07/11/2008

Eduardo Paes vai manter o sistema de ciclos

eduardo paes thumb Eduardo Paes vai manter o sistema de ciclos Depois de dizer a campanha toda que ia acabar com a aprovação automática – nome criado pela imprensa para o sistema de ciclos- Eduardo Paes apresentou sua secretária de educação Cláudia Costin.

 

Segundo ela, "o atual sistema de ciclos será mantido, mas com reforço escolar implantado desde o primeiro ano e a ênfase na qualificação dos professores."

 

Mais uma promessa descumprida de Paes.

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Categorias:
Eduardo Paes, Educação, Rio de Janeiro

Comente!

  • Ps

    Se essa informação for verdadeira isso, Paes estará me desapontando um pouco, mas no meu ponto de vista o problema não é a aprovação automatica, na verdade, eu acho q não traz muita diferença, pois o problema não é isso, e sim, a falta de interesse dos jovens de estudar. Eu sempre estudei em escola particular, meu pais sempre investiram em mim com cursos, explicadoras e etc, mas assim mesmo eu repiti duas vezes (1 a oitava e outra o primeiro ano do ensino médio) e tive que fazer supletivo. Acredito que por eu não ter tido interesse e não ter tido uma visão mais ambiciosa para o meu futuro é pq passei por esta situação. Muitos jovens estão desinteressados em estudar, preferem a praia, o futebol, o baile funk, a micareta,a rodinha de pagode, a malhação, a mulherada(essa com razão) e não sabem equilibrar isso com os estudos, eu sou um desses que não soube equilibrar isso junto com os estudos. A aprovação automatica só relaxa o jovem e o não prepara de forma correta para a vida(ou mercado de trabalho), mas também falta incentivo para que os jovens se interessem em estudar, eu mesmo ainda odeio.
    Outra coisa, vamos esperar para ver o que Eduardo Paes vai fazer, mesmo sem ele cumprir essa promessa, prefiro ele do que o Gabeira.

  • Alvaro

    Pessoas como vc só existem para me fazer rir .

    “Interesse do Jovem de estudar” .

    AHAHAHAHAHAHAHAHA .

    Gente ignorante só serve para fazer piada mesmo .

  • http://rafaeloliveira-rj.blogspot.com/ Rafael Oliveira

    Bem… Existe muitos jovens que se interessam de estudar, eu fui (e sou) um exemplo que sempre ia direto para biblioteca, ficava manha na escola, a tarde no cursinho, lia vários livros e td mais.
    Fato que eu passei realmente na UFRJ e ganhei bolsa para estudar fora.

    Mas o desinteresse de estudar não é culpa do estado.
    Mas que se for verdade e não boato sobre a despromessa de Paes. Isso será um mega absurdo e ele um grande safado.

    Sobre o baile funk, são poucos jovens da cidade do Rio de Janeiro que realmente gostam e vão para baile funk. Eu e todos meus amigos e pessoas que eu conheço pelo menos daqui da Barra odeiam funk.

    Mas o governo não tem que esperar que os jovens queiram estudar e sim criar táticas de ensino, como terminar com essa bendita aprovação automática, unir a tecnológia as escolas, capacitar professores e haver aulas extra classe durante o turno da tarde, tanto em cursos pré vestibulares como para intelecto-lazer

  • William

    Eu sabia que ele estava adorando chamar o sistema de ciclos de aprovação automática…

  • André Delacerda – Diario do Rio

    Para quem tem o lider maior do país dizendo aos quatro cantos que não é preciso estudar…pois chegou lá sem estudar…o resto é lamentar mesmo.

  • Rafael

    Sobre o baile funk, são poucos jovens da cidade do Rio de Janeiro que realmente gostam e vão para baile funk. Eu e todos meus amigos e pessoas que eu conheço pelo menos daqui da Barra odeiam funk.

    Rafael Oliveira…Realmente vc mora na barra…No seu mundinho da Barra…Pra falar uma coisa dessas..

