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	<title>Diário do Rio de Janeiro &#187; Milí­cia</title>
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	<description>Um Blog de Amor ao Rio</description>
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		<title>O perigo do crescimento das mil&#237;cias no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 12:31:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Milí­cia]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>

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		<description><![CDATA[A luta contra o crime é muito mais complicada do que imaginam alguns, vencer uma batalha, ou duas, ou três não significa vencer a guerra. Pode-se acabar com o inimigo de ontem mas surge um novo e ainda mais forte, está aí o “Tropa de Elite 2” que mostra isso muito bem. &#160; Com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Sargento Rocha" border="0" alt="Sargento Rocha O perigo do crescimento das mil&iacute;cias no Rio de Janeiro" align="left" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2010/12/Sargento-Rocha.jpg" width="244" height="238" />A luta contra o crime é muito mais complicada do que imaginam alguns, vencer uma batalha, ou duas, ou três não significa vencer a guerra. Pode-se acabar com o inimigo de ontem mas surge um novo e ainda mais forte, está aí o “Tropa de Elite 2” que mostra isso muito bem.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Com o ataque ao tráfico de drogas e um maior espaço dado as milícias, começa uma relação entre as duas vertentes criminosas em que as autoridades devem ficar atentas. Hoje em sua nesletter, o ex-prefeito do Rio, Cesar Maia, comenta sobre os problemas que podem advir desta situação. Leiam:</p>
<p>  <span id="more-12193"></span><br />
<blockquote>
<p><b>MILÍCIAS E TRÁFICO DE DROGAS: UMA RELAÇÃO EXTREMAMENTE PREOCUPANTE!</b>      <br />1. (RJTV-1, 21) Gravações mostram milícia do RJ negociando armas com traficantes. Grupo vendia fuzis e munição para tráfico do Alemão. O grupo de milicianos preso na manhã desta terça-feira (21) em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, negociava armas com traficantes do Conjunto de Favelas do Alemão, na Penha, no subúrbio do Rio.</p>
<p>&#160;</p>
<p>2. No dia 4, essa relação entre milícias e tráfico de drogas era levantada numa matéria do Globo: &quot;Em cartas, Beira-Mar pede união com milícia. Várias cartas foram encontradas pelo comando das operações do Complexo do Alemão. Escritas à mão, as cartas estavam na casa de Marcelinho Niterói, braço direito de Beira-Mar e que está foragido. Nos textos, sugere que seus comandados se aliem à milícia e organizem sequestros de autoridades para trocá-las pela libertação de milicianos da Zona Oeste.&quot;</p>
<p>&#160;</p>
<p>3. No dia 14/12 este Ex-Blog chamava a atenção para o enorme risco dessa associação, numa nota de abertura: &quot;AS MILÍCIAS: SEM DROGAS E&#8230;, COM DROGAS! As milícias surgiram na Colômbia como autodefesas dos fazendeiros sistematicamente sequestrados pelas FARC. Recrutaram ex-militares e militares com experiência no combate às FARC e ao tráfico de drogas. Cresceram e ampliaram seu campo de atuação em autodefesas de regiões. Esse quadrilátero Farc-Tráfico-Milícias-Exército terminou levando as milícias a entrar no negócio das drogas. As milícias terminaram se espalhando.&quot;</p>
<p>&#160;</p>
<p>4. &quot;As milícias no Rio começaram oferecendo segurança a comunidades e abrigo nessas a policiais sob o risco de viver com suas famílias em comunidades controladas pelo tráfico de drogas. O pagamento da segurança se ampliou para outros negócios, no campo da extorsão Setores da própria polícia, diferenciando milícias de polícia mineira (extorsão sobre a polícia e o tráfico de drogas também), terminou entendendo que as milícias terminavam convergindo.&quot;</p>
<p>&#160;</p>
<p>5. Em seguida a essa nota, numa nota em seu Twitter, este Ex-Blog informou que, em Caxias, policiais falavam em uma super-milícia, aglutinando 900 milicianos.</p>
<p>&#160;</p>
<p>6. Novas notícias como as de ontem, confirmando essa relação -entre milícias e tráfico de drogas- e incluindo nas milícias militares das forças armadas além de policiais, são preocupantes. Extremamente preocupantes. Lembre-se que o bandido Fernandinho Beira-Mar foi preso na Colômbia, num negócio de armas e drogas em 21 de abril de 2001.</p>
<p>&#160;</p>
