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	<title>Diário do Rio de Janeiro &#187; Especial Rio e o Aquecimento Global</title>
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	<description>Um Blog de Amor ao Rio</description>
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		<title>O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&#231;&#227;o do mar na cidade do Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 14:16:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial Rio e o Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Pereira Passos]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Por André Delacerda Dando seqüência a série de reportagens O Rio e o Aquecimento Global, tem-se uma das mais esperadas pelos leitores do Diário do Rio e pela sociedade carioca em geral. Dois aspectos são relevantes nesta breve análise. Esta reportagem é reveladora. E ela também nos faz debater sobre os danos que podem ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por André Delacerda</em></p>
<p><img style="margin: 0px 10px 5px 0px" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/eu-arv-rio1-thumb.jpg" align="left" title="O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&ccedil;&atilde;o do mar na cidade do Rio de Janeiro" alt="eu arv rio1 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&ccedil;&atilde;o do mar na cidade do Rio de Janeiro" /> </p>
<p>Dando seqüência a série de reportagens <i><a href="http://diariodorio.com/category/especial-ecologia/" target="_blank">O Rio e o Aquecimento Global</a></i>, tem-se uma das mais esperadas pelos leitores do Diário do Rio e pela sociedade carioca em geral.  </p>
<p>Dois aspectos são relevantes nesta breve análise. Esta reportagem é reveladora. E ela também nos faz debater sobre os danos que podem ser provocados pelos efeitos da elevação do mar na cidade do Rio de Janeiro. E as e possíveis medidas para solucionar este problema.  </p>
<p>Assim, optamos por apresentar, nesta matéria, alguns mapas e suas interpretações; de uma série de outros que compõem o estudo <i>Documento indicativo de áreas da cidade que podem ser atingidas pela elevação do nível do mar devido às mudanças climáticas</i>. Elaborado pelo Instituto Pereira Passos – IPP, ligado a Prefeitura do Rio.  </p>
<p>A elevação do nível do mar será sem dúvida uma das conseqüências das mudanças climáticas.  </p>
<p>A cidade do Rio de Janeiro, devido à sua extensa costa, busca com o estudo elaborado pelo IPP. Dar início a um amplo processo que deve desencadear novos estudos e debates, a fim de facilitar o planejamento de ações e identificar soluções que minimizem seus efeitos.</p>
<p><span id="more-3233"></span></p>
<p>Vale ressaltar que o Rio, através da ação conjunta do IPP &#8211; Prefeitura do Rio, que, diga-se de passagem, é uma ação bastante responsável, visionária e de vanguarda. Sai a frente das demais cidades do Brasil e porque não dizer da América Latina. Sendo uma das poucas cidades do mundo, a ter conhecimento prévio das possíveis áreas da cidade que poderão ser afetadas pela elevação do nível do mar, provocada pela Mudança Global do Clima.  </p>
<p>Certamente, este estudo, será um dos alicerces para o planejamento e intervenções que poderão ser feitas pelo poder público visando salvaguardar a cidade deste efeito natural.  </p>
<p>Esse estudo representa uma série de análises feitas com base nas informações cartográficas para avaliar o impacto de elevação do nível do mar, para a cidade do Rio de Janeiro, que possui uma região costeira de 265 km com 90km só de praias. Na imagem da página cinco do relatório, utilizamos os índices do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança de Clima) onde vem-se três panoramas possíveis de inundação.  </p>
<p>Da cor mais clara para a mais escura, aplicamos os níveis de 0,4 &#8211; 0,6 &#8211; 1,5 metros de altura no mapa, e avaliamos o impacto que isso refletirá na cidade.</p>
<p><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/mapa-1.jpg"><img height="421" alt="mapa 1 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&ccedil;&atilde;o do mar na cidade do Rio de Janeiro" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/mapa-1-thumb.jpg" width="571" border="0" title="O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&ccedil;&atilde;o do mar na cidade do Rio de Janeiro" /></a></p>
<p>Esse mapa se refere ao número de pessoas, que eventualmente seriam afetadas com a elevação do nível do mar, e seus valores servem também de para uso de outros estudos ambientais. Um cálculo baseado na altura média dos terrenos (cota) e analisado através de áreas de contagem do Censo, vem revelar um número aproximado das pessoas e domicílios que seriam afetadas por um possível alagamento, tendo base nos valores de 0,8 à 1,5 metros.  </p>
<p><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/mapa-2.jpg"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="369" alt="mapa 2 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&ccedil;&atilde;o do mar na cidade do Rio de Janeiro" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/mapa-2-thumb.jpg" width="571" border="0" title="O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&ccedil;&atilde;o do mar na cidade do Rio de Janeiro" /></a>  </p>
<p>Com base nos setores de contagem do censo, entretanto, com maior índice de precisão em função do nível de análise que leva em conta regiões com altura mínima de 1,5 metros, esse mapa nos mostra o número de pessoas atingidas pela elevação do nível do mar, possibilitando estratégias para preservar a população da cidade.  </p>
<p><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/mapa-3.jpg"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="348" alt="mapa 3 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&ccedil;&atilde;o do mar na cidade do Rio de Janeiro" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/mapa-3-thumb.jpg" width="571" border="0" title="O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&ccedil;&atilde;o do mar na cidade do Rio de Janeiro" /></a> </p>
<p>A pedido de alguns técnicos da área ambiental, foi criado neste mapa um tipo de perfil com valores específicos, onde se pudesse avaliar em quais áreas da cidade o carioca estaria mais vulnerável. As áreas identificadas com altura acima de 1,5 metros, servirão também para conclusão de outros estudos da área ambiental.  </p>
<p><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/mapa-4.jpg"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="412" alt="mapa 4 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&ccedil;&atilde;o do mar na cidade do Rio de Janeiro" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/mapa-4-thumb.jpg" width="570" border="0" title="O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&ccedil;&atilde;o do mar na cidade do Rio de Janeiro" /></a> </p>
<p>A imagem que vemos agora, utiliza como pano de fundo o mapa de uso do solo, e com isso cria um recurso de avaliação mais real sobre o impacto que uma possível elevação no nível do mar poderia causar, buscando foco numa área específica da cidade (AP1 &#8211; Área de Planejamento 1) mostrando cenários de inundação para a hipótese de aumento do mar em, 0,50 &#8211; 1,00 &#8211; 1,50 &#8211; 2,00 metros. Nesse mapa, quanto mais escura for a cor da legenda, maior a chance de alagamento.  </p>
<p><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/mapa-5.jpg"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="473" alt="mapa 5 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&ccedil;&atilde;o do mar na cidade do Rio de Janeiro" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/mapa-5-thumb.jpg" width="570" border="0" title="O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&ccedil;&atilde;o do mar na cidade do Rio de Janeiro" /></a> </p>
<p>Esse mapa segue as mesmas características do anterior, sendo que em outra região da cidade (AP2 &#8211; Área de Planejamento 2). Não esquecendo, que os valores máximos demonstrados acima são alcançados somente em caso de ressaca do mar.  </p>