  • Dado

    O Globo disse que vai haver reprovação com a volta do conceito I, já O Dia falou que vai continuar a aprovação automática…bom tenho 2 observações:
    1- Os melhores colégios do Rio tipo São Bento, Aplicação, CEFET, etc. tem a boa e velha metodologia: estudou, passou, não estudou, é reprovado…simples assim.
    2- Ta muito confuso o Paes…economista na secretária de educação, médica na de Cultura. E olha que ele falou que não ia lotear os cargos…imagina se fosse…

  • Carol

    É… lá vem 4 anos pela frente ¬¬

  • http://rafaeloliveira-rj.blogspot.com/ Rafael Oliveira

    A Barra nao é o meu mundinho. E conheço mt gente da zona sul e até da zona norte q odeia funk.
    Funk é coisa de São Gonçalo, Caxias e Zona Oeste. E até dos outros bairros que acabaram perdendo a identidade.

    Antes do FUNK o Rio de Janeiro era um lugar desejado por todos do mundo. SInto falta do RJ onde os homens cariocas andam de cartola e bem vestidos e as mulheres de guarda chuva, onde liamos Machado de Assis, iamos para o Teatro Municipal, para o Odeon, para o Barra Shopping, ouviamos Bossa Nova, MPB e eramos conhecidos mundialmente pelo Rock In Rio, eramos considerado a corte do Brasil até mesmo depois que a capital foi para Brasília e o resto era só provincia, os cariocas não tinha erros ortograficos (pelo menos não gritantes) e falavam todas as vogais claramente, bebiamos água de coco em copacabana, iamos para os museus das nossas cidades na sexta feira e tudo mais.

    Agora veio o FUNK e as mulheres andam nuas, as mulheres cariocas são vistas como devassas, onde lá no exterior quando a pessoa tá vulgar até ri e fala que a garota que está vulgar está como uma brasileira, lemos revistas da Mãe Loira, falamos um portugues funkeiro, cantamos “lá as cachorras” e “eu vou roubar o teu marido”, bebe cerveja de terceira categoria e vemos bêbados como mendigo jogados nos cantos das ruas da Lapa e todos só querendo saber de requebrar.

    A verdade que o FUNK fez com que os cariocas esqueçam que são. E fez perder nossa propria cultura. Reclamar da violência, mas cantar a violência, a indecência, a vulgaridade e a traição, enquanto antigamente cantavamos poesia.
    E essa é a pura verdade que não tem como negar…

    Que até mesmo depois da época de usar cartola (quando eramos a Londres das Américas), mas os cariocas sempre estavam bem arrumados, agora as mulheres estão com saia-cinto ou simplesmente nua. A nudez do samba deixou de ser arte para ocupar as esquinas da vulgaridade.

  • http://rafaeloliveira-rj.blogspot.com/ Rafael Oliveira

    O Rio de Janeiro sempre foi a cidade espelho no Brasil e tem responsabilidade de dar exemplo ao resto do país.
    Por isso o Brasil está desse jeito, pq esse é o exemplo que todos estão tendo.

    Até mesmo os cariocas esqueceram que tem o poder de protestar contra o governo e lutar pelos nossos direitos. Graças a quem…. Nem falo a quem….

    Estou cansado do governo querer que os caricoas sejam burros para poder roubar e aproveitar ao máximo…

  • http://diariodorio.com Diario do Rio

    Rafael,
    sério, vc lê o que escreve?

  • Leandro

    Rafael Oliveira,

    Não acredito nas palavras que vc escreveu. Aliás, acredito, e é por causa de pessoas que pensam como você que o nosso Rio de Janeiro passa por problemas genéricos ao resto do Brasil e outras pates do mundo.

    O funk é uma expressão cultural de uma parcela da população oprimida, que no início, carregava uma grande mensagem social, visando a demonstrar os problemas que esses indivíduos passavam. Porém, ao longo do tempo, a mercantilização característica de nossa sociedade também viria a atingir o funk, pois todos sabemos que “Sexo e drogas” vendem muito mais do que mensagens sociais. E não é só o funk. Por exemplo, o próprio Rock já passou por fases assim.

    Você proclama tanto o passado glorioso do Rio de Janeiro, mas será que realmente estava lá quando isso acontecia? Além disso, seu texto está meio anacrônico…Ir ao Barra Shopping (Inaugurado em 1981), Capital indo para Brasília (1960), Homens de cartola nas ruas (Certeza que isso era uma máxima no Rio? Se sim, me diga quando foi, porque eu não sei disso…)

    Você está simplesmente pegando a imagem caricata de um Rio boêmio, berço do samba, do carnaval, paraíso das belezas naturais e sem problemas sociais. Isso nunca existiu. O problema é que as pessoas sempre tendem a se referir ao passado como uma época melhor: “A violência era menor”, “A vida era mais tranquila”, “As pessoas eram mais felizes”. O saudosismo é uma marca do ser humano.

