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	<title>Diário do Rio de Janeiro &#187; História</title>
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	<description>Um Blog de Amor ao Rio</description>
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		<title>A Hist&#243;ria do Futebol Carioca no Globo Esporte</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 21:58:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem gosta de Futebol e do Rio de Janeiro não pode perder a série que  está contando a história do Futebol Carioca em uma série de vídeos. Cada episódio lembra momentos históricos e curiosos do Flamengo, Vasco, Fluminense e até do Botafogo e do extinto Mangueira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Futebol Carioca" border="0" alt="Futebol Carioca A Hist&oacute;ria do Futebol Carioca no Globo Esporte" align="left" src="http://www.diariodorio.com/wp-content/uploads/2012/01/Futebol-Carioca.jpg" width="215" height="145" />Quem gosta de Futebol e do Rio de Janeiro não pode perder a série que desde ontem, 3 de Janeiro, está contando a história do Futebol Carioca em uma série de vídeos. Cada episódio lembra momentos históricos e curiosos do Flamengo, Vasco, Fluminense e até do Botafogo e do extinto Mangueira.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Óbvio que não há vídeos, e sim a dramatização dos jogos e da história, com direito até aos uniformes da época. Veja abaixo a história de cada episódio, o primeiro sobre o Vasco e o segundo sobre o primeiro Fla x Flu já foram transmitidos mas quem não viu pode ver na página do <a href="http://www.globo.com">globo.com</a> ou abaixo:</p>
<div align="justify"><span id="more-16950"></span></div>
<p align="justify">O <a href="http://globoesporte.globo.com/videos/globo-esporte/v/historia-do-futebol-carioca-primeiro-titulo-do-vasco-em-1923/1753402/#/edi%C3%A7%C3%B5es/20120104/page/1">episódio sobre o Vasco da Gama</a>, que abre a série na terça-feira, dia 3, lembrará o primeiro título carioca do cruzmaltino, em 1923, na primeira participação do clube na elite do futebol carioca. Lembrará também o apoio financeiro que os comerciantes portugueses deram ao time, além do forte racismo que existia na época. O Vasco foi o primeiro time a ser campeão com negros no time.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">O primeiro Fla-Flu, que em 2012 completa 100 anos, será lembrado em outro episódio da série. Em 1911, o Fluminense era o melhor time do Rio e tinha sido campeão invicto. Entretanto, problemas internos do clube provocaram a saída de nove titulares do time que juntos fundaram o futebol do Flamengo. No início do Campeonato Carioca de 1912, os dois times se enfrentaram pela primeira vez e o Fluminense, mesmo com um time relativamente inferior, derrotou o time rubro-negro.</p>
<p align="justify"><u></u><u></u></p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><object width="480" height="360" data="http://s.videos.globo.com/p2/player.swf" type="application/x-shockwave-flash"><param value="true" name="allowFullScreen"><param value="http://s.videos.globo.com/p2/player.swf" name="movie" /><param value="high" name="quality" /><param value="midiaId=1754787&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=360" name="FlashVars" /></param></object></p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Ídolo do Flamengo de 1937 a 1943, o jogador argentino Valido será tema do episódio sobre o time rubro-negro. Mesmo estando aposentado há um ano, ele foi convidado pelo técnico Flávio Costa para participar dos dois últimos jogos do campeonato de 1944. Moral da história? Ele foi o autor do gol do título, contra o Vasco, aos 41 minutos do segundo tempo, e sagrou-se herói do tricampeonato carioca do clube de 1942, 1943 e 1944.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">O episódio do <strong>Botafogo</strong> contará quem foi Carlito Rocha, um dos maiores presidentes da história do clube, até hoje lembrado pelas suas superstições.&#160; Além de amarrar as cortinas para “dar um nó” nas pernas dos adversários e de dar mel aos seus jogadores antes das partidas, Carlito adotou como amuleto de sorte um cachorro preto e branco que invadiu o campo em um jogo do Botafogo. Batizado de Biriba, o cão foi tratado como nome importante no clube em 1948, quando o alvinegro foi campeão carioca depois de 13 anos.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">No sábado, dia 7 de janeiro, o último episódio da série contará a história do <strong>Sport Club Mangueira,</strong> o rubro-negro da Tijuca, que existiu de 1906 a 1927, participou de oito campeonatos cariocas e protagonizou um dos maiores vexames do futebol brasileiro. Das 118 partidas que disputou, o time acumulou 96 derrotas, sendo duas delas marcantes: um 24&#215;0 para o Botafogo, em 1909, que é até hoje a maior goleada da história do futebol brasileiro, e um 16&#215;2 para o Flamengo, que é a maior vitória da história do rubro-negro da Gávea. O clube ganhou este nome ao ser fundado por operários da fábrica ‘Chapéus Mangueira’ e, como a maioria de seus funcionários morava no morro, ele também passou a se chamar Mangueira.</p>