<p><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/mapa-6.jpg"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="430" alt="mapa 6 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&ccedil;&atilde;o do mar na cidade do Rio de Janeiro" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/mapa-6-thumb.jpg" width="571" border="0" title="O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&ccedil;&atilde;o do mar na cidade do Rio de Janeiro" /></a> </p>
<p>Idem ao mapa anterior, só que com destaque nas áreas onde a população eventualmente sofrerá mais com a elevação do mar. Trata-se de uma região de nível mais baixo na cidade. Os destaques são das áreas da Barra da Tijuca, do entornos da lagoa de Jacarepaguá e Tijuca e também de áreas próximas ao Recreio dos Bandeirantes e Vargem Grande. A imagem utiliza também como pano de fundo o Mapa de Uso do Solo do Rio de Janeiro.  </p>
<p><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/mapa-7.jpg"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="415" alt="mapa 7 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&ccedil;&atilde;o do mar na cidade do Rio de Janeiro" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/mapa-7-thumb.jpg" width="570" border="0" title="O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&ccedil;&atilde;o do mar na cidade do Rio de Janeiro" /></a> </p>
<p>Por se tratar de uma área com maior chance de alagamento, os técnicos do IPP deram uma maior atenção na região, focalizando através de imagens de satélite. É possível ver em amarelo as áreas já construídas na região, e nos limites em azul, são as áreas com maior potencial de alagamento. Em geral, tratam-se de áreas pouco ou recentemente construídas.  </p>
<p><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/mapa-8.jpg"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="383" alt="mapa 8 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&ccedil;&atilde;o do mar na cidade do Rio de Janeiro" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/mapa-8-thumb.jpg" width="570" border="0" title="O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&ccedil;&atilde;o do mar na cidade do Rio de Janeiro" /></a> </p>
<p>Novamente com base nos índices do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança de Clima), os técnicos do IPP identificaram logradouros como áreas sujeitas a alagamento. Consideramos um aumento do nível do mar de até 1,50 metros. As áreas identificadas em todo o trabalho já são conhecidas por engenheiros e arquitetos, por conta do desafio técnico nas construções.  </p>
<p><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/mapa-9.jpg"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="403" alt="mapa 9 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&ccedil;&atilde;o do mar na cidade do Rio de Janeiro" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/mapa-9-thumb.jpg" width="571" border="0" title="O Rio e o Aquecimento Global: Estudo do IPP, eleva&ccedil;&atilde;o do mar na cidade do Rio de Janeiro" /></a> </p>
<p>Após a apresentação destes dados reveladores, que não são motivo para pânico, mas sim de reflexão.  </p>
<p>É que novamente chamamos os amigos leitores do Diário do Rio e a sociedade carioca em geral para estarem engajados no processo de discussões sobre o tema e também, fazerem a sua parte.  </p>
<p>Com certeza, a soma das ações positivas de cada um de nós moradores da Cidade Maravilhosa, se somará as ações de milhares de pessoas no mundo todo nesta luta contra a destruição do planeta.  </p>
<p><em>Agrademos a atenção e colaboração dos técnicos do Instituto Pereira Passos – IPP. Ao seu presidente Sergio Besserman. A Assessoria de Comunicação Social do IPP, nas pessoas de Vera Perfeito e Erick van-Erven.</em></p>
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		<title>O Rio e o Aquecimento Global: O Protocolo Rio</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 14:43:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial Rio e o Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Por André DelacerdaFaz parte da Blogagem Coletiva sobre o Meio Ambiente. Baixe o Protocolo do Rio. Nações de todas as partes do globo estão em constante discussão, visando chegar a um denominador comum, e consequentemente obter a adesão de mais países as metas propostas pelo Protocolo Internacional de Quioto. Usando um comparativo entre os Protocolos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por André Delacerda<br />Faz parte da <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/06/blogagem-coletiva-sobre-o-meio-1.html" target="_blank">Blogagem Coletiva sobre o Meio Ambiente.</a></em> <br /><em><a href="http://portalgeo.rio.rj.gov.br/protocolo/pcontrole/documentos/decreto%20n%2027595%20de%2014%20de%20fevereiro%20de%202007.pdf" target="_blank">Baixe o Protocolo do Rio</a>.</em>  </p>
<p><img style="margin: 0px 10px 0px 0px" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/eu-arv-rio1-thumb.jpg" align="left" title="O Rio e o Aquecimento Global: O Protocolo Rio" alt="eu arv rio1 thumb O Rio e o Aquecimento Global: O Protocolo Rio" /> Nações de todas as partes do globo estão em constante discussão, visando chegar a um denominador comum, e consequentemente obter a adesão de mais países as metas propostas pelo Protocolo Internacional de Quioto.  </p>
<p>Usando um comparativo entre os Protocolos de Quioto e do Rio, ambos como finalidades de estabelecer compromissos mais rígidos, com o objetivo de se reduzir a emissão de gases de efeito estufa, amparado em estudos científicos. Observa-se que o <a href="http://portalgeo.rio.rj.gov.br/protocolo/pcontrole/documentos/decreto%20n%2027595%20de%2014%20de%20fevereiro%20de%202007.pdf" target="_blank">Protocolo do Rio</a>, possui um ponto a favor, pois enquanto o Protocolo de Kyoto, têm lutado com uma certa dificuldade para ter a adesão de grandes potencias econômicas. Aqui, em âmbito local, em solo carioca. Tem-se um terreno propício, formado por 6,2 milhões de agentes – população carioca &#8211; que com certeza estão aptos a se engajar nesta causa, sem nenhuma restrição.  </p>
<p>Na luta contra o <i>Aquecimento Global</i>, a cidade do Rio de Janeiro, deu um passo importante. Passo este, político e simbólico, mas que se consolida através de uma ação coordenada direcionando políticas públicas, privadas, e ações da sociedade, para entender e minimizar os efeitos da <i>Mudança Global do Clima</i>, com enfoque na Cidade do Rio.  </p>
<p><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/selo5junho01.jpg"><img style="margin: 0px 0px 0px 15px" height="154" alt="selo5junho01 thumb O Rio e o Aquecimento Global: O Protocolo Rio" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/selo5junho01-thumb.jpg" width="184" align="right" border="0" title="O Rio e o Aquecimento Global: O Protocolo Rio" /></a>&nbsp; Dessa forma, o Protocolo do Rio é um instrumento pelo qual, a cidade do Rio de Janeiro, através da administração municipal, se compromete junto com Governos, Empresas, Organizações e os Cidadãos Cariocas e de todo mundo, em se engajar e desenvolver esforços na luta da humanidade contra o <i>Aquecimento Global</i>.  </p>
<p>Nas oito premissas básicas que norteiam este documento, pode-se identificar três pontos importantes: a mobilização e conscientização da sociedade, como a difusão do conhecimento sobre o assunto; o planejamento de ações que vissem minimizar as ações do <i>Aquecimento Global</i> e o apoio a medidas governamentais e privadas, que vissem, diminuir a emissão de gases de efeito estufa. </p>
<p><span id="more-3205"></span><br />
<a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/meioambiente.jpg"><img style="margin: 0px 30px 0px 0px" height="184" alt="meioambiente thumb O Rio e o Aquecimento Global: O Protocolo Rio" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/meioambiente-thumb.jpg" width="244" align="left" border="0" title="O Rio e o Aquecimento Global: O Protocolo Rio" /></a>
<ol>
<li>Apoiar e participar da mobilização da sociedade carioca na luta contra o Aquecimento Global;  </li>
<li>Promover a consciência cidadã e a difusão do conhecimento sobre o aquecimento global, com ênfase na rede escolar, nas crianças e em debates comunitários;  </li>
<li>Ampliar o conhecimento dos impactos e conseqüências do Aquecimento Global sobre a cidade do Rio de Janeiro;  </li>
<li>Iniciar o planejamento de ações necessárias para enfrentar essas conseqüências de forma a preservar a cidade e proteger as populações em situação mais vulnerável;  </li>