    O Rio sempre teve problemas, e diversos deles realmente se agravaram, mas a culpa disso não é do funk ou de quem o escuta. Afinal, se uma pessoa não recebe educação adequada, não possui uma base cultural, você quer que ela escute Chico Buarque? Acha que ela vai entender e se identificar com alguém que se refere às situações cotidianas de maneira tão culta? Não. Por isso, é normal que essa pessoa se identifique muito mais com o funk, pois ele expressa a sua forma de linguagem, expressão, a marca de sua classe social.

    Desculpe a franqueza, mas você, que faz parte da minoria carioca, tlvez a “Elite”, um alguém que pode escoher o carro que vai comprar, a viagem que vai fazer no fim do ano, a quantas boates pode ir, não tem o direito de querer julgar a situação de uma população que é maioria em nossa cidade, e que não teve nem terá as mesmas condições de vida que você. Srá que se você ao inves de ter nascido na Barra, em berço de ouro, tivesse nascido no morro do Borel, Vidigal ou Rocinha, já tendo 4 irmãos, com uma péssima condição socioeconômica, seria a mesma pessoa que é hoje, com os mesmos pensamentos? Eu acho que não. E tendo em vista seu modo de pensar, elucidado a partir de seus comentários, isso talvez nem fosse uma má idéia.

  • http://rafaeloliveira-rj.blogspot.com/ Rafael Oliveira

    E sobre o assunto a nova secretária municipal de educação confirmou que irá terminar com a aprovação automática.

  • nat

    Eu gostaria de saber aonde vcs pegaram ou ouviram essa informação, porque ela nao me parece ser verdadeira, uma vez, que foi informado que o sistema vai acabar, tanto pelo futuro prefeito, quanto pela secretaria escolhida por ele.
    Eu sei que esse site, é a favor do gabeira, mas publicar informação errada, por inclusive, ser considerado crime.

  • http://rafaeloliveira-rj.blogspot.com/ Rafael Oliveira

    Pobreza não significa falta de cultura e razão desculpavel para indescencia. Silvio Santos era camelô e hoje é um grande empresário. Claro que ele é um entre milhares. Mas é uma prova que correr atrás pode ter uma vida digna.

    E o FUNK realmente é um exterminador de cultura, porém vocês sabem muito bem do funk que eu digo, claro que não é o funk-batida-romance-eletronico, como de Edu K. Mas o funk estilo ‘Tati Quebra Barraco’ com mulheres semi-nuas e com palavriar em baixo calão e se entitulando de “cachorra”, “Piranha” e “vadias que querem roubar o marido alheio”.

    Uma mulher que se entitula desse estilo não deve estar pedindo muito respeito e eu acho que alguem que realmente mora em favela tem que se valorizar e lutar para se tornar quem sonha ao invés de mostrar o corpo como produto gratuito. Porque já não basta a sociedade que os marginalizam.

    E eu não culpei a população e sim do governo em não incentivar a essas pessoas a cantarem bossa nova, MPB, até mesmo a música eletrônica, rock anos 90 e pop anos 80.

    E não é necessário ter um bom carro para se valorizar. O meu problema com o funk é a letra de suas musicas e a forma de se vestir.

    E caro Leandro, eu citei diversos tempos e não um ano único.
    E para seu governo quem escutava Cartola, Babado Novo e outros não era a classe mais alta (pelo menos não era os únicos), mas era uma música entoada pelo povo mais pobre, no qual os cariocas se valorizavam. Fato que eram sons que ultrapassavam fronteiras.

  • http://diariodorio.com Diario do Rio

    Nat,
    o blog é a favor do Rio de Janeiro, o que me parece que ser contra o estilo de Eduardo Paes mostra coerência.

    E não, o sistema de ciclos, que uma cambada de gente que acha que ler O Globo e outros jornalecos os fazem menos analfabetos funcionais pensa ser a tal da aprovação automática, vai continuar. A nova secretária, vai apenas mudar o nome do conceito de “Recomenda-se Reforço”, ou algo similar, para “Insuficiente”, é o que os americanos chamam de “Potatoes, Potatos”.

    Recomento a leitura do texto abaixo sobre a nova secretária:

    Um prefeito amador

    Os resultados finais de um governo dependem do pontapé inicial, de sua capacidade de conhecer os melhores quadros. É pré-condição mínima para o sucesso da administração.