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		<title>A Hist&#243;ria da Proclama&#231;&#227;o da Rep&#250;blica</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 13:53:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Dica]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Podemos aproveitar o Feriadão e aprender um pouco mais sobre a Proclamação da República, um fato tão ligado a história e a Geografia do Rio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://historica.com.br/podcast/visao-historica/026-proclamacao-da-republica"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Proclamacao da Republica" border="0" alt="Proclamacao da Republica A Hist&oacute;ria da Proclama&ccedil;&atilde;o da Rep&uacute;blica" align="left" src="http://www.diariodorio.com/wp-content/uploads/2011/11/Proclamacao-da-Republica.jpg" width="303" height="208" /></a>Apesar de parecer óbvio tem algumas pessoas que não sabem que no dia 15 de Novembro é celebrado a <strong>Proclamação da República</strong>, por exemplo, o sobrinho da namorada não sabia, mas sabia que a Holanda guerreou por sua independência com a Espanha, vai entender. </p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Pois, apesar de achar que a <strong>República</strong> naquele momento foi um erro e que pagamos seu preço até hoje (<em>o Golpe de 64, por exemplo, é eco dos militares que tiraram Dom Pedro II do poder</em>). Mas aqui minha opinião pessoal não importa e sim o fato que a Proclamação da República é diretamente ligada a história e a geografia do Rio de Janeiro. </p>
<p><span id="more-16379"></span>
<p align="justify">Por exemplo, se não fosse a Rua do Ouvidor talvez o Império tivesse durado mais alguns anos e saído por uma revolta civil e não militar. Sem dúvida a História do Brasil seria completamente diferente se o Rio ainda fosse a Capital do Brasil e não Brasília tão distanciada do povo.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">A Proclamação também mudou o nome de muitos lugares do Rio, como a Praça Tiradentes (bem no meio dela fica uma estátua de Dom Pedro I), a Praça da Aclamação virou Praça da República e o Paço Imperial tornou-se Praça XV de Novembro. E por aí vai.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Bem,&#160; como vivemos presos em engarrafamento fico escutando Podcasts. E mês passado descobri o <a href="http://historica.com.br/category/podcast">Visão Histórica</a> que, como o próprio nome deixa a entender, é sobre História, uma das minhas paixões. O da semana passada foi exatamente sobre a Proclamação da República, acho que podemos aproveitar o feriadão e escutar um pouco. São vários fatos que não aprendemos na escola, como os que disse acima, ou que o Marechal Deodoro da Fonseca não queria exatamente uma República naquele momento e sim tirar o Visconde de Outro Preto como Ministro da Guerra, já que o Marechal era muito amigo do Imperador.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><a href="http://historica.com.br/podcast/visao-historica/026-proclamacao-da-republica">Entra lá e baixe o Podcast</a> e quem tiver mais dicas de onde podemos pegar mais informações históricas do Rio de Janeiro coloque ai nos comentários.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Gens Cariocas: Queremos Carmen (Mayrink Veiga)</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/gens-cariocas-queremos-carmen-mayrink-veiga/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 15:38:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giancarlo Zeni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Gens Cariocas]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Caciques, Fundadores de São Paulo, a Marquesa de Santos. Carmem gosta de se gabar de suas origens norte-italianas; porém, quem diria, tem suas raízes bem fincadas na história brasileira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><em>Gens Carioca feita por Giancarlo Zeni* comenta sobre a genealogia de algumas das famílias mais importantes ou conhecidas do Rio.</em></p>
<p align="justify"><strong><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2011/09/Carmen-Mayrink-Veiga.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15573" style="margin: 10px;" title="Carmen-Mayrink-Veiga.jpg" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2011/09/Carmen-Mayrink-Veiga.jpg" alt="Carmen Mayrink Veiga Gens Cariocas: Queremos Carmen (Mayrink Veiga)" width="257" height="290" /></a>Carmen Terezinha Solbiati Mayrink</strong> Veiga nasceu em 24 de abril de 1929 em Pirajuí, cidade no interior do Estado de São Paulo. Considerada a &#8220;papisa&#8221; da alta-sociedade brasileira, é casada desde 25 de junho de 1956 com <strong>Antonio Alfredo Mayrink Veiga</strong>, filho do senador <strong>Antenor Mayrink Veiga</strong> e de <strong>Nya Ribeiro Mayrink Veiga</strong>, e é mãe de Antonia e Antenor. Carmen vive em um elegante apartamento na Avenida Rui Barbosa, no Flamengo, endereço de onde, antigamente, 9 em cada 10 sobrenomes estrelados constavam.</p>
<p><span id="more-15574"></span></p>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify">Fundadores de São Paulo</h3>
<p align="justify">Estrela de revistas como a Vanity Fair, retratada por Portinari, Picasso, Romero Britto, Warhol e Di Cavalcanti, Carmen tem entrelaçamentos genealógicos bastante interessantes. Filha de um italiano de Milão e de uma paulista &#8220;quatrocentona&#8221;, os avós maternos de Carmen foram o <strong>Coronel Herculano Leite do Canto</strong> e <strong>D. Maria Emília Teixeira de Andrade</strong>, ambos primos entre si e descendentes de fundadores da cidade paulista de São Pedro, desmembrada de Piracicaba. Ancestral comum de ambos, entre outros, foi <strong>Manoel Morato do Canto</strong>; fazendeiro na região, era descendente de <strong>Anna Mattoso Morato</strong> e <strong>Manoel de Lemos Conde</strong>. Manoel, português, foi o descobridor de minas de prata em Paranaguá, atual Estado do Paraná, em meados do século XVII, sendo um dos homens mais ricos da Capitania em sua época. Preso e sequestrado, se degolou com as próprias mãos em 1681. Por este e outros ramos, Carmen descende ainda de duas figuras míticas da povoação do Centro-Sul do Brasil: <strong>João Ramalho</strong> e o cacique <strong>Tibiriçá</strong>.</p>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify">JOÃO RAMALHO E TIBIRIÇÁ</h3>
