28/09/2008

História Secreta: Rio de Janeiro

logo thc thumb História Secreta: Rio de Janeiro O canal pago, History Channel, passará no dia 18 de outubro, às 23:00 hs, o programa: " História Secreta: Rio de Janeiro". A série "História Secreta" que, de acordo com a sinopse do canal, é

dedicado a cativantes documentários de uma hora de duração, apresentamos alguns dos fatos que contribuíram para a evolução cultural do planeta. Intrigas, revoluções, eventos políticos e acontecimentos controvertidos que hoje fazem parte da… História Secreta.

O episódio sobre o Rio de Janeiro, contará a história de nossa cidade através das ruas, esquinas, praças e monumentos urbanos desta cidade maravilhosa.

O documentário será reapresentado no Domingo dia 19 de Outubro às 15:00 e 03:00 horas.

Fonte: Rio de Janeiro Metblogs.

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03/09/2008

Descoberta histórica

02 mhb rio aqueduto thumb Descoberta histórica O Rio é uma cidade cheia de segredos e surpresas a serem revelados, sítios históricos e arqueológicos estão espalhados por toda a cidade. O Centro da cidade é um desses locais, onde em escavações se pode ter surpresas, como nos achados do estacionamento subterrâneo Santa Luzia, recentemente em um posto de gasolina, e na reforma de alguma igreja, como a Sé. Imagina o que deve guardar aquela região do porto e de São Cristovão.

Pois bem, em um trabalho de mapeamento da infra-estrutura histórica da cidade, foi descoberto uma aqueduto no bairro do Rio Comprido, provavelmente construído no século XIX. O aqueduto fica localizado em um terreno da Light. Este achado histórico, que ainda tem parte de sua estrutura ainda em bom estado, possui um declive que segue em direção ao Túnel Rebouças. Compõe esse aqueduto oito arcos de três metros cada um, que faziam parte do sistema de distribuição de água da cidade no século XIX.

Vamos aguardar que outras surpresas históricas a cidade vai nos revelar ao longo dos anos.

Update

Casa onde viveu Machado de Assis é redescoberta

casa machado de assis thumb Descoberta histórica Uma boa noticia para o patrimônio cultural da cidade e mais uma garantia para preservação da memória e história para as gerações futuras.

No ano em que se completam 100 anos de morte do escritor Machado de Assis, o sobrado em que o mesmo viveu com sua esposa no ano de 1874, e onde o escritor escreveu “A Mão e a Luva”, foi redescoberto.

Por sorte, técnicos da Secretaria Municipal de Patrimônio Cultural, descobriram que o antigo número 96 virou o atual 264, da Rua da Lapa , quando das reformas urbanas do século XX alteraram a numeração da região da Rua do Riachuelo.

O sobrado já foi incluído no Decreto Municipal do Corredor Cultural, que será publicado nesta quinta-feira , no Diário Oficial do Município.

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13/03/2008

Em Tempos Distintos, Importantes são os Legados Deixados por Estes Homens ao Rio

dom joo vi foi um dos que mais deixou legado para o rio de janeiro thumb Em Tempos Distintos, Importantes são os Legados Deixados por Estes Homens ao RioA política é sem dúvida nenhuma, um campo que provoca paixões e inúmeras discussões calorosas. E não seria diferente em solo carioca. Esta cidade pôde presenciar alguns ciclos marcantes da história política do Brasil. Foi sede de um Império; primeiro por treze anos, aqui foi o centro do Reino Português; depois veio o Império do Brasil, com a independência; e algumas décadas a frente, a sede administrativa do Brasil República.

Homens notáveis, correntes políticas, aqui tiveram seu palco. Porém alguns deles permaneceram nos anais da história carioca, independente de suas convicções políticas. Negar que estes homens deixaram sua marca em solo carioca, seria um equívoco. Relembrar os seus feitos é sim, uma forma de imortalizá-los, junto como suas contribuições p ara o desenvolvimento da Cidade Maravilhosa.

Sem dúvidas nenhuma o primeiro homem a deixar um legado que mudaria completamente a cidade do Rio de Janeiro foi D. João. Com a sua chegada a cidade deixou seus ares provincianos e ganhou não só status de metrópole, mas sim inúmeras obras que até hoje contribuem principalmente com a formação cultural desta cidade. Podemos citar as mais famosas como o Jardim Botânico – meio ambiente -; A Biblioteca Nacional – conhecimento -, o Teatro São João e a Escola de Belas Artes – formação das artes e fomento a cultura -. Certamente D. João VI foi o grande responsável pelo desenvolvimento cultural desta cidade, aqui ele fundou escolas e liceus – o primeiro curso de engenharia -. Pode-se dizer também que ele foi um dos mentores do nosso fantástico carnaval, pois na época em que viveu aqui, promovia grandes festas, inclusive com carros alegóricos.