<li>Integrar em todo o planejamento municipal, geral ou setorial, a variável mudança climática;  </li>
<li>Promover ações para reduzir as emissões de gases de efeito estufa que ocorrem na cidade ou que contribuem para o seqüestro de carbono da atmosfera;  </li>
<li>Apoiar iniciativas e projetos, públicos e privados, que favoreçam a obtenção de recursos através do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo;  </li>
<li>Encaminhar ao Governo Federal o pleito da cidade do Rio de Janeiro para sediar a Conferência das Partes (reunião da ONU) sobre Mudança Global do Clima em 2009, previsto para a América Latina;</li>
</ol>
<p><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/protocolo-do-rio.jpg"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; border-right-width: 0px" height="62" alt="protocolo do rio thumb O Rio e o Aquecimento Global: O Protocolo Rio" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/06/protocolo-do-rio-thumb.jpg" width="168" align="right" border="0" title="O Rio e o Aquecimento Global: O Protocolo Rio" /></a> Um dos aspectos mais relevantes do Protocolo do Rio, é que este, serve de incentivo para o despertar da sociedade a esta questão crucial na sobrevivência da espécie humana, bem como, as demais que com ela se inter-relacionam.  </p>
<p>Engajamento é a palavra que deve ganhar destaque no Rio e em qualquer parte do Planeta, quando se pensa na luta contra o <i>Aquecimento Global</i>.  </p>
<p>Sem engajamento, e sem o interesse da sociedade, e o conhecimento da mesma sobre o tema <i>Mudança Global do Clima</i> e seu impacto no dia-a-dia das cidades e suas populações, não teremos avanços significativos no controle da emissão de gases na atmosfera, bem como ações capazes de conter outras formas agressões ao meio ambiente.  </p>
<p>O <i>Aquecimento Global</i>, não deve ser um problema a ser resolvido somente pelos governos, ou caracterizado pela busca de soluções de forma isolada. Mas sim, deve ser, uma preocupação e uma luta de todos nós, independente de posição política, social, religiosa ou ideologia. Essa é uma causa a partidária.  </p>
<p>É uma responsabilidade de todos, para com esta, e para com as futuras gerações.  </p>
<p>O Protocolo do Rio deve ser o norte, em terras cariocas, para que todos nós caminhemos unidos em defesa do nosso maior patrimônio: O Planeta a Terra. </p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 2 de 2)</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/o-rio-e-o-aquecimento-global-entrevista-com-sergio-besserman-parte-2-de-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 May 2008 19:47:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Rio e o Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Pereira Passos]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Por André Delacerda. Na primeira parte da entrevista, o presidente do IPP, Sergio Besserman, fez uma breve explicação sobre o Instituto Pereira Passos, os principais projetos em andamento. Besserman, também nos contou como foi iniciado na causa ambiental, e o seu interesse pelos estudos científicos sobre o assunto, que culminam em ações da sua gestão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por André Delacerda.</em></p>
<p><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/besserman2.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; margin: 0px 10px 0px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/besserman2-thumb.jpg" border="0" alt="besserman2 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 2 de 2)" width="315" height="237" align="left" title="O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 2 de 2)" /></a> Na <a href="http://diariodorio.com/o-rio-e-o-aquecimento-global-entrevista-com-sergio-besserman-parte-1-de-2/" target="_blank">primeira parte da entrevista</a>, o presidente do IPP, Sergio Besserman, fez uma breve explicação sobre o Instituto Pereira Passos, os principais projetos em andamento. Besserman, também nos contou como foi iniciado na causa ambiental, e o seu interesse pelos estudos científicos sobre o assunto, que culminam em ações da sua gestão a frente do IPP. Ele enaltece também o fato de o Rio ser uma cidade de destaque internacional nas questões ambientais. E começa a falar das ações conjuntas entre os vários órgãos municipais, na busca de soluções para o <em>Aquecimento Global</em>.</p>
<p>Nesta segunda parte da entrevista Besserman, que compõe a série de reportagens <em>O Rio e o Aquecimento Global</em>. É a vez de se falar sobre o Protocolo do Rio, os ganhos que a cidade tem em estabelece-lo.</p>
<p>O presidente do IPP vai mais além, aguçando o interesse dos nossos leitores, com importantes explicações científicas sobre o degelo nos pólos. Ele também, faz revelações sobre as áreas da cidade que podem sofre danos com o aumento da elevação dos oceanos. Cometa os principais assuntos discutidos no Seminário Rio Próximos 100 anos. E fala do papel da sociedade carioca, neste tema tão importante para a sobrevivência do Planeta.</p>
<p><strong><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/protocolo-rio.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; margin: 0px 0px 5px 10px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/protocolo-rio-thumb.jpg" border="0" alt="protocolo rio thumb O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 2 de 2)" width="190" height="70" align="right" title="O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 2 de 2)" /></a> Diário do Rio &#8211; O que consiste o Protocolo do Rio?<br />
</strong>Sergio Besserman – A mudança global do clima afetará todos os aspectos da vida das cidades do planeta neste século. As questões urbanas, aliadas aos fatores de produtividade, redução de pobreza, mobilidade, qualidade de vida e características das construções, passarão a ter respostas consistentes apenas no contexto dessa luta contra o aquecimento global e a elevação do nível do mar.</p>
<p>Nessa realidade, o Rio de Janeiro tem um lugar especial entre as grandes cidades do mundo. Para a população carioca, a mais escolarizada das capitais brasileiras, as questões ambientais são fundamentais em seu dia-a-dia porque sofrerá os impactos decorrentes da elevação do nível do mar devido ao fato de ser uma cidade com extensa faixa litorânea.</p>
<p>Com essa preocupação, a prefeitura lançou o Protocolo do Rio, iniciativa do prefeito da cidade através de decreto e que tem como objetivo a conscientização e mobilização da sociedade sobre a gravidade da questão climática, além de propor soluções práticas para evitar os piores cenários divulgados pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança de Clima (IPCC).</p>
<p><span id="more-3136"></span></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><img style="margin: 0px 10px 5px 0px" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/eu-arv-rio1-thumb.jpg" alt="eu arv rio1 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 2 de 2)" align="left" title="O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 2 de 2)" />Diário do Rio &#8211; Qual a importância de a cidade do Rio de Janeiro em estabelecer este protocolo?<br />
</strong>Sergio Besserman &#8211; Isto é uma importância política e simbólica da cidade se somar a luta de organizações da sociedade civil, empresas, governos variados no mundo, paises, estados e cidades, contra o aquecimento global, esse é um engajamento permanente. Fazemos parte hoje de uma rede de quarenta cidades, as maiores cidades do mundo na luta contra o <em>Aquecimento Global</em>. Há uma importância enorme nos trabalhos de planejamento, porque parece muito tempo, mas não é. Obras que estão sendo realizadas e principalmente o planejamento de obras e políticas públicas para os próximos 5, 10, 20 anos, se incorporar o aquecimento global, terá mudanças significativas. Certamente a cidade se preparar já com o planejamento de enorme importância. E favorecer também o exercício da cidadania cobrando dos governos, das empresas da cidade, das organizações, que a cidadania esteja em condições de acessar a informação do conhecimento a respeito e cobrar dos diversos atores econômicos e sociais um posicionamento.</p>