<p align="justify">João Ramalho era natural do distrito de Viseu, em Portugal, onde nasceu por volta de 1493. Segundo estimativas de historiadores, teria naufragado na costa da capitania de São Vicente por volta de 1513. Foi acolhido pela tribo dos Guaianases, e se casou com a filha do cacique, <strong>Bartira </strong>(ou Mbicy) &#8211; batizada como <strong>Isabel Dias</strong>. Ramalho foi, possivelmente, o primeiro povoador branco do litoral paulista, e facilitou muito a vida dos primeiros colonos trazidos por Martim Afonso de Sousa em 1532, uma vez que tinha grande prestígio com os índios do litoral e do planalto.</p>
<p align="justify">
<p align="justify">O Cacique Tibiriçá, sogro de Ramalho, foi o primeiro índio catequizado por José de Anchieta. Foi batizado como <strong>Martim Afonso Tibiriçá</strong>, em homenagem ao capitão-donatário. Em 1554, acompanhou Manuel da Nóbrega e José de Anchieta, padres jesuítas, na fundação da cidade de São Paulo, estabelecendo-se com sua tribo no local onde hoje está o Mosteiro de São Bento. Tibiriçá deu aos jesuítas a maior prova de fidelidade a 09/07/1562, quando, levantando a bandeira e uma espada de pau pintada e enfeitada de diversas cores, repeliu o ataque à vila de São Paulo efetuado pelos índios tupis, guaianás e carijós, chefiados por seu sobrinho Jagoanharo, filho do cacique Piquerobi. Sua neta <strong>Susana Dias</strong> foi fundadora da fazenda que deu origem à cidade de Santana de Parnaíba. Os restos mortais de Tibiriçá, grande patriarca dos clãs paulistas, descansam na cripta da Catedral da Sé.</p>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify">MARQUESA DE SANTOS</h3>
<p align="justify"><strong>Manoel Morato do Canto</strong>, ancestral de Carmen, era neto de Inácio do Canto e Castro, natural da Ilha Terceira. Inácio era irmão de <strong>Jerônimo do Canto e Castro</strong> e este, bisavô de <strong>Domitila de Castro do Canto e Mel</strong>o, agraciada em 12 de outubro de 1826 com o título de <strong>Marquesa de Santos</strong>. Domitila se tornou célebre personagem histórica por ter sido amante do Imperador Dom Pedro I. Ela residiu no casarão onde hoje funciona o Museu do Primeiro Reinado, na Av. Pedro II, 292, São Cristóvão, e reza a lenda que um túnel ligava a Quinta da Boa Vista à casa da Marquesa. Domitila teve cinco filhos com Dom Pedro I, sendo que apenas duas chegaram à idade adulta &#8211; <strong>D. Isabel Maria, duquesa de Goiás</strong>, e <strong>D. Maria Isabel, duquesa do Ceará</strong>. A primeira se casou com o conde <strong>Ernesto Fischler von Treuberg</strong> e foi residir em Munique, Alemanha, e a segunda se casou com <strong>Pedro Caldeira Brant, Conde de Iguaçú</strong>, fiho do Marquês de Barbacena.</p>
<p align="justify">
<p align="justify">Curioso é que <strong>Maria Benedita de Castro Canto e Melo, Baronesa de Sorocaba</strong> por seu casamento com <strong>Boaventura Delfim Pereira, Barão de Sorocaba</strong>, irmã de Domitila, também foi amante de Dom Pedro e teve dele um filho, <strong>Rodrigo Delfim Pereira</strong> (registrado como filho de Boaventura mas assumido por Dom Pedro I no fim da vida), com descendência no Brasil e em Portugal.</p>
<h3 align="justify"></h3>
<h3 align="justify">MARÍLIA DE DIRCEU</h3>
<p align="justify">O marido de Carmen, &#8220;Tony&#8221; Mayrink Veiga, nasceu de uma tradicional família carioca de raízes mineiras, donos da afamada Casa Mayrink Veiga, fornecedora de suprimentos das Forças Armadas brasileiras por mais de cem anos. O tetravô de Tony, <strong>Henrique Ferreira Mayrink</strong> descendia do <strong>Coronel Francisco de Paula Mayrink</strong>, oficial do Regimento de Cavalaria de Minas que viveu de fins do século XVIII até meados do século XIX em Vila Rica, atual Ouro Preto-MG. O <strong>Coronel Francisco de Paula</strong>, por seu turno, era irmão de <strong>Maria Dorotéia Joaquina de Seixas Brandão</strong>, nascida em Vila Rica no ano de 1767, e conhecida como <strong>Marília de Dirceu</strong>.</p>
<p align="justify">
<p align="justify">Maria Dorotéia visitava com frequência as primas; conta-se que uma manhã, quando todas colhiam rosas no jardim, ela feriu-se num espinho e, vendo o sangue, gritou apavorada. O vizinho pulou o muro e foi acudi-la, enrolando o lenço em volta da mão da moça. O cavalheiro era <strong>Tomás Antonio Gonzaga</strong>, português do Porto que exercia em Vila Rica o cargo de Ouvidor. Apaixonado, escreveu célebres poemas de amor para Maria Dorotéia, quem chamava de Marília; a si mesmo, denominava Dirceu. Aos poucos, Maria Dorotéia cedeu e também se apaixonou por Tomás, a contragosto da família. Demorou dois anos para que o importante clã permitisse o casamento, entretanto o noivo foi preso oito dias antes por participação ativa na Inconfidência Mineira. Ficou encarcerado no Rio de 1789 até 1792, quando foi deportado para o Moçambique. Nunca mais se viram.</p>
<p align="justify">