<p>7. (Luiz Carlos Azenha que cobriu a prisão de Fernandinho Beira Mar na Colômbia). Beira-Mar foi tratado na Colômbia como um traficante de segunda classe. Depois de anunciar a prisão como outra vitória do Exército e da polícia, os colombianos dispensaram Fernandinho como se fosse um pé-de-chinelo. Ele foi rapidamente deportado para o Brasil. Na entrevista que fiz com Fernandinho, na porta do avião, ele falou com a suavidade de um malandro do morro, como se estivesse surpreso com a prisão: “Não devo nada.” Depois de fugir do Brasil, onde estava jurado de morte, o traficante foi para a Bolívia. Ele se associou ao maior cartel local. Numa disputa por poder, mandou matar os dois irmãos que comandavam a gangue. Com medo de vingança, fugiu de novo, desta vez para a Colômbia. Teria se ligado à guerrilha num negócio lucrativo: mandava cocaína para a Europa, passando por território brasileiro, e recebia de volta o armamento, usado para “pagar pedágio”.</p>
</blockquote>
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		<title>Diferenças entre a violência no asfalto e na favela</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Aug 2007 13:32:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cesar Maia]]></category>
		<category><![CDATA[Milí­cia]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>

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		<description><![CDATA[O prefeito Cesar Maia hoje em seu ex-blog traz o comentário de uma pesquisa feita pela professora Alba Zaluar sobre os crimes assistidos por moradores do asfalto na Zona Sul carioca e por moradores das favelas de Jacarepaguá dominada por milícias. Bem interessante., Veja o comentário de Cesar Maia sobre a pesquisa: PROFESSORA ALBA ZALUAR [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify">O prefeito Cesar Maia hoje em seu ex-blog traz o comentário de uma pesquisa feita pela professora Alba Zaluar sobre os crimes assistidos por moradores do asfalto na Zona Sul carioca e por moradores das favelas de Jacarepaguá dominada por milícias. Bem interessante.,</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Veja o comentário de Cesar Maia sobre a pesquisa:</p>
<blockquote>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">PROFESSORA ALBA ZALUAR COMENTA ASPECTOS DA PESQUISA QUE COORDENA SOBRE VITIMIZAÇÃO EM FAVELAS, DEPOIS DE TER COORDENADO A MESMA PESQUISA NA CIDADE TODA DO RIO!<br/><br/>&#8220;Resolvemos comparar duas áreas da cidade que apresentam os maiores contrastes em relação à renda, escolaridade, condições de infra-estrutura urbana, etc. Olhem só os resultados dos crimes assistidos pelos moradores nas suas respectivas vizinhanças: na zona sul, assalto, extorsão de policiais e uso e consumo de drogas é varias vezes superior. As favelas da AP4,( Barra-Jacarepaguá), dominadas por milícias, conseguem o que a segurança privada da zona sul não consegue evitar. Na favela só ganha assassinato de vizinhos e amigos, além dos tiros disparados por PMs. Alguma coisa está profundamente errada na política de segurança da cidade.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">A pesquisa <a href="http://farm2.static.flickr.com/1417/1275390042_a6d0212677_o.jpg" target="_blank">pode ser vista aqui.</a></p>
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		<title>Morre Chefe de Milícia</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/morre-chefe-de-milicia/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Feb 2007 07:52:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Milí­cia]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem morreu Felix Tostes, integrante da milícia do Rio das Pedras, tudo indica queima de arquivo ou recado dos traficantes, pelo estilo de ataque, 40 balas em uma pessoa, em plena luz do dia, no bairro do Recreio, é sinal de que aquilo era um recado para alguém, como pode ser visto nesta foto da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem morreu Felix Tostes, integrante da milícia do Rio das Pedras, <a href="http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/reporterdecrime/post.asp?cod_Post=49303" target="_blank" title="Reporter do Crime">tudo indica</a> queima de arquivo ou recado dos traficantes, pelo estilo de ataque, 40 balas em uma pessoa, em plena luz do dia, no bairro do Recreio, é sinal de que aquilo era um recado para alguém, como pode ser visto nesta foto da Hilux cravada de balas.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/41051649@N00/399545282/" title="Photo Sharing"><img width="491" alt="399545282 22a9ec3f1e o Morre Chefe de Milícia" height="317" src="http://farm1.static.flickr.com/188/399545282_22a9ec3f1e_o.jpg" title="Morre Chefe de Milícia" /></a></p>
<p><br/></p>