<p><strong>Diário do Rio &#8211; Tem sido veiculado nos grandes jornais mundiais que o derretimento das calotas polares está ocorrendo além do que os cientistas previam. Estima-se que estes efeitos já possam ser sentido já nas próximas décadas com uma elevação do volume das águas dos oceanos. O Rio sendo uma cidade litorânea deve sofrer as conseqüências desse desastre natural. Gostaríamos que o senhor falasse mais especificamente sobre o que IPP vem desenvolvendo, e quais soluções serão propostas para cidade, neste tema avanço das marés?<br />
</strong><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/global-warming-melting-ice-sheets-6439.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/global-warming-melting-ice-sheets-6439-thumb.jpg" border="0" alt="global warming melting ice sheets 6439 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 2 de 2)" width="317" height="210" align="right" title="O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 2 de 2)" /></a> Sergio Besserman &#8211; O <em>Intergovernamental Panel on Climate Change</em>, no seu último relatório publicado em fev de 2007, faz uma estimativa de elevação do nível do mar entre 20 e 60 cm, mais provável de 40 cm até o final do século. Entretanto essa estimativa que já exige muitos estudos. O mar já está subindo, sempre são níveis médios. Então é claro que em situação de ressaca, tempestade, mar cheia, lua cheia. Eventos comuns no Rio de Janeiro. O forçamento sobre a infra-estrutura da cidade vai muito além desse nível médio de elevação do nível do mar. Portanto mesmo nesta previsão do IPCC que é conservadora, já é fundamental começar a se preparar, e a planejar, obras, e muitos estudos sobre este tema. Mas até para aguçar a curiosidade cientifica dos nossos leitores, a ciência está extremamente preocupada e investigando, o que ocorrerá com os mantos de gelo da Groelândia e do leste do Pólo Sul Antártico. Porque na previsão do IPCC, conservadora repito. É considerado apenas a expansão térmica do oceano. Expansão do volume do oceano, por conta do aquecimento da água. Água quente ocupa mais volume, do que água em temperatura ambiente, e o derretimento linear das geleiras, incluindo ai os mantos de gelo. Pólo Norte não entra nessa conta porque ele já está boiando, então embora afete o clima, a economia de muitas formas, seu derretimento não eleva o nível do mar.</p>
<p>Já os mantos de gelo da Groelândia e do Pólo Sul, se tiverem um derretimento estritamente linear ligada ao aquecimento. Confirmarão a precisão do relatório passado pelo IPCC. Mas há uma dinâmica em terra desses mantos de gelo, muito complexa, pouco conhecida. Há rios, há lagos. A ciência está extremamente preocupada com, por exemplo, a lubrificação onde o gelo entra em contato com o solo a partir de água líquida, que pode acelerar o avanço das correntes de gelo em direção ao oceano. Da mesma maneira o colapso das plataformas que estão no mar é preocupante porque eles exercem uma resistência sobre essas correntes de gelo. Qualquer aceleração dessas correntes de gelo faz com que o cenário de elevação do nível do mar nos próximos cem anos, mas já na próxima década, se altere muito significativamente.</p>
<p>Iremos descobrir o que irá se passar nos próximos anos, três a dez anos. E vale a pena prestar muita atenção.</p>
<p>No caso do IPP, nos estudamos também um cenário de um metro e meio de elevação do nível do mar, sempre repetindo, um metro e meio na média. Portanto condições extremas, a uma pressão maior. E claro esse é um cenário mais preocupante do que o anterior.</p>
<p>No cenário 40 cm, de 60 cm, o Rio de Janeiro estar perfeitamente dotado, para planejar e executar as obras necessárias nas áreas mais críticas. No cenário de um metro e meio, não se trata de catástrofe, mas o planejamento e a quantidade de dinheiro que a cidade vai usar para se adaptar é muito expressivamente maior.</p>
<p><strong><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/sergio-besserman3.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/sergio-besserman3-thumb.jpg" border="0" alt="sergio besserman3 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 2 de 2)" width="331" height="200" align="left" title="O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 2 de 2)" /></a> Diário do Rio &#8211; A cidade em si tem uma elevação considerável acima do nível do mar?<br />
</strong>Sergio Besserman &#8211; O Rio de Janeiro. Vamos pegar um bom exemplo: Copacabana.</p>
<p>Embora seja uma cidade costeira, o fato é que no Rio de Janeiro em geral, as construções estão numa altitude considerável. Copacabana, é um bairro a beira mar, onde eu moro a 50 anos, as construções estão a um metro e meio. Mesmo uma elevação do nível do mar de 20 cm, o que ocorreria nas próximas décadas, já tem impacto sobre Copacabana. Será preciso estudar as correntes marinhas, verificar se vai necessários colocar areia, como já se faz regularmente na praia do Leblon, mas em condições de ressaca, maré cheia nós vamos ter uma forçamento na infra-estrutura urbana em Copacabana significativa.</p>
<p><strong>Diário do Rio – E naquela região da Lagoa Rodrigo de Freitas?<br />
</strong>Sergio Besserman &#8211; Lagoa, Praça da Bandeira, Baixada de Jacarepaguá, onde o lençol freático tende a pressionar. Copacabana não é atingida com um metro e meio, mas sempre lembrando, galerias de águas pluviais, rede de esgoto, garagens de prédios, e muitos outros, mesmo nos cenários mais otimistas sofrerão conseqüências.</p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>Diário do Rio &#8211; Eu estive lendo o material do IPP, e vocês fazem recomendações sobre construções na cidade. Vi algo falando sobre a Baixada de Jacarepaguá, onde vocês recomendam um tipo de construção já pensando em futuras alterações naturais.<br />
</strong>Sergio Besserman &#8211; Já construir levando-se em consideração o mapeamento sobre onde haverá maiores problemas e iniciar no caso de Jacarepaguá. Até para tranqüilizar todos os moradores de Jacarepaguá, não há necessidade a vista de obras, no horizonte de poucos anos, mas há necessidade segura de obras da rede de dragagem ou engenharia igualmente eficiente já no horizonte de 15 &#8211; 20 anos. Então é necessário planejar desde já.</p>
<p><strong><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/rio-cem-anos.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/rio-cem-anos-thumb.jpg" border="0" alt="rio cem anos thumb O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 2 de 2)" width="292" height="228" align="left" title="O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 2 de 2)" /></a> Diário do Rio &#8211; O Seminário Rio Próximos 100 anos, discutiu inúmeros temas relevantes para a cidade. Alguns deles já se tornaram projeto ou objeto de novos estudos?<br />
</strong>Sergio Besserman – Já. Nós estamos no século 21, onde o principal ativo é o conhecimento.</p>
<p>Há a falta de dados, para fazer um monitoramento adequado e até projetos, em diversas áreas. Então, entramos em contato com Academia, Governo Estadual, Governo Federal, empresas como a Petrobrás, tentando aumentar a produção dessas informações, construir series históricas. Há estudos a serem contratados no nível de detalhe maior, especificamente sobre a questão da elevação do nível do mar, há projeto da intensificação da arborização de maneira consistente, com urbanismo em diversos bairros, como São Cristóvão. Queremos também realizar estudos similares para Vila Isabel, outras áreas da Tijuca. Pretendemos iniciar estudos sobre impacto de arborização no microclima, de modo que a população possa também ser protegida pela elevação. Vamos lembrar que as árvores demoram um pouco para crescer. Então temos que começar desde já a pensar nesse tema. E todas as secretarias, saíram daqui com uma agenda. Então a Secretaria de Obras, a Secretaria de Saúde – tema bastante importante -, Secretaria de Educação. Podemos dizer que o Rio de Janeiro, deu esse passo extraordinário, que é seu corpo técnico levar em conta a realidade do Aquecimento Global, para praticamente qualquer projeto ou iniciativa nova que venha ser tomada.</p>