<p align="justify">Tomás se casou em 1793 com com <strong>Juliana de Souza Mascarenhas</strong>, filha de um comerciante português, e teve vários filhos dela, falecendo cerca de 1810. Maria Dorotéia jamais se casou e morreu em 1853, aos 86 anos.</p>
<p align="justify">
<p align="justify">Carmem gosta de se gabar de suas origens norte-italianas; porém, quem diria, tem suas raízes bem fincadas na história brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>* Giancarlo Zeni, matogrossense naturalizado carioca, é advogado e genealogista. E-mail para contato (inclusive pesquisas): <a href="mailto:gwmzeni@gmail.com">gwmzeni@gmail.com</a></em></p>
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		<title>Gens Cariocas: Os Marinhos</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 00:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giancarlo Zeni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Gens Cariocas]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sabia que a Família Marinho descende do Rei Dom Afonso Henriques, Fundador da Nação Portuguesa e do Imperador Carlos Magno? Essas e outras curiosidades na coluna de Giancarlo Zeni sobre uma das famílias mais poderosas do Rio de Janeiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><em><img style="margin: 10px" class="size-full wp-image-15396 alignleft" title="Irineu Marinho" alt="Irineu Marinho Gens Cariocas: Os Marinhos" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2011/08/Irineu-Marinho.jpg" width="180" height="270" />O Diário do Rio começa hoje a coluna Gens Carioca do Giancarlo Zeni* com a genealogia de algumas das famílias mais importantes ou conhecidas do Rio. Para começar não poderia deixar de ser da Família Marinho.</em></p>
<p style="text-align: justify"><em></em></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Irineu Marinho Coelho de Barros</strong>, jornalista niteroiense fundador do maior grupo de mídia do Brasil e pai do magnata Roberto Marinho, nasceu em 19 de julho de 1876. O pai, <strong>João Marinho Coelho de Barros</strong>, era português de Celorico de Basto; a mãe, <strong>Heduwiges de Sousa Barros</strong>, era filha de uma família tradicional de Rezende. João era empreiteiro e contador e D. Heduwiges, &quot;do lar&quot; &#8211; os Marinhos (nome principal da família &#8211; Coelho de Barros &#8211; vinha da linha feminina e era apenas um &quot;floreio&quot; muito apreciado pelos portugueses) eram uma típica família fluminense de classe-média.</p>
<p style="text-align: justify">
<p><span id="more-15393"></span>
<div style="text-align: justify" class="mceTemp">
<dl style="width: 270px" id="attachment_15395" class="wp-caption alignright">
<dt class="wp-caption-dt"><img style="margin: 10px" class="size-full wp-image-15395  " title="Aclamação de Amador Bueno, óleo de Oscar Pereira da Silva (1909)" alt="Aclamacao de Amador Bueno Gens Cariocas: Os Marinhos" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2011/08/Aclamacao-de-Amador-Bueno.jpg" width="260" height="195" /> </dt>
<dd class="wp-caption-dd"><em>Aclamação de Amador Bueno, óleo de Oscar Pereira da Silva (1909) </em></dd>
</dl>
</div>
<h2></h2>
<p style="text-align: justify">&#160;</p>
<h2></h2>
<h3>O Bandeirante e o Rei de São Paulo</h3>
<p style="text-align: justify">Se os pais de Irineu eram personagens medianos, o mesmo não acontecia com seus ancestrais &#8211; muitos deles foram construtores da história do Brasil. Vejamos o trisavô, o <strong>Guarda-Mor Antonio Bueno Freire</strong>; natural de São João del Rei, exercia nas minas de ouro do sul de Minas o cargo que hoje seria correspondente a fiscal de tributos. O Guarda-Mor descendia dos Buenos, uma das famílias mais ilustres de São Paulo, grande fornecedora de bandeirantes; era primo de <strong>Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhangüera</strong>, e descendente de <strong>Amador Bueno</strong>, filho de nobres sevilhanos que em 01/04/1641 foi aclamado <strong>Rei de São Paulo</strong> por fidalgos castelhanos insatisfeitos pelo rompimento da União Ibérica. O historiador Afonso de Taunay diz que Amador Bueno recusou a honra, e com a espada desembainhada, deu vivas, como leal vassalo, ao rei de Portugal. Ameaçado de desacato, Amador Bueno tinha se refugiado no mosteiro beneditino, pedindo a intervenção do abade e seus monges. No dia 03/04/1641, todos resolveram reconhecer D. João IV como soberano e a confusão terminou bem.</p>
<p style="text-align: justify">&#160;</p>
<p style="text-align: justify">O Capitão Antonio Bueno Freire era, ainda, genro do <strong>Sargento-Mor Francisco do Rêgo Barros</strong>. O posto de sargento-mor designava um oficial superior das Ordenanças, uma espécie de força militar aristocrática existente em cada vila do Brasil Colônia; o pai de Francisco, por sua vez, era o <strong>Capitão-Mor Cosme do Rego Barros</strong>. Esta era a maior patente militar que alguém que não fosse integrante do exército poderia almejar; Cosme, de família nobilíssima, era Capitão-Mor de Recife &#8211; era, portanto, o chefe militar da cidade e uma espécie de prefeito, exercendo sua jurisdição inclusive sobre os vereadores e demais funcionários civis.</p>
<p style="text-align: justify">&#160;</p>
<h3>Chico Buarque, Imperador Carlos Magno e o Fundador da Nação Portuguesa</h3>
