10/07/2009

Insegurança aumenta entre os cariocas

sergiocabral thumb Insegurança aumenta entre os cariocas Uma pesquisa do instintuto GPP diz que a sensação de segurança entre os carioca diminuiu se comparada com o governo anterior que não foi nenhuma maravilha na Segurança Pública, muito mas muito pelo contrário. Para 60% dos cariocas continuou a mesma, 25% dos cariocas se sentem mais inseguros e apenas 12% mais seguros.

 

Mas por que será? A política de segurança de Sergio Cabral é falha, a “ocupação” do Santa Marta e da Cidade de Deus não significou necesseriamente em prisões, ou seja, na retirada dos criminosos de circulação. Se não tem mais o lucro do tráfico eles têm de procurar em outro lugar, sem dinheiro que não vão ficar. O resultado? Aumento no assalto a autómoveis a automóveis e residências em Botafogo (Santa Marta) e na Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes (Cidade de Deus).

 

São dois anos e meio e nada mudou… e olha que a imprensa estava até em paz com Sergio Cabral.

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12/05/2009

O dia em que a escadaria do Palácio sangrou

Por Mel Gadelha

riopaz thumb O dia em que a escadaria do Palácio sangrou A escadaria da Assembleia Legislativa do Rio foi palco, nesta segunda-feira, dia 11, de uma manifestação da organização não governamental (ONG) Rio de Paz, que espalhou 17 mil pedras brancas em memória das vítimas de violência no estado nos últimos 28 meses. O objetivo da ONG é entregar ao governador Sérgio Cabral uma carta cobrando explicações e mais transparência dos órgãos de segurança pública. Para isso, foi pedido aos deputados que apoiassem o abaixo-assinado contendo as reivindicações.

palciotiradentessangrando thumb O dia em que a escadaria do Palácio sangrou

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24/03/2009

Não são fogos

Por Mel Gadelha

mail thumb Não são fogos Moro em Copa há exatos 10 anos. É um dos poucos bairros no Rio que definitivamente não param. É sempre aquela movimentação durante a semana e nos finais de semana. Sempre gente na rua ou na orla, muitos lugares abertos e também tem a questão do metrô, que colabora para esse "tumulto" todo, como alguns definem o bairro (eu adoro!). Moro praticamente na quadra da praia, numa das ruas mais tranquilas.

 

No entanto, para minha surpresa, no último domingo, um dia tranqüilo e que sempre passamos com a família, foi um dos dias mais barulhentos para quem mora na região. Confesso que sou meio distraída e sempre confundi o barulho dos tiros com o dos fogos. Ok, podem rir à vontade. Mas no último domingo, na hora do almoço, foi impossível confundir. Era muito tiro. Muito mesmo! De assustar. E volto a dizer: moro quase na praia, bem longe da Ladeira dos Tabajaras. Por isso nem imagino o desespero que passaram os moradores que residem ali perto.

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11/03/2008

Violência caindo no Rio de Janeiro

Essa notícia de hoje do ex-blog do Cesar Maia deveria ser manchete de todos os jornais cariocas e notícia principal na televisão. Ajudaria muito a auto-estima do carioca.

Mas isso não é notícia…

RIO-CAPITAL: MORTES VIOLENTAS DESPENCAM ENTRE 2002 e 2006!

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15/02/2008

Rio, a cidade das armas?

As vezes acho que os ingleses deveriam se limitar a falar de fofocas! E O Dia? Que vergonha de O Dia parece que está apenas aquele guia de turismo pilantra que leva os turistas para mansões mal assombradas inventando um bando de história…

Se um repórter, em Londres, for cobrir atos terroristas do IRA, um briga de gang, sei lá, vai estar exposto aos mesmos problemas…

Em uma reportagem que inclui vídeo, áudio e fotogaleria publicada nesta sexta-feira em seu website, o jornal britânico The Guardian comenta a violência no Rio de Janeiro acompanhando o trabalho de um fotógrafo do jornal O Dia em sua cobertura da ação policial em favelas.

Com o título “Cidade das armas”, a reportagem comenta que o Rio de Janeiro nunca foi uma cidade tão perigosa para jornalistas que cobrem a criminalidade.

“Desde os anos 1980, os traficantes de drogas da cidade amealharam arsenal cada vez um mais poderoso para manter o controle das favelas onde estão baseados”, comenta o jornal.

“No início de 2007, o novo governo estadual lançou uma grande ofensiva contra as facções do tráfico, fazendo do ano passado um dos mais violentos já registrados. Em 12 meses, a polícia do Rio matou mais de 1.200 pessoas em confrontos, segundo dados oficiais, um recorde mesmo para os parâmetros violentos da cidade.”

Segundo a reportagem, com o aumento da violência aumentaram também os riscos para os jornalistas que cobrem esta violência.

“Vários repórteres caíram vítimas da violência nos últimos anos”, afirma a reportagem, que cita o caso de uma repórter da TV Bandeirantes, baleada enquanto cobria um tiroteio entre a polícia e traficantes em Botafogo, e ainda o caso do jornalista Tim Lopes, da Rede Globo, assassinado depois de tentar filmar traficantes com uma câmera secreta.

“Hoje em dia quase todos os órgãos da imprensa carioca exigem que seus funcionários usem colete a prova de balas quando cobrem histórias em favelas. Vários grupos investiram em veículos blindados para proteger os funcionários.”

Neste ano, a polícia carioca deverá, pela primeira vez, oferecer treinamento de segurança para repórteres cobrindo a guerra do tráfico no Rio, diz o jornal.

O Guardian ainda comenta a história de Severino Silva, fotógrafo do jornal O Dia, que cobre conflitos em favelas e chegou a ficar preso em uma casa por dez horas durante um tiroteio.

“O fotógrafo brasileiro Severino Silva veste um colete a prova de balas todos os dias, mas ele não é um correspondente de guerra”, afirma o repórter. Severino conta que, quando ele chega ao local para cobrir uma história, a primeira coisa que ele pensa é: “Tenho que sair daqui vivo”.

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No Dia do Abraço, Curiosidades de Aquele Abraço No Dia do Abraço, Curiosidades de Aquele Abraço - Hoje é Dia do Abraço, então por que não cantar uma música tão carioca como “Aquele Abraço” de Gilberto Gil e conhecer algumas curiosidades da música

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