<p><strong><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/ressaca-em-copacabana-g1.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/ressaca-em-copacabana-g1-thumb.jpg" border="0" alt="ressaca em copacabana g1 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 2 de 2)" width="370" height="233" align="right" title="O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 2 de 2)" /></a> Diário do Rio &#8211; Voltando ao tema avanço das marés. As últimas ressacas do mês passado foram bem fortes, para não dizer atípicas. Muita gente teme que o mar possa invadir os calçadões da orla. É possível dizer que futuramente estes não sofrerão também alagamentos maiores? Quais as possíveis medidas para se reduzir os efeitos nessa área, caso ocorra esse desastre natural em maiores proporções?<br />
</strong>Sergio Besserman &#8211; Haverá um forçamento sim de toda essa infra-estrutura. As notícias ruins são duas. Uma, nós teremos eventos climáticos extremos mais freqüentes. O que significa no caso do Rio de Janeiro, mais chuvas fortes e talvez, sobre isso não há estudos, mais ressacas. Dois, com a elevação do nível do mar, esses eventos se tornam mais graves. No caso das ressacas certamente, mais graves forçando a infra-estrutura. No momento não é o caso, por uma razão de custo beneficio de nos precipitarmos com obras. Não há necessidade, a elevação do nível do mar é muito paulatina e é preferível estudar mais, conhecer mais, para sabermos exatamente qual é a natureza da engenharia adequada a cada realidade.</p>
<p>Mas é muito importante que a cidadania acompanhe até porque engenharia envolve dinheiro, e envolve alteração da realidade física, as vezes urbanística do local. Nós temos toda uma área costeira. E o planejamento futuro tem que incluir a preservação daquilo que é ativo econômico da cidade, como nossas praias mais famosas, daquilo que é importante para qualidade de vida da população. Nem todas as praias poderão ser salvas. Mas a engenharia adequada pode assegurar. Você pode fazer barreiras, como as do Aterro do Flamengo e garantir áreas de lazer, até aumentar as áreas de lazer existentes. Não há muito mistério também, onde já inunda vai inundar mais. Portanto os pontos críticos onde hoje já ocorre quando há um evento climático extremo, já ocorrem problemas. São aqueles pontos onde nos devemos nos debruçar. Isso também pode afetar vias de transporte importante para a cidade. Mas também outras preocupações como um dos nossos ecossistemas&#8230; O ecossistema da cidade que mais sofre é o manguezais da Zona Oeste, é preciso considerar que planejamento será feito, dado que além das pressões antrópicas – ocupação – se trata de litoral valorizado. Haverá pressão vinda do mar com a elevação do mar. Como salvar os manguezais, como agir.</p>
<p>De um modo geral a etapa atual é de produção de conhecimento, disseminação desse conhecimento para que o conjunto da sociedade, da cidadania, possa se posicionar. A etapa de obras é uma etapa para daqui a alguns anos.</p>
<p><strong>Diário do Rio &#8211; E qual o papel da população neste contexto?<br />
</strong>Sergio Besserman &#8211; A população é fundamental. O Rio de Janeiro é a vanguarda do Brasil. Aqui é a cidade onde provavelmente no país pela primeira vez, ainda não aconteceu, mas vai acontecer. De um discurso como o de John Kennedy, como nos anos 60, ser bem absorvido. “Não pergunte o que o país pode fazer por você, mas o que você pode fazer pelo seu país”.</p>
<p>Nós cariocas somos muito críticos do ponto de vista político, participantes, sempre fomos considerados vanguarda política do país. Somos uma população altamente conectada com a questão ambiental. No caso do <em>Aquecimento Global</em>, somos cidadãos do Rio de Janeiro, e cidadãos do Planeta a Terra, não basta fazer o dever de casa local, é preciso interferir também com as escolhas que estarão sendo feitas no Planeta, porque elas afetam a nossa cidade. Então a participação da população brasileira, da população carioca, ela é indispensável. Tanto para monitorar, cobrar planejamento de governo, modificar planejamento. Como para engajar a cidade na discussão global dos esforços, das escolhas, das decisões políticas sobre o <em>Aquecimento Global</em>. Os próximos anos são muito críticos, é neles que estarão sendo decidido se a humanidade vai encarar esse desafio ou por quanto tempo demoraremos para começar a reação.</p>
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		<title>Pergunta aos pr&#233;-candidatos: Qual deve ser a prioridade ambiental de um prefeito do Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 28 May 2008 03:28:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial Rio e o Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Solange Amaral]]></category>

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		<description><![CDATA[Como estamos, basta ver a logo, com vários temas relacionados ao meio ambiente, a pergunta aos pré-candidatos a esta semana não poderia ser outra, que não fosse &#8220;Qual deve ser a prioridade ambiental de um prefeito do Rio de Janeiro&#8221;. Como sempre Solange Amaral (DEM) e Vinicius Cordeiro (PTdoB) responderam rapidamente a nossa pergunta. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="margin: 0px 10px 0px 0px" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/eu-arv-rio1-thumb.jpg" align="left" title="Pergunta aos pr&eacute; candidatos: Qual deve ser a prioridade ambiental de um prefeito do Rio de Janeiro" alt="eu arv rio1 thumb Pergunta aos pr&eacute; candidatos: Qual deve ser a prioridade ambiental de um prefeito do Rio de Janeiro" /> Como estamos, basta ver a logo, com vários temas relacionados ao meio ambiente, a pergunta aos pré-candidatos a esta semana não poderia ser outra, que não fosse &#8220;Qual deve ser a prioridade ambiental de um prefeito do Rio de Janeiro&#8221;. Como sempre <a href="http://diariodorio.com/os-pr-candidatos-a-prefeitura-do-rio-em-2008/solange-amaral-dem/" target="_blank">Solange Amaral (DEM)</a> e <a href="http://diariodorio.com/os-pr-candidatos-a-prefeitura-do-rio-em-2008/vinicius-cordeiro-ptdob/" target="_blank">Vinicius Cordeiro (PTdoB)</a> responderam rapidamente a nossa pergunta.</p>
<p>Não tenho dúvida que a questão ambiental deve ser uma das mais importantes destas eleições. Não tem como fugir disso, estas reportagens especiais feitas pelo André Delacerda mostram como a questão está no dia-a-dia. O candidato que não tiver propostas sólidas nesta área tem de ser esquecido!</p>
<p>Quem passa a responder, também, é <a href="http://diariodorio.com/regulamento-do-concurso-de-selecao-de-monografia-do-arquivo-geral-da-cidade-do-rio-de-janeiro/marcelo-itagiba-pmdb/" target="_blank">Marcelo Itagiba</a>, pré-candidato pelo PMDB, mas que infelizmente não respondeu a esta pergunta ainda. Quando tiver respondido poderá ser visto em <a href="http://diariodorio.com/regulamento-do-concurso-de-selecao-de-monografia-do-arquivo-geral-da-cidade-do-rio-de-janeiro/marcelo-itagiba-pmdb/" target="_blank">sua página aqui</a> no Diário do Rio. </p>
<p>E vamos as respostas:</p>
<h2>Solange Amaral (DEM)</h2>
<p><img style="margin: 0px 0px 0px 10px" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/solange-amaral-thumb.jpg" align="right" title="Pergunta aos pr&eacute; candidatos: Qual deve ser a prioridade ambiental de um prefeito do Rio de Janeiro" alt="solange amaral thumb Pergunta aos pr&eacute; candidatos: Qual deve ser a prioridade ambiental de um prefeito do Rio de Janeiro" /> O meio-ambiente é um ativo da cidade do Rio de Janeiro. Qual cidade no mundo tem um meio ambiente tão exuberante como o nosso? Temos que cuidá-lo e promovê-lo.  </p>
<p>O Rio será cidade carbono zero!! E já caminha pra isso. O Mutirão Reflorestamento, já plantou 5 milhões de mudas nas encostas da nossa cidade, com mão de obra das próprias comunidades. Imagine DUAS vezes a extensão do Brasil &#8211; do Oiapoque ao Chuí &#8211; essa é a extensão do reflorestamento na nossa cidade. Reflorestamento que ajuda a construir limites de expansão de muitas comunidades.  </p>
<p>Na Prefeitura do Rio, vamos:
<ul>
<li>ampliar o uso de materiais ambientalmente corretos na conservação da cidade:  </li>
<li>asfalto-borracha nos recapeamentos (cada metro quadrado retira DOIS PNEUS velhos da natureza);  </li>
<li>grelhas e tampões feitos com plásticos de polipropilemo;  </li>
<li>grades em madeira plástica reciclada (e não de ferro);  </li>
<li>placas de sinalização feitas de plástico reciclado;  </li>