<p style="text-align: justify">Cosme descendia da família Holanda (que alguns dizem descender de uma <strong>irmã do Papa Adriano VI</strong>), a mesma de <strong>Chico Buarque</strong>, e de dois personagens emblemáticos do Nordeste colonial: <strong>Filippo Cavalcanti</strong> e <strong>Jerônimo de Albuquerque</strong>. O primeiro era um nobre florentino, filho de um rico comerciante que vendia sedas orientais para Henrique VIII; não se sabe como, veio parar no Brasil e se casou com <strong>Catarina de Albuquerque</strong>, filha de Jerônimo de Albuquerque com uma índia. Na primeira visitação do Santo Ofício (a inquisição) ao Brasil, Filippo, de setenta anos de idade, foi acusado de sodomia. Não foi, contudo, processado, devido aos seus grandes cabedais.</p>
<p style="text-align: justify">&#160;</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Jerônimo de Albuquerque</strong>, sogro de Filippo, era português. Sobrinho do navegador e governador da Índia <strong>Afonso de Albuquerque</strong>, descendia de reis diversos, inclusive de <strong>D. Afonso Henriques</strong>, o fundador da Nação Portuguesa, e do <strong>Imperador Carlos Magno</strong>. Jerônimo veio para Pernambuco com seu cunhado <strong>Duarte Coelho</strong>, primeiro capitão-donatário, e logo na sua chegada foi flechado por um índio tabajara em uma luta. Perdeu um dos olhos e ficou conhecido como o Torto. Foi feito prisioneiro dos tabajaras e condenado à morte; salvou-lhe a pele a filha do cacique <strong>Uirá Ubi</strong>, <strong>Tabira</strong>, que se apaixonou por ele. O casamento selou a paz entre os tabajaras e os portugueses. Tabira foi batizada e recebeu o nome de <strong>Maria do Espírito Santo Arcoverde</strong> &#8211; é a mãe de D. Catarina, mulher de Filippo. Jerônimo, entretanto, não se contentou com esse conto de fadas tupiniquim; uma carta de 1562 de D. Catarina de Áustria, rainha de Portugal, menciona que Jerônimo mantinha trezentas concubinas. Teve tantos filhos &#8211; naturais, bastardos e legítimos &#8211; que ganhou dos historiadores um apelido emblemático: o Adão Pernambucano.</p>
<p style="text-align: justify">&#160;</p>
<p style="text-align: justify">Voltando ao Capitão-Mor Cosme do Rego Barros, este era casado com a prima <strong>Isabel Acha de Albuquerque</strong>. Ela também descendia, pela linha varonil, do <strong>Adão Pernambucano</strong>; e pela sua avó paterna, <strong>Leonor de Vedra</strong>, descendia de <strong>Albert Gerhard Wedda</strong>, um dos comandantes da Companhia das Índias Ocidentais holandesa e assessor do Príncipe Maurício de Nassau.</p>
<p style="text-align: justify">Plim-plim.</p>
<p style="text-align: justify">&#8212;&#8211;    <br /><em>* Giancarlo Zeni, matogrossense naturalizado carioca, é advogado e genealogista. E-mail para contato (inclusive pesquisas): gwmzeni@gmail.com</em></p>
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		<title>Hist&#243;ria Demogr&#225;fica do Rio</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 21:43:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[História do Rio]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o século XVIII o carioca sofre com a falta de espaço e vai empurrando a cidade para o Oeste. Inicialmente, o Rio era dividido não em bairros, mas em freguesias que eram áreas de abrangência das paróquia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="As Freguesias do Rio de Janeiro" border="0" alt="As Freguesias do Rio de Janeiro Hist&oacute;ria Demogr&aacute;fica do Rio" align="left" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2011/08/As-Freguesias-do-Rio-de-Janeiro.jpg" width="278" height="304" />O <strong>Giancarlo Zeni</strong>, grande amigo e que possui um cachorro bipolar, me indicou este texto dele em que conta um pouco da história demográfica do Rio de Janeiro e, o melhor, me liberou para usar aqui no Diário do Rio. O texto está simplíssimo e bem resumido, vale a leitura para todos que amam e querem conhecer mais sobre o Rio de Janeiro.</p>
<p>&#160;</p>
<p align="justify">Desde o século XVIII o carioca sofre com a falta de espaço e vai empurrando a cidade para o Oeste. Inicialmente, o Rio era dividido não em bairros, mas em freguesias que eram áreas de abrangência das paróquia. Como os sacramentos valiam como registro civil, acabaram virando, além de divisões eclesiásticas, delimitações administrativas. O conceito de bairro, no Rio, só foi aparecendo da década de 1830 em diante, mas as freguesias só perderam sua importância referencial quase cem anos depois.</p>
<p><span id="more-14332"></span>
<div align="justify">Até a década de 1870, as freguesias urbanas eram as seguintes:
<li><strong>SÃO CRISTÓVÃO</strong>: correspondente a praticamente o mesmo território do bairro atual; </li>
<li><strong>SANTANA</strong>: Cidade Nova e Santo Cristo; </li>
<li><strong>SANTA RITA</strong>: Gamboa e Saúde; </li>
<li>Nossa Senhora da <strong>CANDELÁRIA</strong>: região da atual Praça Mauá; </li>
<li><strong>SACRAMENTO</strong>: miolo do Centro, como Praça Tiradentes, Saara e Cruz Vermelha; </li>
<li><strong>SÃO JOSÉ</strong>: Castelo; </li>
<li><strong>SANTA LUZIA</strong>: Castelo, Misericórdia, Cinelândia; </li>
<li><strong>SANTO ANTONIO</strong>: Largo da Carioca, Lapa e Bairro de Fátima; </li>
<li>Divino <strong>ESPÍRITO SANTO</strong>: partes do Estácio e Catumbi; </li>
<li>São Francisco Xavier do <strong>ENGENHO VELHO</strong>: Tijuca, Maracanã, Vila Isabel, Grajaú e Rio Comprido; </li>
<li>Nossa Senhora da <strong>GLÓRIA</strong>: Cosme Velho, Laranjeiras, Catete, Glória e Flamengo; </li>
<li>São João Baptista da <strong>LAGOA</strong>: Botafogo, Humaitá, Copacabana e Leme;       <br />Nossa Senhora da Conceição da <strong>GÁVEA</strong>: Jardim Botânico, Gávea, Lagoa, Ipanema, Leblon, São Conrado, Joá.</li></div>
<p>&#160;</p>