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		<title>Milí­cia e Tráfico não são a mesma coisa</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/milicia-e-trafico-nao-sao-a-mesma-coisa/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Feb 2007 15:23:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cesar Maia]]></category>
		<category><![CDATA[Milí­cia]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje em seu ex-blog,o prefeito Cesar Maia mostra a insistência de alguns intelectuais em comparar a milícia ao tráfico de drogas, o que está errado. Para quem vivia em áreas antes dominada pelo tráfico e agora dominada pela milícia, conhece a diferença. Recentemente chegou um caso ao email do Diário do Rio, em que fala [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Hoje em seu ex-blog,o prefeito Cesar Maia mostra a insistência de alguns intelectuais em comparar a milícia ao tráfico de drogas, o que está errado. Para quem vivia em áreas antes dominada pelo tráfico e agora dominada pela milícia, conhece a diferença. Recentemente chegou um caso ao email do Diário do Rio, em que fala de um garoto de 17 anos que mora em uma favela dominada hoje pela milícia, este menino não trabalhava, enquanto o pai era mecânico. A milícia mandou o garoto parar de soltar pipa, e ir trabalhar com o pai, senão bateriam nele.</p>
<p style="text-align: justify">Veja, realmente houve uma ameaça, o que é condenável. Mas a milícia não procura novos soldados, ao contrário do tráfico, que seduziam menores para ir com eles. Obviamente que o melhor era ter o Estado cuidando destas pessoas, mas conforme conta no seu ex-blog, não é isso o que ocorre quando se põe policiais nas favelas.</p>
<p style="text-align: justify">TÁ BEM! TÁ BEM?</p>
<p style="text-align: justify">Sobre Drogas e Milícias!</p>
<p style="text-align: justify">1. Ninguém pode estar a favor de qualquer esquema fora da lei. Mas cuidado para que o patrulhamento da mídia pressionando a Polícia e Governos sobre as tais Milícias não termine fazendo a festa do tráfico de drogas.</p>
<p>2. Lembrem-se do GPAE que ia dar paz às favelas. De fato o que deu foi cobertura a uma facção do tráfico de drogas contra outra, deixando correr solto o tráfico de drogas em nome da redução do uso de armas. Deu no que deu!</p>
<p>3. Parte da mídia aplaudiu o GPAE. Parte da mídia incentiva o novo governo a achar que não há diferença entre milícias e tráfico de drogas. Outro dia um pseudo-intelectual desses dizia numa entrevista que tráfico é dor de cabeça e que milícia é dor de dente. Arghhh! Em outros casos há alguns intelectuais querendo justificar o tempo em que fumavam e cheiravam em nome da paz e do amor! Woodstock é aqui, devem se justificar!</p>
<p>Cuidado! Uma coisa é uma coisa! Outra coisa é outra coisa!</p>
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		<title>Estado x MilÃ­cia</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Feb 2007 20:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cesar Maia]]></category>
		<category><![CDATA[Milí­cia]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das perguntas que alguns se fazem hoje Ã© como uma dÃºzia de homens consegue dominar uma favela, enquanto o Estado com sua polÃ­cia nÃ£o consegue. Este post abaixo, do Vox Libre, trata bem da pergunta. A polÃ­cia militar do Rio de Janeiro possui o GPAE (grupo de policiamento em Ã¡reas especiais), que como o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p style="text-align:justify;">Uma das perguntas que alguns se fazem hoje Ã© como uma dÃºzia de homens consegue dominar uma favela, enquanto o Estado com sua polÃ­cia nÃ£o consegue. Este post abaixo, do <a href="http://voxlibre.blogspot.com/2006/12/ainda-falando-sobre-as-milcias.html" target="_blank">Vox Libre</a>, trata bem da pergunta.</p>
<p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">A polÃ­cia militar do Rio de Janeiro possui o GPAE (grupo de policiamento em Ã¡reas especiais), que como o prÃ³prio nome jÃ¡ diz, se propÃµe a policiar algumas favelas. Em outras favelas, existem instalaÃ§Ãµes policiais permanentes, conhecidas como DPO&#8217;s &#8211; destacamentos de policiamento ostensivo. HÃ¡ ainda os casos em que algumas favelas sofrem temporariamente &#8220;ocupaÃ§Ãµes&#8221; feitas pela polÃ­cia militar em razÃ£o de algum crime de repercussÃ£o. Em qualquer das trÃªs alternativas acima enumeradas, o trÃ¡fico de drogas nÃ£o desaparece nem cessa, mas encontra um meio de &#8220;conviver&#8221; com a presenÃ§a policial. Ã‰ uma coisa do tipo, o policial faz de conta que policia e o traficante faz de conta que nÃ£o trafica!</p>
<p>