<li>usar leads &#8211; lâmpadas econômicas &#8211; nos sinais da cidade;  </li>
<li>obrigatoriedade nas licitações de madeiras certificadas;  </li>
<li>empresas ambientalmente corretas terão prioridade nos fornecimentos à Prefeitura.  </li>
<li>adaptação da frota municipal a combustíveis não poluentes.  </li>
<li>incentivo ao uso intensivo da bicicleta.  </li>
<li>adaptar pouco a pouco todos os prédios municipais para prédios ecologicamente corretos.</li>
</ul>
<p>Tantas coisas&#8230; </p>
<h3>Vinicius Cordeiro (PTdoB)</h3>
<p><img style="margin: 0px 10px 0px 0px" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/vinicius-cordeiro-thumb1.jpg" align="left" title="Pergunta aos pr&eacute; candidatos: Qual deve ser a prioridade ambiental de um prefeito do Rio de Janeiro" alt="vinicius cordeiro thumb1 Pergunta aos pr&eacute; candidatos: Qual deve ser a prioridade ambiental de um prefeito do Rio de Janeiro" /> Na parte de ações, a prioridade ambiental da cidade do rio, sem dúvida, é a continuidade do trabalho de ampliação do tratamento dos esgotos, sobretudo no complexo lacunar de Marapendi, baia de Sepetiba, e ampliar a parceria com o governo federal e estadual, hoje dificultada pelo atual prefeito, para prosseguir o trabalho de despoluição da Baía de Guanabara e da orla da zona sul, como nas praias litorâneas.  </p>
<p>Mas é necessário reestruturar a SMAC, dando um papel real ao conselho municipal como órgão regulador e formulador das políticas publicas ambientais, e hoje relegado a um plano secundário, como integrar novamente a pasta de urbanismo, já que são políticas integradas.</p>
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		<title>O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 1 de 2)</title>
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		<pubDate>Tue, 27 May 2008 04:47:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comlurb]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Rio e o Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Pereira Passos]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura do Rio]]></category>

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		<description><![CDATA[Por André Delacerda. O Rio é uma cidade formada por homens notáveis. Isso é indiscutível. Sergio Besserman, ex presidente do IBGE, economista, professor, pesquisar, ambientalista e atual presidente do Instituto Pereira Passos; é um destes, que compõe a nata de pessoas com profunda sabedoria, e que por certo ajudam a construir os alicerces do Rio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><em>Por André Delacerda.</em></p>
<p><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/sergio-besserman21.jpg"></a><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/eu-arv-rio11.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; margin: 0px 10px 0px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/eu-arv-rio1-thumb.jpg" border="0" alt="eu arv rio1 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 1 de 2)" width="271" height="202" align="left" title="O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 1 de 2)" /></a>O Rio é uma cidade formada por homens notáveis. Isso é indiscutível. Sergio Besserman, ex presidente do IBGE, economista, professor, pesquisar, ambientalista e atual presidente do Instituto Pereira Passos; é um destes, que compõe a nata de pessoas com profunda sabedoria, e que por certo ajudam a construir os alicerces do Rio do futuro, que começa a se desenhar através de estudos científicos e muito planejamento.</p>
<p>Besserman nos concedeu a honra de uma importante entrevista sobre o tema <em>Mudança Global do Clima</em> e suas implicações na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>Este cidadão carioca, estudioso e gestor; traz importantes revelações sobre o que vem sendo feito em âmbito local, na busca por soluções contra o <em>Aquecimento Global</em>.</p>
<p>A nossa conversa com ele, é divida em duas reportagens.</p>
<p><strong><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/sergio-besserman21.jpg"><img style="margin: 0px 0px 0px 10px" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/sergio-besserman2-thumb.jpg" border="0" alt="sergio besserman2 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 1 de 2)" width="337" height="243" align="right" title="O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 1 de 2)" /></a> Diário do Rio -Visando a apresentar inicialmente o Instituto Pereira Passos aos Cariocas. O senhor poderia fazer um breve relato sobre a Instituição?</strong></p>
<p>Sergio Besserman &#8211; O <strong>Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos</strong> tem sua origem na Fundação RioPlan. Criada em 1979 e posteriormente transformada em Empresa Municipal de Informática e Planejamento, a IplanRio desempenhava atividades de informática, planejamento urbano, projetos urbanísticos, produção de estatísticas gerenciais, além de ser responsável pela base cartográfica do Município do Rio de Janeiro. Em 1998, a empresa IplanRio foi desmembrada e continuou responsável pela área de macroinformática da <strong>Prefeitura</strong>. As funções relativas ao planejamento urbano e à produção de informações gerenciais e cartográficas do município passaram para o novo <strong>Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos – IPP. </strong></p>
<p><strong>IPP </strong>é uma autarquia criada pela <em>Lei nº 2689 de 01/12/98</em> e vinculada à Secretaria Municipal de Urbanismo, é responsável pelo planejamento urbano, pela produção de informações estatísticas, geográficas e cartográficas, pelo desenvolvimento de projetos estratégicos que subsidiam políticas setoriais e estudos socioeconômicos. O IPP desenvolve uma visão sistêmica de projetos de renovação, revitalização e reestruturação urbanas, integrando objetivos sociais, econômicos e culturais. Aqui, pensamos e planejamos o Rio de Janeiro do futuro.</p>
<p><span id="more-3093"></span></p>
<p><strong>Diário do Rio &#8211; Quais os principais projetos em andamento no IPP?</strong><strong></strong></p>
<p>Sergio Besserman – O IPP apenas elabora os projetos e faz o acompanhamento em conjunto com outras secretarias municipais.</p>
<p>Projetos que permanecem em curso em conjunto com diversas secretarias da Prefeitura do Rio de Janeiro:</p>
<ol>
<li>Estudos de Viabilidade Econômico-Financeira do Plano de Requalificação Urbana para a Região Central, em cooperação técnica com o Banco Interamericano de Desenvolvimento &#8211; BID, o Atelier Parisiense de Urbanismo &#8211; APUR e o Instituto Brasileiro de Administração Municipal &#8211; IBAM;</li>
<li>Acompanhamento das obras do novo acesso rodoviário ao Porto do Rio, no Caju;</li>
<li>Plano de Reabilitação Integrada de São Cristóvão &#8211; PRI;</li>
<li>Estudos para identificação de áreas para a implantação de Plataformas Logísticas;</li>
<li>companhamento do processo para implantação da Via Light (entre a Pavuna, Av, Brasil e Madureira);</li>
<li>acompanhamento do detalhamento do Parque Madureira, dentro das obras da Via Light e estudos para conexão da nova via com os bairros de Cascadura e Cavalcanti;</li>
<li>estudos para reforçar a centralidade dos bairros da Pavuna e de Santa Cruz;</li>
<li>estudos para ligações hidroviárias nas lagoas da Cidade;</li>
<li>estudos para implantação de teleféricos no Morro dos Cabritos e no Maciço da Tijuca;</li>
<li>apoio nas intervenções urbanas na Colônia Juliano Moreira;</li>
<li>apoio nos estudos para implantação de ônibus elétricos na Cidade;</li>
<li>estudos para adequação da sede do IPP ao conceito de edificação ambientalmente sustentável;</li>
<li>estudos para aproveitamento de galpões e imóveis subutilizados nos bairros do Jacaré e do Rocha;</li>
<li>estudos para implantação de cortinas verdes nas Linhas Amarela e Vermelha;</li>
<li>detalhamento do Parque Linear dos rios Acari e Sapopemba;</li>
<li>apoio na obtenção de financiamento para a implantação de Escola de Restauro e Escola de Audiovisual nos Galpões da Gamboa;</li>
<li> acompanhamento da elaboração da Agenda 21/COMPERJ;</li>
<li>apoio ao Grupo de Trabalho da Orla, com a elaboração de projetos pontuais;</li>
<li>acompanhamento da implantação dos diversos mobiliários urbanos, especialmente os novos indicadores de logradouros e bicicletários;</li>
<li>estudos para a implantação de novas ciclovias.</li>