<p>Até a chegada da família real, em 1808, todos viviam no Centro da cidade; as classes sócio-econômicas se misturavam muito, mas as melhores freguesias eram Santo Antonio, Sacramento e São José. Os mais pobres viviam no Mata-Porcos, via entre Santo Antonio e Espírito Santo, hoje Mem de Sá / Salvador de Sá.</p>
<p>&#160;</p>
<p align="justify">Com a chegada da família real, Elias Antonio Lopes, comerciante português proprietário de uma Quinta em São Cristóvão, doou sua residência ao então Príncipe-Regete D. João. Isto fez com que a nobreza da terra e de Portugal se instalasse ou construísse palacetes na área. São Cristóvão virou o primeiro bairro nobre do Rio, e tal condição perdurou até meados da década de 1870 &#8211; o bairro acompanhou a decadência da Monarquia.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Por outro lado, D. Carlota Joaquina se estabeleceu na freguesia da Glória, na localidade de Laranjeiras. Isso levou muitos nobres e proprietários ricos, sobretudo estrangeiros, a se instalarem em chácaras na região de mata exuberante, nos atuais Catete, Laranjeiras e Cosme Velho. A atual Glória passou a sediar palacetes, em ambiente mais urbano. As regiões supracitadas do centro continuavam valorizadas, e o grosso do comércio e dos serviços &#8211; sofisticados e essenciais &#8211; continuava lá.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">A partir da década de 1850, a aristocracia cafeeira começou a ocupar grandes chácaras no Engenho Velho (que tinha, então, o melhor clima da cidade), que era &quot;feudo&quot; das famílias Mesquita (Barão de Mesquita, Conde de Bonfim, Barão de Itacuruçá) e Souza (Barões do Andaraí). O próprio Duque de Caxias vivia em um palacete onde foi a Mesbla e hoje é um supermercado Sendas, na rua Conde de Bonfim. Engenho Velho, São Cristóvão e as freguesias do Centro eram os locais que concentravam as famílias tradicionais, de nobreza velha.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Os novos ricos, que já ocupavam principalmente o Catete e a Glória, começaram a se mudar para um antigo bairro de pescadores, totalmente urbanizado e planejado na década de 1880: Botafogo. Palacetes em estilo francês em centro de terreno (terrenos urbanos, e não chácaras como no Engenho Velho), quarteirões bem definidos e quadrados, ruas pavimentadas, calçadas largas e ajardinadas, belos e exuberantes jardins na orla do bairro&#8230; Tudo enunciava a Paris dos Trópicos que viria nos primeiros anos da República.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">No ano de 1889, Proclamação da República. A Família Imperial é enxotada, a grande nobreza já é decadente. Os grandes comerciantes, joalheiros, médicos e industriais se firmavam como a nova elite do Rio. Vão se mudando aos poucos todos para Botafogo, bem como as família tradicionais remanescentes (que ainda não haviam se mudado para o vizinho aristocrático, o Flamengo, onde pululavam palacetes novos mas ainda não havia a noção de centro de terreno e calçadas), sepultando aos poucos São Cristóvão e o Engenho Velho. O Catete também toma novos ares com a compra do palacete do Conde de Nova Friburgo, Antonio Clemente Pinto, para servir de nova sede do Governo; com isso, grande parte dos políticos passa a morar nas proximidades do Palácio. A Glória decai, e vai se transformando em bairro intelectual e boêmio.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Na década de 1920, o carioca já se esqueceu das freguesias e os bairros já &quot;pegaram&quot;; se inicia a ocupação efetiva de Copacabana e Ipanema. Estrangeiros e visionários, de famílias antigas ou não &#8211; mas em geral todos endinheirados &#8211; vão construindo casarões no areal. Copacabana já nasce luxuosa, tradicional, com o Copacabana Palace e o Edifício São Lélis, na esquina de Atlântica com Barão de Ipanema &#8211; um edifício de veraneio para Generais. Na década de 1930, a Medicina começa a sugerir banhos de mar como terapia: é a deixa para que o Engenho Velho migre, em massa, para a Princesinha do Mar, que na década de 1940 já é o mais verticalizado dos bairros cariocas.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Nas décadas de 1940 e 1950, São Cristóvão é decadência total. Rio Comprido, seu substituto, ainda é um bairro bucólico, escondido; preferido dos alemães e ingleses, tem um perfil mais urbano e menos aristocrático que o Engenho Velho, tendo dado lugar, por isso, a uma classe média crescente. No vizinho mais nobre, enquanto isso, as casas pouco a pouco são derrubadas e surgem os primeiros edifícios de apartamentos. Vila Isabel também desponta como bairro de classe média. Com o tempo, Rio Comprido e Vila Isabel estendem sua natureza ao vizinho ex-aristocrático, pululando edifícios e demolindo casas em ritmo acelerado.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Com o auge de Copacabana, Botafogo entra em colapso; não tem o charme do vizinho Flamengo, muito menos o encanto da Praia oceânica. Mingua. Expia sua condição até fins da década de 1990, quando começa a se reerguer. Vira lar de cabeças-de-porco, edifícios com centenas de conjugados &#8211; um pouso na Capital Federal para a classe média do Brasil a fora. Enquanto a avenida Rui Barbosa despontou como enclave de prédios de luxo desde a década de 1930 e nunca perdeu seu status, só dois edifícios assim foram construídos na Praia de Botafogo: o Caparaó e o Corcovado, ainda hoje lares de muitas famílias tradicionais do Rio.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Em 1960, Ipanema começa a ganhar charme, quando uma certa garota seduz Vinícius e Tom&#8230;Daí em diante, todos conhecem bem a história!</p>
