11/01/2010
Não sou um consumidor de alcool, menos ainda de cerveja, então esse post que vi no Marketing de Cozinha me deu uma animada. A Miolo Wine Group, fabricante de vinhos, está começando a comercializar nas praias de Florianópolis e do Rio Grande do Sul espumantes do rótulo TerraNova em carrinhos!!! Cada garrafinha de 250 ml sai por R$ 10,00.
Queria ver essa ação no Rio, hoje só se comercializa cerveja mesmo. Mas como é vendido em garrafa de vidro poderia ser embarreirado… mas do jeito que as coisas andam daqui a pouco é proibido até vender água. Como já disseram no Posto 10 de Ipanema:
Daqui a pouco só vai poder aplaudir o pôr-do-sol quem for cadastrado.
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23/12/2009
Começou o verão e morar no Rio de Janeiro faz com que nesse calor a praia seja quase um passatempo obrigatório. E algo na praia hoje me deixa em dúvida, devo comprar ou alugar nas barracas as cadeiras de praia e guarda Sol? Então resolvi fazer a listinha:
Pró alguel e contra a compra:
- Uma cadeira de praia e um guarda sol alugado na praia dá cerca de 5 Reais, uma cadeira tá por volta de R$50,00 e um guardas-sol daqueles moderninhos está mais de R$ 100,00;
- Não precisa levar aquele trambolho dentro do carro, ou caminhar até a praia com peso (se você vai de ônibus nem se discute)
- Não precisa limpar depois
- Não precisa procurar espaço em casa para colocar algo do tamanho de um guarda-sol e vai ficar parado por lá durante meses.
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18/09/2009
Por André Delacerda
O verão acabou e as praias já começam a ficar mais vazia, com exceção dos finais de semana e feriados, e um problema acaba que diminuindo neste período de baixa estação, que é a quantidade de lixo produzida e deixada nas praias. Neste post vamos falar um pouco de cidadania e bons costumes, já que amanhã é dia mundial da Limpeza Urbana
Quando nos lembramos de sujeira, logo nos vem a mente a imagem do porco, o coitado do animal, que inocentemente vive na sujeira é o personagem nº 1 para tipificar lixo. Podia ser o urubu outro animal que habita lugares sujos. Mas coube ao nosso porquinho figurar em comerciais educativos e também em cartazes do tipo “Não jogue lixo”. Alguns leitores vão logo falar, não é bem assim, os porcos de hoje vivem em ambientes mais limpos que muitos centros cirúrgicos, e se alimentam de ração. Olha ai, nossos porquinhos evoluindo na qualidade de vida.
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06/03/2007
Eu juro, não entendo o porquê de alguém comprar queijo coalho nas praias cariocas. Não quero nem entrar no mérito que me parece uma péssima idéia comer algo extremamente quente debaixo de um sol de rachar, muitas vezes acima dos 35o, o que pede no máximo um biscoito Globo, e uma bebida refrescante (que pode ir da cerveja a minha amada Pepsi Twist Light). Quero falar do risco que é o vendedor do produto.
Sem querer parecer pedante, mas o vendedor de queijo coalho é um homem perigoso, anda com uma forno, cheio de carvão em brasa, sobre os banhistas. Estes, em um ato de irresponsabilidade, comprar o queijo quente, em um espeto de madeira. Este consumidor acaba deixando seu lixo na areia, incluindo o espeto. Ou seja, além do risco causado pelo vendedor de queimar alguém na sua passagem, há o risco de outra pessoa se machucar devido ao produto final do consumo.
Então, por favor, diga não ao queijo coalho na orla! E aproveite diga não ao churrasquinho também! Diga sim ao biscoito O Globo, isso sim uma característica de nossas praias.
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03/02/2007
Foi inaugurado ontem, pela Prefeiutra do Rio de Janeiro, 12 novos quiosques, sendo oito em Copacabana e 4 no Leme. Totalizando assim 16 em funcionamento, já que há 4 em Copacabana. Os novos quiosques da orla têm área interna de 220m2, com banheiros, cozinha, depósito e lixeira subterrânea.

Muitos dos que reclamavam da criação dos novos quiosques, diziam que iria criar desemprego, mas os que já estão em funcionamento empregam 252 funcionários. Além de serem mais limpos (só quem já entrou em um quiosque sabe o que isso significa) e muitos terem “grife”, como esse da Nescafé.

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