<p style="text-align:justify;">O interessante Ã© que onde as &#8220;milÃ­cias&#8221; se instalam, o trÃ¡fico e os traficantes de drogas realmente sÃ£o expulsos. Qual Ã© o segredo das &#8220;milÃ­cias&#8221;? Por que a polÃ­cia nÃ£o consegue fazer o que as &#8220;milÃ­cias&#8221; fazem, se jÃ¡ se sabe que ambas sÃ£o compostas pelo mesmo elemento humano? JÃ¡ hÃ¡ gente pregando a institucionalizaÃ§Ã£o das &#8220;milÃ­cias&#8221;, vez que elas parecem ser bem sucedidas onde a polÃ­cia e o Estado falham.</p>
<p></p></blockquote>
<p>
<p style="text-align:justify;">Parte da resposta pode ser encontrada neste post do DiÃ¡rio do Rio, em que reproduz texto do Cesar Maia em seu ex-blog.</p>
<p>
<div class="blogger-post-footer">
</div>
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		<title>MilÃ­cia x TrÃ¡fico de drogas</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Feb 2007 01:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Milí­cia]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje houve alguns confrontos entre milÃ­cias e traficantes em favelas da Zona Norte. Cordovil e Ilha do Governador, como pode ser lido aqui. Achar que isso Ã© novidade, Ã© apenas ler o jornal do dia e nÃ£o lembrar do de ontem, como quando batalhÃµes da PM foram atacados por traficantes, ou desconhecer os confrontos na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Hoje houve alguns confrontos entre milÃ­cias e traficantes em favelas da Zona Norte. Cordovil e Ilha do Governador, como pode ser lido aqui. Achar que isso Ã© novidade, Ã© apenas ler o jornal do dia e nÃ£o lembrar do de ontem, como quando batalhÃµes da PM foram atacados por traficantes, ou desconhecer os confrontos na Cidade de Deus.</p>
<p>
<p style="text-align:justify;">A tendÃªncia Ã© ter um aumento nos confrontos., e depois cair, jÃ¡ que a fonte de renda acaba (drogas), e logo a captaÃ§Ã£o de novos criminosos tambÃ©m (menos dinheiro, e menos contacto com jovens carentes, que nÃ£o vÃª mais o traficante como herÃ³i). O mesmo ocorre com assaltos no &#8220;asfalto&#8221;, os criminosos nÃ£o pertencem Ã s comunidades dominadas pelas milÃ­cias, jÃ¡ que estas nÃ£o permitem que eles morem na comunidade, ou seja, podem vir de comunidades com traficantes, ou aqueles expulsos das comunidades.</p>
<p>
<p style="text-align:justify;">Bem, este Ã© um post esperanÃ§oso, que consegue imaginar um Rio sem violÃªncia.</p>
<div class="blogger-post-footer">
</div>
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		<title>Atuação das milícias divide especialistas no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jan 2007 09:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Milí­cia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem, deste artigo do Estadão, fico com a Alba Zaluar, as milícias estão bem próximas da segurança privada da Zona Sul ou da Barra. Não diria que é máfia, já que eles não quebram o comércio de quem não paga. Há, claro, o fato deles participarem daqueles crimes de &#8220;gato&#8221; da Net, do gás, etc&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="TEXT-ALIGN: justify">Bem, deste artigo do Estadão, fico com a Alba Zaluar, as milícias estão bem próximas da segurança privada da Zona Sul ou da Barra. Não diria que é máfia, já que eles não quebram o comércio de quem não paga. Há, claro, o fato deles participarem daqueles crimes de &#8220;gato&#8221; da Net, do gás, etc&#8230; mas ainda assim, próximo ao tráfico, são crimes pequenos&#8230; que devem ser combatidos, mas deve-se levar em conta a diferença entre os dois&#8230;</div>
<div style="TEXT-ALIGN: justify">
<blockquote>
<div id="Titulo">
<p><span class="titulo">Atuação das milícias divide especialistas no Rio de Janeiro</span></p>
</div>
<div id="Sinopse"><span class="titulo"><span class="sinopse1">Grupos paramilitares são associados à segurança privada, máfia e tráfico</span></span></div>
<p>RIO &#8211; Milícia e segurança privada. Para a antropóloga e especialista em segurança pública Alba Zaluar, do Rio, não há diferença além dos títulos que recebem &#8211; ambas cobram para atuar e andam armadas. Distinção: uma está nas favelas e comunidades carentes e a outra, em bairros de classes média e alta. A tese de Alba não é consenso. Outros especialistas associam as milícias ao tráfico e à máfia.</p>
<p>Segundo a antropóloga, as empresas de vigilância que trabalham na zona sul (Copacabana, Ipanema e Leblon) também são compostas de agentes de segurança, sendo que boa parte age ilegalmente, como nos grupos de paramilitares. &#8220;Também são policiais e ex-policiais que ganham dinheiro com a segurança privada.&#8221; Para ela, o principal problema da ação desses grupos é a falta de &#8220;organização&#8221; das polícias. &#8220;Estão defasadas para o tempo em que vivemos. Ainda têm a conotação de regime militar, formada para conflitos de guerra.&#8221; Para Alba, o problema no Rio seria solucionado com policiais mais bem pagos. &#8220;Falta a presença do Estado como monopólio legítimo contra a violência. A nossa segurança desandou, está muito mais privada do que pública.&#8221;</p>