</ol>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/rio92-1.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/rio92-1-thumb.jpg" border="0" alt="rio92 1 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 1 de 2)" width="244" height="214" align="left" title="O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 1 de 2)" /></a> Diário do Rio &#8211; </strong><strong>Sendo presidente do IPP, e também cidadão Carioca. Como vem observando as mudanças climáticas nos últimos anos? </strong></p>
<p>Sergio Besserman &#8211; Como servidor público e funcionário do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social , agora trabalhando cedido a prefeitura, na presidência do Instituto Pereira Passos.</p>
<p>Eu tive oportunidade profissional de na Rio 92, coincidência simbólica, tomar conhecimento mais detalhadamente do tema Mudança Global do Clima. Eu era chefe de gabinete do BNDES e lá na Rio 92, fui as reuniões da convenção sobre quadro de mudança climática e passei a me interessar tanto como professor, como funcionário do BNDES, pelo tema. E a estudar e trabalhar nele.</p>
<p>Eu tenho essa felicidade de já há 16 anos, acompanhar principalmente através de estudos, a produção cientifica, a discussão do tema Mudança Global do Clima. E como cidadão Carioca, uma percepção muito clara que o <em>Aquecimento Global</em> tem um impacto significativo em qualquer cidade do mundo, mas numa cidade de 6 milhões e duzentos mil habitantes, costeira e que tem merecidamente uma imagem consolidada no mundo como uma cidade engajada e preocupada com a questão do <em>Aquecimento Global</em>. Para mim é uma benção ter a oportunidade de na presidência do IPP, poder inclusive, acumular a Secretaria Geral do Protocolo do Rio, que é o engajamento de toda a prefeitura da cidade na luta da humanidade contra o <em>Aquecimento Global</em>.</p>
<p><strong>Diário do Rio &#8211; Quais as ações que o IPP vem desenvolvendo sobre o tema Aquecimento Global?</strong></p>
<p>Sergio Besserman &#8211; Nós temos no IPP em conjunto com várias secretarias e com destaque para a participação e coordenação da Secretaria de Meio Ambiente. Procurado desenvolver os três eixos do Protocolo do Rio, quais são eles:</p>
<p><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/comlurbmanguezal2.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; margin: 0px 0px 5px 10px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/comlurbmanguezal2-thumb.jpg" border="0" alt="comlurbmanguezal2 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 1 de 2)" width="333" height="251" align="right" title="O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 1 de 2)" /></a> Um, a cidade fazer a parte dela. Tem havido uma aceleração, com a retomada do reflorestamento, este nunca foi interrompido, ele crescia ano a ano. Depois estabilizou-se em um determinado patamar e com o Protocolo do Rio, reiniciou-se um movimento de aceleração, cada ano reflorestando mais que no ano anterior. Da melhor forma que a arborização da cidade foi intensificada. A Comlurb tem feito um trabalho para a questão do lixo. Os aterros sanitários da cidade emitem 3% do total de gases do efeito estufa. A Comlurb conseguiu realizar uma licitação de qualidade excepcional para assim que for possível retirar o aterro sanitário de Gramacho. O novo aterro sanitário seja qual for, será nas condições mais modernas possíveis do ponto de vista da redução de emissão de gases. Há um esforço bastante intenso na área de transporte, procurando dinamizar o uso de bicicletas e planejar melhor a integração dos vários modais de transporte tendo como objetivo não só atender ao usuário de maneira mais eficiente. Mas reduzir as emissões da cidade de gases de efeito estufa. O eixo é fazer a sua parte.</p>
<p>O outro eixo onde o IPP se engajou mais fortemente, é internalizar as variável Mudança Climática Global, principalmente o conhecimento sobre seus impactos, nas instâncias técnicas da prefeitura. Porque o prefeito muda, há eleições, os dirigentes como aqui a presidência do IPP muda. Mas o corpo técnico da prefeitura, que é altamente qualificado, mais ainda se comparado ao funcionalismo municipal de todo o Brasil. Se absorver esse conhecimento, se interessar pelo tema, assegura trabalhos técnicos e principalmente o planejamento de uma forma duradoura no tempo, considerando todos os impactos e as ações que são necessárias para enfrentar o <em>Aquecimento Global</em>.</p>
<p>Neste contexto tivemos inúmeras atividades, que se destaca um seminário – Rio Próximos 100 anos – no qual com a participação de técnicos da RioÁguas, GeoRio, da Comlurb, da Secretaria da Educação, e de Saúde.</p>
<p>O IPP e a Secretaria de Meio Ambiente contrataram <em>papers</em>, trabalhos da academia carioca, Federal do Rio de Janeiro, FioCruz e outros. E trouxemos convidados de outras cidades do mundo. Ali procuramos detalhar uma primeira rodada de impactos do aquecimento global na cidade.</p>
<p>O terceiro eixo do Protocolo é difundir informação, ai cabe principalmente a Secretaria Municipal de Educação, que a Rede Pública atinge as crianças da cidade, mas também nós através do site, inúmeras palestras em escolas, comunidades e outros. Temos procurado disseminar a informação do conhecimento sobre o <em>Aquecimento Global</em>.</p>
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		<title>O Rio e o Aquecimento Global</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2008 03:59:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial Rio e o Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Por André Delacerda. O “Ser Vivo Terra” tem dado sinais claros que vai reagir fortemente contra a ação desenfreada do homem sobre o meio ambiente. As mudanças climáticas já estão sendo sentidas em todas as partes do globo terrestre. Tempestades fora do padrão; fenômenos climáticos atípicos – tornados e furacões em locais, onde não era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por André Delacerda.</em>
<p><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/eu-arv-rio1.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; margin: 0px 10px 0px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="182" alt="eu arv rio thumb1 O Rio e o Aquecimento Global" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/eu-arv-rio-thumb1.jpg" width="244" align="left" border="0" title="O Rio e o Aquecimento Global" /></a> O “Ser Vivo Terra” tem dado sinais claros que vai reagir fortemente contra a ação desenfreada do homem sobre o meio ambiente. As mudanças climáticas já estão sendo sentidas em todas as partes do globo terrestre.
<p>Tempestades fora do padrão; fenômenos climáticos atípicos – tornados e furacões em locais, onde não era comum a ocorrência -; a troca das estações; além de períodos com grandes secas e enchentes.
<p>Um dos temas mais preocupantes e que tem movimentado ambientalistas, cientistas, pesquisadores, governos, além da sociedade civil, é o <i>Aquecimento Global</i>, e as suas conseqüências para a humanidade.
<p>O principal fator gerador do processo de <i>Aquecimento Global</i>, se dar pela emissão de gases de efeito estufa. Um dado a chamar atenção, é a progressão acelerada na emissão global de gases do efeito estufa – GEE -, por combustíveis fósseis, que passaram de cerca de 2,5 bilhões de toneladas de dióxido de carbono em 1900 para cerca de 28 bilhões em 2004. </p>
<p><span id="more-3032"></span></p>
<p>Uma outra informação preocupante se dá na concentrada liberação de dióxido de carbono lançado à atmosfera. Cerca de 50% dos 2,3 trilhões emitidos nos últimos 200 anos, se concentrou em um curto espaço de tempo de trinta anos – 1974 à 2004.
<p><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/grfico.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="180" alt="grfico thumb O Rio e o Aquecimento Global" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/grfico-thumb.jpg" width="244" align="right" border="0" title="O Rio e o Aquecimento Global" /></a>
<p>É o que pode ser visto, no gráfico ao lado, através da <i>curva de Keeling</i>, que demonstra a evolução da concentração de CO<sub>2</sub> na atmosfera no período de trinta décadas. Note que a concentração desses gases de efeito estufa está aumentando a níveis extremamente preocupantes.
