06/03/2009
Por Silvana Vargas
A vida vista como um bem sagrado é algo comum a todos os cidadãos. Acordar com o sorriso de um belo dia de sol é algo que não tem preço e que só a vida e a saúde podem nos proporcionar.
Os cidadãos cariocas recebem (em boa hora) atenção especial aos serviços de saúde da nossa cidade. Assessoria da Fiocruz. Se faz presente.
Esta é uma bela iniciativa que só confirma a veracidade da frase que abre o artigo. Hospitais e médicos precisam ser respeitados para que ,numa via de mão dupla,darem o respeito que os cariocas merecem.
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31/05/2008
A lei que a Prefeitura do Rio aprovou proibindo cigarro em locais públicos fechados é um exemplo para nosso país! Não cabe aqui ficarmos dizendo como o cigarro faz mal, isso é óbvio, negar isso é fechar os olhos à realidade. O grande problema é lutar contra a indústria do fumo.
O cigarro não combina mais com a imagem do carioca, saudável, de bem com a vida. Não combina com praia, não combina com montanha, não combina com a Cidade das Crianças, não combina com a Cidade do Samba…
É óbvio que os fumantes não gostaram da lei, acham um absurdo. Mas como alérgico posso dizer, absurdo é fumar no mesmo local que eu estou, que uma criança está. Cigarro é uma droga, pode hoje não ser proibida, mas ao poucos tem deixar bem claro o quanto é desagradável. Como está no Blog da Solange:
A proibição do fumo em lugares fechados é uma questão de saúde pública.
E, para quem tem dúvida, aconselho a ler o post no Blog do Celso Junior.
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09/04/2008
No dia 19 de maio a Prefeitura do Rio realizará a licitação para a construção do novo hospital Paulino Werneck, substituindo o que hoje está na Estrada do Cacuia. O novo hospital terá serviços de pronto atendimento pediátrico, adulto e geral, consultórios, centro cirúrgico com quatro salas, CTI/UI, enfermarias com 56 leitos, além de outros leitos em setores como os de isolamento, estabilização, observação e pós-operatório. Entre os equipamentos previstos estão um tomógrafo, dois aparelhos de raios X e dois de ultrassom.
O Paulino Werneck assim conseguirá respirar, especialmente depois da sobrecarga que recebeu após o fechamento da Emergência do Hospital Federal do Fundão.
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17/01/2008
Taí uma notícia que não vai ser divulgada pela imprensa regular. Foi inaugurada pela Prefeitura do Rio de Janeiro na quinta-feira a Maternidade Leila Diniz, que fica anexa ao Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca,
- Foi investido R$ 13 milhões na maternidade
- São 6.320 metros quadrados construídos
- Além de uma maternidade de alta complexidade, tem um centro de atendimento pediátrico pronto para prestar serviços ambulatoriais e cirúrgicos.
- Amaternidade conta com um centro de parto, salas para atendimento de pré-parto, parto e pós-parto
- Terá capacidade de realizar entre 300 e 400 partos por mês.
- Estão disponíveis 59 leitos, sendo 40 leitos obstétricos, quatro de enfermaria canguru (com a companhia permanente da mãe), dez de unidade intermediária neonatal, cinco de unidade de tratamento intensivo neonatal. Posteriormente, será ampliada para contar com mais setores especializados e realizar 600 partos mensais.
- O complexo possui oito salas para atendimento ambulatorial e um banco de leite para mães com dificuldade em amamentar.
- As gestantes poderão terão acompanhamento pré-natal, exames de ultra-som, laboratoriais e de cardiotocografia.
- Atenderá a região da Barra da Tijuca, Recreio, Jacarepaguá.
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08/10/2007
No sábado em um capítulo da novela "Duas Caras", a fracassada novela da Globo, que ainda não assisti e será mais uma daquelas que terá de passar por uma reformulação, fez um ataque ao hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca.
A personagem Gioconda Barreto, interpretada por Marília Pêra, passa mal na rua. Uma amiga que passava pelo local liga para o marido de Gioconda, Paulo Barreto, interpretado por Stênio Garcia, e pede pra ele correr para o lugar dizendo: “Já estavam querendo levá-la para o Lourenço Jorge”.
Aqui tenho de defender pelo menos este hospital que já usei algumas vezes, a mais recente há dois anos atrás. Para emergência não há filas, pode-se dizer que em hospital público se demora para fazer cirurgias, para atendimento ambulatorial mas nas emergências funciona, sim!
Agora, se a personagem precisasse, sei lá, de um transplante do coração, aí o atendimento particular seria melhor! Mas no emergencial, os médicos de hospitais públicos tem muito mais experiência e fazer um bom trabalho!
Sim, sei que vou ser xingado neste post.
P.S.: a personagem de Marilia Pera morreu.
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