos interessantes etc. Veja no site: http://www.vairolar.com.br

  • http://asadefada.blogspot.com/ Katu

    Olá! enfim fiz meu blog de Turismo, estou em busca de parceiros, já tenho vcs linkados a muito tempo no Asa, agora estarão no Turismo Alternativo tbm, uma ótima semana! Katu Costa, segue o end:http://turismoentretenimento.blogspot.com/

  • Bryan B

    Sempre dou de graca uma copia desse livro pros meus hospedes… me economiza 2 horas de explicações para as mil perguntas que eles sempre tem. É otimo!

  • http://riogringa.com Rio Gringa

    Na verdade eh Rio for Partiers (festeiros). Parties = festas.

    Eu, pessoalmente, uso obaoba.com.br e esse novo, vairolar.com.

  • http://baduh.wordpress.com/ Fernando

    Ora, ora, ora… Se não estou vendo aqui um balde cheio até a borda com… hipocrisia!

    Infelizmente, o comportamento e a imagem da mulher brasileira – que somente não vê quem não quer – é mais a imagem de um produto, mais especificamente de um pedaço de carne ambulante, do que qualquer outra coisa.

    Os próprios prospectos da Embratur, de tudo quanto é agência de turismo brasileira, sempre apresentaram – com o máximo destaque, em primeiro plano – mulheres em biquínis sumaríssimos como chamarizes de dólares.

    Morei cinco anos no Canadá. Vinha chinês me perguntar se no Brasil era mesmo assim… Chegou e pronto: um festival de sexo! Eu dizia, sim, inclusive para os gays, já que o Brasil foi ranqueado o “melhor país do mundo”, com uma estimativa de que um gay estrangeiro poderia arranjar um parceiro a cada 12 segundos, em média.

    Um país em que o carnaval é uma verdadeira aberração de mau gosto… querendo dar uma de ofendido… Que gracinha…

    E quanto à mulher, sexo, cama, luxúria – e por aí vai -, gosto muito, sim. Mas, entre quatro paredes, sem exibicionismos públicos – e sem este comportamento tosquíssimo que nós temos aqui.

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