<p>O professor de Sociologia e coordenador do Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflito e Violência Urbana da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Michel Misse, vê a atuação das &#8220;chamadas milícias&#8221; mais próximas da máfia. Ele não concorda com o termo milícia. &#8220;Está associado a movimentos de guerrilha, movimentos políticos ou instituição. Milícia para designar banditismo não é adequado.&#8221; Segundo ele, não há semelhança porque uma empresa legal de segurança está submetida a regras. &#8220;Nesse caso (das milícias), quem controla são os policiais e uma pessoa que não queira pagar a contribuição, tem sua casa invadida.&#8221;</p>
<p>Para a cientista social e coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, Silvia Ramos, a milícia é imposição &#8211; a comunidade está impedida de lhe dizer não. Ela ressalta que a milícia é um grupo armado que decide ocupar espaço. &#8220;Tem uma dinâmica mais ligada à ilegalidade do tráfico, com a diferença que não vende droga, por enquanto.&#8221; <script xml:space="preserve" type="text/javascript">
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		<title>Carta ao Governador do Rio</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jan 2007 09:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio Cabral]]></category>

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		<description><![CDATA[Escute a excelente fala (tem que escolher o link com o título do post) de Arnaldo Jabor ao Governador Sergio Cabral., na CBN.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="TEXT-ALIGN: justify"><a href="http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/comentarios/arnaldojabor.asp">Escute a excelente fala</a> (tem que escolher o link com o título do post) de Arnaldo Jabor ao Governador Sergio Cabral., na CBN.</div>
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		<title>Milícias calam o tráfico, mas cobram</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/milicias-calam-o-trafico-mas-cobram/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Jan 2007 09:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Milí­cia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[O Blog da Segurança Pública mostra em seu blog matéria de hoje do Estadão que fala sobre o poder das milíicias nas comunidades. Leia a matéria se você se interessa pelo tema.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify">O Blog da Segurança Pública mostra em seu blog matéria de hoje do Estadão que fala sobre o poder das milíicias nas comunidades.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Leia a matéria se você se interessa pelo tema. <script xml:space="preserve" type="text/javascript">
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		<title>DOMINGÃO NO ESTADÃO</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/domingao-no-estadao/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Jan 2007 09:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Milí­cia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Blog da Segurança Pública: O jornalista Paulo Baraldi, que escreve para o Estado de S. Paulo a partir do RJ, com especial foco na temática de segurança pública e polícia, passou o dia de ontem, 05JAN07, acompanhando as atividades de policiais militares integrantes de uma milícia na cidade do Rio de Janeiro. Segundo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="TEXT-ALIGN: justify">Do Blog da Segurança Pública:</div>
<blockquote style="TEXT-ALIGN: justify">
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O jornalista Paulo Baraldi, que escreve para o Estado de S. Paulo a partir do RJ, com especial foco na temática de segurança pública e polícia, passou o dia de ontem, 05JAN07, acompanhando as atividades de policiais militares integrantes de uma milícia na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>Segundo o jornalista a experiência foi &#8220;muito bacana.&#8221;</p>
<p>Amanhã, domingo, estaremos falando aqui da matéria para conhecimento dos nossos diletos leitores.</p>
<p>Não deixem de ler&#8230;.</p>
</blockquote>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Essa matéria vai ser interessante. <script xml:space="preserve" type="text/javascript">
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