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		<title>Breve História do Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jul 2011 21:11:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Este vídeo faz parte de uma série da Tv Escola chamado “Breve História das Capitais Brasileiras”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="background-image: none; margin: 0px 10px 5px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; padding-top: 0px; border: 0px;" title="Rio de Janeiro por Ricardo Scholz" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2011/07/Rio-de-Janeiro-por-Ricardo-Scholz.jpg" alt="Rio de Janeiro por Ricardo Scholz Breve História do Rio de Janeiro" width="357" height="241" align="left" border="0" />Este vídeo faz parte de uma série da Tv Escola chamado “<strong><em>Breve História das Capitais Brasileiras</em></strong>”. Então nesse fim de domingão que tal aprender um pouco sobre a história da <strong>Mui Leal e Heroica Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro</strong>.</p>
<p><span id="more-14258"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:6f5326e3-1e39-4147-9751-82a537da5f03" class="wlWriterEditableSmartContent" style="width: 448px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding: 0px;">
<div><object width="448" height="252" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-9UyK9W0UyA?hl=en&amp;hd=1" /><embed width="448" height="252" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/-9UyK9W0UyA?hl=en&amp;hd=1" /></object></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/ricardoscholz/5651527486/">Rio de Janeiro</a> por <a href="http://www.flickr.com/photos/ricardoscholz/">Ricardo Scholz</a></em></p>
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		<title>Rainha dos Anjos&#8211;Um Tesouro na Ba&#237;a da Guanabara</title>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 22:59:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[História do Rio]]></category>

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		<description><![CDATA[No fundo da Baía da Guanabara pode ter quase US$ 1 bilhão, fruto do navio Rainha dos Anjos que afundou em 1722,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 10px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Rainha dos Anjos" border="0" alt="Rainha dos Anjos Rainha dos Anjos&ndash;Um Tesouro na Ba&iacute;a da Guanabara" align="left" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2011/05/Rainha-dos-Anjos.jpg" width="318" height="126" />Jogou na Mega Sena desta semana? São só R$ 30 Milhões, tem muitos mais no fundo da Baía da Guanabara do que podemos sonhar em gastar, que pode chegar a US$ 1 bilhão de dólares, nos porões da nau Rainha dos Anjos. O navio tinha marcado de Macau para a Europa em 9 de Dezembro de 1721, contendo além da carga geral, presentes da corte chinesa para o Papa Clemente XI, e o Rei de Portugal, D. João V.&#160; destes, vidros e porcelanas de interesse histórico excepcional, fabricados na oficina do Palácio Imperial.&#160; </p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Se você acha que vidro é barato, na carga tinha mais de uma centena de objetos de vidro do período Kangxi (1661-1722), do qual hoje sobrou uma única peça, exposta no Museu Imperial chinês. Então vale, e muito!</p>
<p><span id="more-13510"></span>
<p align="justify">O navio afundou em junho de 1722, quer dizer, não só afundou, ele explodiu! Alguém teria esquecia uma vela acesa no porão, provavelmente o estagiária, o que começou um incêndio, seguido de uma explosão. O deslocamento de ar causado pela explosão teria chegado a quebrar os vidros do Mosteiro de São Bento. Na explosão o navio se dividiu, a proa voou para um lado e a popa para outro! Apesar disso tudo ninguém morreu.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Mas com um desastre deste teria sobrado alguma coisa para buscar? Aparentemente os chineses, na época, embalavam os objetos com várias camadas sobrepostas de argila fresca e palha de arroz, além da caixa de madeira. Muito melhor que hoje em dia…</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Antes que você decida colocar a sunga e mergulhar perto das barcas, vamos pensar. O navio afundou tem quase 300 anos, em um porto movimentadíssimo, que recebe esgoto de uma das maiores metrópoles do mundo, além do lixo jogado. Não é exatamente fácil de achar, além de não sabermos onde afundou e, soma-se, que até agora as buscas não tiveram muitos resultados.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Quem sabe o Eike Batista não invista para encontrar? E a quem queira se aprofundar há um livro chamado “Rainha dos Anjos – Mistério na Baía da Guanabara”, é um começo para os caçadores de tesouro.</p>
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		<title>O Rio visto por cima&#8230; em 1931</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Jan 2011 04:12:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[História do Rio]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito bom o vídeo que vi no Rio Que Mora no Mar, é uma gravação feita a 70 80 anos atrás quando chegou ao Rio a esquadrilha italiana Crociera Atlantica, quando 11 hidroaviões Savioa Marchetti (modelo de 30 toneladas e 12 motores ) viajaram da Italia até o Brasil. Um feito para a época. &#160; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 0px 0px 5px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="Chegada da Crociera Atlantica" border="0" alt="Chegada da Crociera Atlantica O Rio visto por cima&hellip; em 1931" align="right" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2011/01/Chegada-da-Crociera-Atlantica.jpg" width="360" height="210" />Muito bom o vídeo que vi no <a href="http://rioquemoranomar.blogspot.com/" target="_blank">Rio Que Mora no Mar</a>, é uma gravação feita a <strike>70</strike> 80 anos atrás quando chegou ao Rio a esquadrilha italiana Crociera Atlantica, quando 11 hidroaviões <em>Savioa Marchetti</em></p>