    Quando terminou o governo FHC, despejando os melhores quadros tucanos na praça, Aécio Neves trouxe Anastasia, Fouad Noman e Mauro Ricardo, três gestores de primeira. Geraldo Alckmin escolheu “celebridades” – como a própria Cláudia – e jogou os melhores quadros disponíveis – como Carlos Américo Pacheco, um dos expoentes das modernas políticas tecnológicas – em meros cargos simbólicos. José Serra recuperou alguns desses quadros técnicos em seu governo.

    A indicação de Cláudia Costin para a Secretaria da Educação do município do Rio de Janeiro demonstra que Eduardo Paes não sabe nada.
    É um amador.

    Qualquer pessoa minimamente antenada com os quadros públicos sabe que Cláudia tem inúmeras virtudes, mas gestão decididamente não é uma delas. Ela é uma ótima relações públicas, firmou uma boa imagem no país todo, poderia ser uma porta-voz eficiente. Mas não é executiva. Não foi no Ministério da Administração nem na Secretaria da Cultura de São Paulo – onde deixou uma herança caótica, pela incapacidade mínima de gerenciar o dia a dia e de pensar propostas inovadoras.

    Mais: não é especialista em educação. Passou a tratar do tema recentemente, quando assumiu uma função da Fundação Victor Civita ou em alguns artigos que têm escrito para jornais.
    Nem que fosse especialista em educação, Cláudia não tem a menor experiência ou intimidade com o sistema de educação da prefeitura do Rio de Janeiro.

    Se na definição do Secretariado Paes comete erros bisonhos dessa ordem, não dá para esperar nada mais do que um governo medíocre.

  • http://rafaeloliveira-rj.blogspot.com/ Rafael Oliveira

    Eduardo Paes ganhou esse é o fato… o infeliz fato…
    Agora minha ultima esperança é que ele escolha bons secretários que administram a cidade da melhor forma.

    Agora não adianta chorar…

    Eu tambem sou bem mais gabeira, mas agora o jeito é TENTAR ser otimista

  • Rafael

    Faço das palavras do Leandro,as minhas…

    E só pra mostrar pro Rafael que ele está muito enganado:

    http://www.youtube.com/watch?v=qjxrzECcOoM

    http://www.youtube.com/watch?v=19ES9m1hYMc

    http://www.youtube.com/watch?v=QJMZKPkOjhs (Mariuzinn)

    http://br.youtube.com/watch?v=Y9VxBhPqu_Y (Tão perto de você )

    http://br.youtube.com/watch?v=M2fobmHYijA

    http://br.youtube.com/watch?v=ty2_98kAex4 (Tão perto de você também )

    http://br.youtube.com/watch?v=6OLtp0WoZ90

    Queria saber se pessoas de baixa renda,entram na Barô,na Nuth…

    Se você não conhece,é melhor se calar…Pq o funk está em qualquer lugar(Seja qual for o nível social)…Em todos os cantos…E não tem como esconder,Rafael.

    Acho que virão muitos protestos contra o Paes por ai…Se ele vai manter esse “atraso” na nossa educação…Com certeza virão…É só esperar….

  • Leandro

    Caro Rafael, eu também não gosto desse funk atual que se prolifera no RJ. Não gosto da sonoridade e muito menos das letras. Só acho que é um movimento de expressão cultural legítimo, que tinha um sentido no início, e que se banalizou e perdeu o sentido social ao longo do tempo, transformando-se num produto comercial. E como é fato, sexo vende muito mais do que poesia. O próprio Hip-hop americano passou por um processo muito semelhante, com a diferença que seus cantores se tornaram “astros”, e os brasileiros do funk, não.

    Não acho que o blog seja pró-Gabeira, mas sim pró-RJ. A eleição de alguém como o Eduardo Paes, um político sujo, que troca de partido e alianças como quem troca de roupa; que critica ferozmente o Lula num dia, e noutro vem pedir votos. Essa sim, é anti-RJ.

  • Rafael

    Acredito que pelo menos você respeite e reconheça que ele já chegou em todos os lugares da sociedade…Fato que o Rafael Oliveira não reconhece,ou evita enxergar…Eu gosto de funk ( Seja o antigo ou o velho) Acho um rítmo bom para dançar e animado.Pra falar a verdade curto quase todos os rítmos,sim,sou eclético com relação a música…Mas peraí,o post não é sobre funk ou gosto musical….HAHAHAHA…Desviamos muito do assunto…Prometo que sobre esse ele,aqui,não falo mais!