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15/11/2007

Campo de Santa – Cenário da Proclamação da República

campo de santana Campo de Santa   Cenário da Proclamação da República Hoje é feriado da Proclamação da República e porque não falar um pouco do palco que serviu para o Marcehal Dedoro da Fonseca? Qual foi o motivo para este momento histórico ter ocorrido lá? Era do lado da casa de Deodoro…

Além da razão mais conhecida, o parque que ocupa uma área de 155.200 m² (15,52 ha), foi também local em que Dom Pedro I foi aclamado Imperador e da Revolução da Vacina.

Hoje a área tem suas cutias, patos, pavões e claro os gatos, que merecem até um página na internet: http://www.gatosdocampodesantana.kit.net/.

Veja um pouco mais sobre o parque, retirado do site da Fundação Parque Jardins da Prefeitura do Rio.

Há várias obras de arte no local, como as esculturas das Estações em mármore, monumento a Benjamin Constant, escultura em argamassa Luta Desigual, fontes francesas centenárias em ferro fundido. Destacam-se entre muitas árvores notáveis, o Ficus microcarpa, também conhecido como a "árvore que anda", por lançar suas raízes aéreas ao chão, formando novos troncos e a Ficus religiosa, um grupo de baobás, palmeiras originárias de diversas regiões e exemplares significativos da flora nativa, como o Pau Brasil.

Até o século XVII, fazia parte de um grande descampado, denominado Campo da Cidade cuja extensão compreendia a rua da Vala (atual Uruguaiana) até o caminho de Capueruçu. No final deste século, passou a área ser chamada de Campo de São Domingos, quando esta irmandade obteve autorização para construir ali um templo.

No início do século XVIII surgiram as primeiras chácaras e a igreja de Nossa Senhora de Santana, que deu nome ao campo. Neste período o local era utilizado como área de despejo de lixo e esgotos da cidade, uso que foi abolido com as reformas promovidas para a chegada de D. João VI, em 1816. Estas reformas implicaram na instalação do 1º Quartel Militar da Cidade e na adaptação do Campo de Santana em área de manobras e exercícios militares. O campo era também utilizado para a realização de grandes festas públicas religiosas e oficiais, como a aclamação de D. João VI e D. Pedro I, Imperadores do Brasil.

cutia pavo e gato no campo de santana Campo de Santa   Cenário da Proclamação da República Até meados do século dezenove, foram feitas diversas tentativas de arborização, mas nenhuma com sucesso. No início da década de 70 D. Pedro II encomendou ao paisagista e botânico francês Auguste François Marie Glaziou e ao engenheiro Francisco José Fialho, um projeto para a área. A construção deste jardim pelo período de 1873 até 1880, implicou na implantação de um traçado inglês semelhante ao utilizado no Passeio Público, onde se distribuiram mais de 60.000 plantas, grande parte colhidas na Floresta da Tijuca ou no viveiro que havia na Quinta da Boa Vista.

O parque foi dotado de pequenas elevações ou depressões gramadas, cercadas de árvores de copa largas como as figueiras. Glaziou buscou valorizar espécies nativas, criando um jardim onde há um jogo permanente entre os tons de verde, entre luz e sombra.

"Gansos no Campo de Santana"

Ainda no tratamento paisagístico dado ao Campo de Santana, destacam-se a gruta e as pontes, cuja estrutura foi feita de trilhos de estrada de ferro, imitando troncos de árvores, sobre belíssimos espelhos d’água.

Atualmente, o porte majestoso das figueiras seculares, com raízes torcidas e trabalhadas pela própria natureza, fazem do Campo de Santana um oásis de tranquilidade no movimentado centro comercial do Rio. No Campo de Santana está situada a sede da Fundação Parques e Jardins.

Lago no Campo de Santana

Várias obras de arte, significativas para a memória da cidade, podem ser apreciadas pelos visitantes, como o monumento em homenagem a Benjamin Constant, obra de Décio Vilares, Eduardo Sá e Vicente Ornelas, as estátuas em mármore "Inverno" e "Verão", de autoria de Paul Jean Baptist Gasg e "Primavera" e "Outono", de autoria de Gustave

Estátua "Primavera"

Frederic Michel, a escultura Luta Desigual, de autoria de Després de Cluny, quatro fontes ornamentadas com a figura mitológica europa, de Mathurim Moreau e o chafariz A Sereia, de Serres – obras em ferro fundido, produzidas nas Fundições do Val D’Osne, na França.

Por sua importância histórica, foi tombado em 1968, pelo Instituto Estadual de Patrimônio Cultural (INEPAC).

Foto do Campo de Santana retirada do Flickr de Marcelo Sokal. Dos animais no Campo de Santana é do Flickr de Philippe.

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