<p><em>(<strong>modelo de 30 toneladas e 12 motores )</strong></em> viajaram da Italia até o Brasil. Um feito para a época.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Veja o vídeo deles no Rio de Janeiro e se deliciem com estas imagens de nossa cidade em 1931:</p>
<p>    <span id="more-12373"></span>
<div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 480px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:ed5e58f1-4412-44a0-9c74-9927f404d3da" class="wlWriterSmartContent">
<div><embed height="385" type="application/x-shockwave-flash" width="480" src="http://www.youtube.com/v/qzJJeKO5vq4?hl=en&amp;hd=1" /> </div>
</p></div>
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		<title>Um blog com a hist&#243;ria dos monumentos do Rio de Janeiro</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/um-blog-com-a-histria-dos-monumentos-do-rio-de-janeiro/</link>
		<comments>http://www.diariodorio.com/um-blog-com-a-histria-dos-monumentos-do-rio-de-janeiro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 01:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Dica]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[História do Rio]]></category>

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		<description><![CDATA[O Rio de Janeiro não pode ser uma cidade antiga como Madri, Londres, Roma… Mas com seus 445 aninhos já tem muita história para contar. E aí se vê vários blogs contando a história de nossa cidade e suas ruas, até mais do que aqueles que falam sobre o dia a dia como o Diário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2010/10/PraaParis.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Praça Paris" border="0" alt="PraaParis thumb Um blog com a hist&oacute;ria dos monumentos do Rio de Janeiro" align="left" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2010/10/PraaParis_thumb.jpg" width="321" height="242" /></a> O Rio de Janeiro não pode ser uma cidade antiga como Madri, Londres, Roma… Mas com seus 445 aninhos já tem muita história para contar. E aí se vê vários blogs contando a história de nossa cidade e suas ruas, até mais do que aqueles que falam sobre o dia a dia como o Diário do Rio.</p>
<p>&#160;</p>
<p>A Vera Lucia, leitora deste blog, mandou o link do criado por ela, o <a href="http://ashistoriasdosmonumentosdorio.blogspot.com/" target="_blank">As Histórias dos Monumentos do Rio</a>, que como o próprio nome diz conta um pouco da história de vários monumentos de nossa cidade. O blog é, de certa forma, um pouco investigativo. </p>
<p> <span id="more-10639"></span>
<p>Por exemplo, ela conta um pouco da <a href="http://ashistoriasdosmonumentosdorio.blogspot.com/2010/10/os-postes-do-rio-de-janeiro.html" target="_blank">história dos postes</a>, em que busca a localização de postes originais da Rio Branco. É sem dúvida um blog que vale a pena estar na lista dos favoritos.</p>
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		<title>Hist&#243;ria do Rio: Rainha Elizabeth II no Maracan&#227; em 1968</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/histria-do-rio-rainha-elizabeth-ii-no-maracan-em-1968/</link>
		<comments>http://www.diariodorio.com/histria-do-rio-rainha-elizabeth-ii-no-maracan-em-1968/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 18:11:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[História do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Maracanã]]></category>

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		<description><![CDATA[O vídeo abaixo retirei do blog do jornalista Renato Mauricio Prado. Mostra a presença da Rainha da Inglaterra, Elizabeth II, no torneio regional entre o Rio de Janeiro e São Paulo. &#160; Além do valor histórico tem a curiosidade… o vídeo tem 42 anos e a Rainha continua firme e forte no trono. Eu adoro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2010/08/RainhaElizabethIInoMaracan.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Rainha Elizabeth II no Maracanã" border="0" alt="RainhaElizabethIInoMaracan thumb Hist&oacute;ria do Rio: Rainha Elizabeth II no Maracan&atilde; em 1968" align="left" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2010/08/RainhaElizabethIInoMaracan_thumb.jpg" width="278" height="184" /></a> O vídeo abaixo retirei do blog do jornalista Renato Mauricio Prado. Mostra a presença da Rainha da Inglaterra, Elizabeth II, no torneio regional entre o Rio de Janeiro e São Paulo.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Além do valor histórico tem a curiosidade… o vídeo tem 42 anos e a Rainha continua firme e forte no trono. Eu adoro esta <a href="http://lisawallerrogers.wordpress.com/2009/10/18/queen-elizabeth-with-12-u-s-presidents/" target="_blank">sequência de fotos de Sua Majestade com presidentes dos EUA desde 1951</a>.</p>
<p> <span id="more-10093"></span>
<div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:881bb3fe-044a-4ab8-a38e-50ea8835eda3" class="wlWriterEditableSmartContent">
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