<p>Só para relembrar aos nossos leitores. Abaixo temos algumas das inúmeras conseqüências, que o <i>Aquecimento Global</i>, já está provocando no Planeta <font size="1">(<em>Fonte: IPP – Instituto Pereira Passos / IPCC &#8211; Intergovernamental Panel on Climate Change)</em></font>:
<ul>
<li>Aumento na temperatura média do planeta de 0,6<sup>o</sup> C + ou &#8211; 0,2 (IPCC 2001); </li>
<li>Aumento de 5% a 10% nas precipitações do Hemisfério Norte, com diminuição em algumas regiões como o oeste da África e partes do Mediterrâneo; </li>
<li>Aumento das precipitações nas latitudes médias e altas do Hemisfério Norte; </li>
<li>Aumento de freqüência e intensidade nas secas em regiões da Ásia e África; </li>
<li>Aumento no nível médio do mar da ordem de 1mm a 2mm por ano; </li>
<li>Aumento de 0,31<sup>o</sup> C da temperatura da água oceânica, entre 0-300m de profundidade, medido no período de 1948-1998; </li>
<li>A diminuição de cerca de duas semanas na duração da cobertura de gelo de rios e lagos; </li>
<li>A diminuição na extensão (10 a 15%) e na espessura (40%) do gelo ártico; </li>
<li>A retração das geleiras não polares e diminuição em 10% na cobertura de neve a partir de 1960; </li>
<li>Maior freqüência e persistência de eventos do <i>El Niño</i> nos últimos 20-30 anos, quando comparados aos cem anos anteriores.</li>
</ul>
<p><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/600603-0481-it2.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; margin: 0px 10px 10px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="324" alt="600603 0481 it2 thumb O Rio e o Aquecimento Global" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/600603-0481-it2-thumb.jpg" width="290" align="left" border="0" title="O Rio e o Aquecimento Global" /></a> Nos últimos meses estudiosos deste assunto tem chamado atenção, através da imprensa internacional, sobre a questão do degelo nos pólos, em especial no Ártico-Groelândia. Devido ao aceleramento deste fenômeno, segundo estes pesquisadores, os oceanos já devem subir a níveis preocupantes já na próxima década e não mais em um horizonte longínquo de 2050, como se previa anteriormente.
<p>Cientistas já alertam também para outras conseqüências futuras como (<em><font size="1">Fonte: IPP – Instituto Pereira Passos / IPCC &#8211; Intergovernamental Panel on Climate Change</font>)</em> :
<ul>
<li>Expansão das áreas desertificadas; </li>
<li>Aceleração da perda de florestas;</li>
<li>Perda de produtividade agrícola. Neste caso existe um curinga, que é a engenharia genética;</li>
<li>Derretimento de geleiras e glaciares. O nível do mar não sobe por causa disso. Sobe porque a água quente tem maior volume do que a fria. O derretimento das geleiras e glaciares é gravíssimo porque constituem fonte de água para muitas populações, como é o caso, por exemplo, de Santiago do Chile;</li>
<li>Fortes impactos na saúde humana. É bom lembrar o impacto do calor da Europa;</li>
<li>Agravamento da crise de biodiversidade: corais (estão liquidados), peixes, oceanos, florestas. Quando o tempo muda devagar, as espécies têm tempo, migram. Já com 3<sup>o</sup> C de mudança em 1 século, seria muito mais difícil. Para manter a diversidade, vamos ter que intervir. Mesmo levando em conta que todas as vezes que fizemos isso deu errado, precisaremos de muita clonagem e de intervir fortemente. Vamos ter que criar parques e áreas protegidas;</li>
<li>Agravamento da crise de recursos hídricos. Crise de água doce que, nos próximos 30 a 40 anos, se agravará muito, pois o aquecimento global mudará o lugar onde a chuva cai;</li>
<li>Eventos climáticos extremos, que gerarão mudanças políticas freqüentes.</li>
</ul>
<p>Trazendo está preocupação para a cidade do Rio de Janeiro, que é uma cidade litorânea e certamente deve sofre as conseqüências dessas mudanças climáticas, principalmente a elevação dos oceanos.
<p>É que o Diário do Rio procurou averiguar se existem estudos e ações, que possam antever e minimizar os efeitos dessas mudanças provocadas pelo <i>Aquecimento Global</i>.
<p>O Rio é uma cidade de vanguarda, já no século XIX, sob as ordens de D. Pedro II, em uma ação visionária, se empreendeu o reflorestamento de 105 km2 da atual Floresta da Tijuca. Além disso, a cidade também foi palco de discussões importantes sobre o meio ambiente na Conferência Eco 92.
<p>Não se pode deixar de mencionar a existência de inúmeros parques e reservas de proteção ambiental em área urbana na cidade, e projetos importantes como o do incentivo ao uso das bicicletas como meio de transporte na cidade, dentre outros. O Rio também faz parte do C40. Grupo formado pelas maiores cidades do mundo, que juntas, compartilham estudos, projetos e ações sobre energia e emissão de poluentes, associados a aquecimento, resfriamento, indústria local, transporte e lixo.
<p>Somos sabedores que inúmeras universidades estão estudando este tema. Porém, queríamos verificar também, como outras organizações, mas precisamente na área de políticas e planejamento público, estavam trabalhando neste sentido. Foi então, que tivemos a informação que o IPP – Instituto Pereira Passos, da Prefeitura do Rio, tem um estudo completo das possíveis regiões de alagamento da cidade, em virtude das ações provocadas pelo <i>Aquecimento Global</i>.
<p>Como também, da existência do Protocolo do Rio, que é simbolizado por um conjunto de ações que visam minimizar os efeitos da <i>Mudança Global do Clima</i> na cidade do Rio de Janeiro. Dando assim, a parcela de contribuição da sociedade carioca em prol da sobrevivência do Planeta Terra.
<p>Este também é um tema pertinente, pois estamos na Semana do Meio Ambiente, e nada melhor, do que convocar a sociedade a conhecer e discutir mais ainda estes e outros temas ligados a preservação ambiental, que por certo tem um impacto significativo nestas e nas futuras gerações.
<p>Sendo assim, convidamos os leitores do Diário do Rio espalhados pelo Brasil e também no exterior, além da sociedade carioca, a acompanhar esta série de reportagens intitulada de <i>O Rio e o Aquecimento Global</i>.
<p>Damos início com esta matéria e prosseguimos na semana seguinte com uma entrevista esclarecedora com Sergio Besserman, presidente do IPP. Na seqüência teremos reportagens sobre o Protocolo do Rio. E a apresentação de alguns pontos relevantes do estudo desenvolvido pelo IPP sobre as possíveis regiões que sofrerão alagamentos na cidade, em virtude dos efeitos da <i>Mudança Global do Clima</i>.
<p>Assim, é hora da sociedade como um todo se engajar cada vez mais, e dar sua parcela de contribuição na luta para salvar a Terra, esse ser vivo, do qual fazemos parte.</p>
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		<title>Meio-Ambiente no Di&#225;rio do Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2008 03:50:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial Rio e o Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[O Diário do Rio está começando hoje (devia ser ontem, mas&#8230;) sobre o Meio Ambiente. Serão entrevistas e textos feitos pelo André Delacerda e por mim. Está chegando o Dia 5 de Junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, e vários blogs como a LadyBug que vem chamando atenção para a questão ambiental, e o Diário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/eu-arv-rio.jpg"><img style="margin: 0px 10px 0px 0px" height="182" alt="eu arv rio thumb Meio Ambiente no Di&aacute;rio do Rio de Janeiro" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2008/05/eu-arv-rio-thumb.jpg" width="244" align="left" border="0" title="Meio Ambiente no Di&aacute;rio do Rio de Janeiro" /></a>O Diário do Rio está começando hoje (devia ser ontem, mas&#8230;) sobre o Meio Ambiente. Serão entrevistas e textos feitos pelo André Delacerda e por mim. Está chegando o Dia 5 de Junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, e vários blogs como a <a href="http://www.ladybugbrazil.com/2008/05/17/atencao-debates-ambientais-a-vista/" target="_blank">LadyBug</a> que vem chamando atenção para a questão ambiental, e o Diário entrará nessa.</p>
<p>Quem quiser dar sugestões sobre questões ambientais cariocas pode mandar um email para o <a href="mailto:rio@diariodorio.com">rio@diariodorio.com</a> ou <a href="mailto:andre@diariodorio.com">andre@diariodorio.com</a>, os leremos e tentaremos fazer posts sobre o assunto.</p>
<p>Porém, o mais importante, é fazer a nossa parte! Como??? Andando mais a pé, por exemplo.</p>
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