  • Rafael

    Abstraiam aquele – Esse -

  • http://rafaeloliveira-rj.blogspot.com/ Rafael Oliveira

    Em nenhum momento eu critiquei o funk antigo. AO contrario, lembra até a música eletrônica, e eu deixei isso bem claro no meu ultimo comentário.

    Eu sou contra a esses funks devassos, tipo Tati QUebra Barraco que está cada vez se alastrando pelo Rio de Janeiro e que antes era tocado só em Caxias e SG.

    E o funk estilo Edu K, Dj Malboro e outros são cantados realmente no RJ e muitas vezes escutado até lá fora (Fato que uma música do Edu K está no comercial da Sony nos EUA). Até aqui na Barra, no Café Etilico e no Baronetti escutamos e eu apoio fortemente, porque é um rítimo que realmente é carioca. Na minha época de escola, eu até gostava de escutar em festas, principalmente no proprio Baronetti. Mesmo não gostando de escutar em casa, mas respeitava quem gostava e escutava a música respeitando os vizinhos.

    Mas ‘Mãe Loira’, ‘Tati Quebra cultura’, ‘Piririm alguem ligou pra mim’, “vou atolar em você” que é demais para eu aceitar…
    Músicas que incitam drogas, sexo e traição.

    Ou você Rafael acha que “Eu vou roubar o teu marido” e “me chama de cachorra” e “meu nome é galinha” é poético? Vou melhorar a pergunta….
    Você acha que incentivar esse tipo de funk contribiu para a cultura do individuo?

  • http://rafaeloliveira-rj.blogspot.com/ Rafael Oliveira

    Eu queria saber que desde quando no Baronetti só entra quem tem dinheiro….. Você que precisa pesquisar mais sobre o assunto, porque realmente muita gente de bom status entra no Baronetti, mas eu também já vi muita gente da baixada lá. Ao contrario eu vejo mais gente da zona norte que da propria região da Barra e Centro. Pelo menos na época em que eu fui.

    E sobre protestos contra o Paes eu com certeza espero que tenha muitos…. Não porque eu sou pró-gabeira, mas porque eu sou anti-corrupção e anti-bandido, que pelo que eu conheço este blog, estão indo pela mesma opção que eu.

  • http://rafaeloliveira-rj.blogspot.com/ Rafael Oliveira

    E antes que alguem diga alguma coisa.
    Quando eu digo sobre falta de cultura, eu não culpo a pessoa por ser assim, mas por quem deixa tal promuscuidade e um governo que autoriza tais bailes. Eu jamais vou aceitar uma mulher que diz se sentir rebaixada em seus direitos e a margem, cantar que quer um homem atole nela.

    E antes que alguem diga tanto faz cantar essa música, como ‘My Neck, My back’ e ‘Don’t Wanna Short Dick Man’. Não é porque é inglês é chic…

  • Leandro

    Ops…Quando eu falei “Caro Rafael, eu não gosto…” eu me referia ao Rafael Oliveira, e não ao Rafael (ê confusão!)
    Concordo plenamente com você Rafael, o ritmo já chegou a todas as classes da sociedade, pois realmente, é animado e estimula as pessoas a dançarem e a se divertir. Sei que você disse que não falaria mais sobre esse assunto aqui, mas só estou postando isso pra esclarecer nosso diálogo.

    Rafael Oliveira, você insiste com essa história de que o funk ‘estilo Tati Quebra Barraco’ SÓ tocava em Caxias e São Gonçalo. Cuidado com o seu determinismo. Ela é do RJ, mais especificamente da Cidade de Deus. Logo, não começou a tocar em Caxias. E os outros expoentes do gênero, também são, em sua grande maioria, originários das favelas do próprio RJ, e não dos municípios do entorno.

    O governo não pode proibir os bailes. Isso seria um absurdo. O govern ode Eduardo Paes, deve, entre outras coisas, coagir o tráfico de drogas que acontece livremente neles. Mas não a música. Ela não pode ser proibida. A não ser que faça alguma apologia, como os malfadados ‘proibidões’.
    Não podemos confundir coerção do Estado com políticas sociais. A liberdade deve existir para que se façam quaisquer movimentos culturais, incluindo o funk.
    O que Paes deveria fazer é lutar pela inclusão social dessa população marginalizada, focando projetos de governo que possiblitassem a essas pessoas fazer um projeto de vida onde as únicas opções não fossem virar cantor de funk ou ter empregos subalternos, muitas vezes informais. Ou ainda, já descamabando pro lado mais fácil ainda, o da criminalidade, que se tornem traficantes de drogas ou assaltantes.

    O problema não é o funk, mas sim a díficil realidade social da maioria das pessoas que divulga o gênero. Ela sim, deveria ser abolida.

    Mas será que o Paes pensa assim? Ou só pensa em fazer uma educação burra, com sistema de ciclos, criar UPAS eleitoreiras e em fatiar as secretarias entre os partidos para os quais vendeu sua alma, digo, pediu apoio?

  • http://rafaeloliveira-rj.blogspot.com/ Rafael Oliveira

    Affz Leandro! Eu não disse que só toca em Caxias e SG. Só se fosse um vudu que repele da cidade do Rio e em volta é clamado.
    O governo não deve proibir bailes, mas só não pode, como deve combater o incentivo público a favor de drogas, armas e sexo explicito. Resumindo eu estou falando exatamente dos proibidões e dos subliminares e as que fazem orgãos publicos cariocas (como a policia) de piada nacional.

  • Leandro

    Concordo com você Rafael Oliveira. Mas você pode até não ter percebido, ter se expressado mal, mas o fato é que seu comentário anterior dizia: “Eu sou contra a esses funks devassos…que antes era tocado só em Caxias e SG”. Não inventei, nem quero criar picuinha à toa.
    Mas o que importa é que concordamos que há um problema a ser combatido – social – e que o Eduardo Paes, com suas propostas dificilmente conseguirá sequer atenuar. Resta a nós ficarmos atentos aos próximos passos do prefeito, e observar quais políticas ele irá praticar.

  • http://rafaeloliveira-rj.blogspot.com/ Rafael Oliveira

    Eh! Então resolvido e entendido o assunto do FUNK.
    Sobre a situação do ciclo, realmente não passava de uma confusão e o sistema de “aprovação automática” não estará mais nas escolas cariocas no próximo ano.

    Mas, ainda o fato que é Paes que está no controle. E espero que esses pequenos projetos que ele está fazendo não termine com o caixa financeiro do Rio de Janeiro, como contratando secretários de nome e projetos millionários que não prestam. Ou até mesmo que seja um Cabral que não faça nada…. Que espero que ele ainda troque minha opinião, mesmo sabendo que é um pouco sonhado demais para o Kid Paes.

  • Erika

    Rafael Oliveira:

    “os cariocas não tinha erros ortograficos (pelo menos não gritantes)”
    Nessa mesma frase, assim como em todos os seus comentários até agora, você cometeu incontáveis erros ortográficos. Bem “gritantes”, na minha opinião. Minha intenção não é resumir o assunto a esse detalhe, mas sim ressaltar a hipocrisia no seu discurso.

    “muita gente de bom status entra no Baronetti, mas eu também já vi muita gente da baixada lá”
    Pelo que eu entendi desse trecho, você quis dizer que gente da baixada tem “mau” status? Perdão se estou sendo grosseira, só não suporto assistir a demonstrações de preconceitos e hipocrisias de alguém com mente fechada e que só pensa em si próprio.

    Se não for pedir muito, releia tudo o que você escreveu até agora de forma crítica e tente achar ALGUMA coerência e embasamento nessas besteiras. Se conseguir avise por favor, pois eu estou tentando até agora!

  • http://diariodorio.com Diario do Rio

    Erika,
    somos dois.

  • Ps.:

    Significado da palavra cultura:
    desenvolvimento intelectual, saber;
    utilização industrial de certos produtos naturais;
    estudo, elegância;
    esmero;
    conjunto dos padrões de comportamento, das crenças, das instituições e de outros valores morais e materiais, característicos de uma sociedade;civilização.

  • Gabriel Sperandio

    Pois bem, ontem ele promulgou um pedido de proposta para apreciação extinguindo a “aprovação automática”. Ele revoga um decreto de 2007, sendo que o sistema de ciclos foi implantado na gestão do Conde (atual correligionário dele). Ele revogou apenas o decreto que extingue o conceito “insuficiente”. Vamos ver no que isso vai dar e que impactos terá…

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