15/09/2009

A Arte de criar vitrines no Rio: entrevista com Madison Maia

Por André Delacerda

MadisonMaia thumb A Arte de criar vitrines no Rio: entrevista com Madison Maia Sempre que passava em frente a uma vitrine próximo ao apartamento onde resido em Ipanema, me chamava bastante atenção a plasticidade e a arte que a mesma transmitia.

 

Um dia fiquei bastante curioso vendo a montagem, e resolvi parar e conversar com o vitrinista. Acabei descobrindo esse carioca apaixonado pela arte, vitrines e pelo Rio. Asssim o Diário do Rio traz uma

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20/06/2008

Entrevista com a escritora Silvana Vargas

Por André Delacerda

silvana2 thumb Entrevista com a escritora Silvana Vargas Silvana é uma escritora de origens gaúcha, mas com uma alma carioca, pois foi criada no bairro da Tijuca. Durante a entrevista, ela nos conta um pouco das suas recordações tijucanas e de seu parentesco com Getúlio Vargas. Silvana fala ainda, sobre o Rio e em especial de Ipanema, que são suas fontes inspiradoras. Tendo as ciências humanas na sua formação, ela chama atenção para importância do constante aprendizado e o intercambio de informações. A escritora também comenta sobre sua participação em um livro em alusão aos 200 anos de chegada da Família Real ao Rio e outros, que poderão ser conhecidos durante a entrevista que mescla pinceladas poéticas e filosóficas.

Diário do Rio – Uma curiosidade inicial. Seu sobrenome é Vargas, existe ai algum parentesco com o Presidente Getúlio Vargas? Já que você também é gaúcha.

Silvana Vargas – É verdade, André. Também sou gaúcha. É curioso o peso de um nome. Ao longo de toda a minha vida esta pergunta é recorrente. Acho que é pelo fato de Getúlio Vargas ter sido um grande gaúcho e um presidente que não só despertou paixões mas também alguns desafetos. Na verdade, meu pai era gaúcho primo dele pelo lado paterno. Com ele aprendi a ter orgulho disso, mas sem excesso de vaidade. Tenho um livro escrito sobre o cotidiano da nossa família que se chama Nos Caminhos da Terra do Lobo.

Diário do Rio – A senhora passou a sua adolescência no Bairro da Tijuca, o que a senhora lembra desta fase de sua vida sobre a cidade? Há algo marcante? Um local?

Silvana Vargas – Para mim existiram duas Tijucas. A Tijuca antes da chegada do Metrô e a outra que se desenvolveu depois de sua inauguração. Na primeira, o tijucano vivia num ambiente familiar e bucólico. As crianças brincavam na Praça Saens Pena ,o comercio era próspero,havia o Armazém Sol (antecessor do Supermercado) situado na Rua Conde de Bonfim de propriedade de um simpático português, Seu Souto, onde os clientes compravam fiado. Eu aprendi a andar de bicicleta nas ruas desta Tijuca e freqüentava o Tijuca Tênis Clube. Estudei no Instituto La-Fayette Feminino. São minhas melhores lembranças. Depois da chegada do Metrô o bairro perdeu muito de sua identidade. Recebe gente demais e ficou muito descaracterizado.Tenho amigos que se mudaram para a Zona Sul e mantém seus apartamentos fechados por lá por falta de interessados na compra do imóvel.É uma pena!

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29/05/2008

O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 2 de 2)

Por André Delacerda.

besserman2 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 2 de 2) Na primeira parte da entrevista, o presidente do IPP, Sergio Besserman, fez uma breve explicação sobre o Instituto Pereira Passos, os principais projetos em andamento. Besserman, também nos contou como foi iniciado na causa ambiental, e o seu interesse pelos estudos científicos sobre o assunto, que culminam em ações da sua gestão a frente do IPP. Ele enaltece também o fato de o Rio ser uma cidade de destaque internacional nas questões ambientais. E começa a falar das ações conjuntas entre os vários órgãos municipais, na busca de soluções para o Aquecimento Global.

Nesta segunda parte da entrevista Besserman, que compõe a série de reportagens O Rio e o Aquecimento Global. É a vez de se falar sobre o Protocolo do Rio, os ganhos que a cidade tem em estabelece-lo.

O presidente do IPP vai mais além, aguçando o interesse dos nossos leitores, com importantes explicações científicas sobre o degelo nos pólos. Ele também, faz revelações sobre as áreas da cidade que podem sofre danos com o aumento da elevação dos oceanos. Cometa os principais assuntos discutidos no Seminário Rio Próximos 100 anos. E fala do papel da sociedade carioca, neste tema tão importante para a sobrevivência do Planeta.

protocolo rio thumb O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 2 de 2) Diário do Rio – O que consiste o Protocolo do Rio?
Sergio Besserman – A mudança global do clima afetará todos os aspectos da vida das cidades do planeta neste século. As questões urbanas, aliadas aos fatores de produtividade, redução de pobreza, mobilidade, qualidade de vida e características das construções, passarão a ter respostas consistentes apenas no contexto dessa luta contra o aquecimento global e a elevação do nível do mar.

Nessa realidade, o Rio de Janeiro tem um lugar especial entre as grandes cidades do mundo. Para a população carioca, a mais escolarizada das capitais brasileiras, as questões ambientais são fundamentais em seu dia-a-dia porque sofrerá os impactos decorrentes da elevação do nível do mar devido ao fato de ser uma cidade com extensa faixa litorânea.

Com essa preocupação, a prefeitura lançou o Protocolo do Rio, iniciativa do prefeito da cidade através de decreto e que tem como objetivo a conscientização e mobilização da sociedade sobre a gravidade da questão climática, além de propor soluções práticas para evitar os piores cenários divulgados pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança de Clima (IPCC).

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27/05/2008

O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 1 de 2)

Por André Delacerda.

eu arv rio1 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 1 de 2)O Rio é uma cidade formada por homens notáveis. Isso é indiscutível. Sergio Besserman, ex presidente do IBGE, economista, professor, pesquisar, ambientalista e atual presidente do Instituto Pereira Passos; é um destes, que compõe a nata de pessoas com profunda sabedoria, e que por certo ajudam a construir os alicerces do Rio do futuro, que começa a se desenhar através de estudos científicos e muito planejamento.

Besserman nos concedeu a honra de uma importante entrevista sobre o tema Mudança Global do Clima e suas implicações na cidade do Rio de Janeiro.

Este cidadão carioca, estudioso e gestor; traz importantes revelações sobre o que vem sendo feito em âmbito local, na busca por soluções contra o Aquecimento Global.

A nossa conversa com ele, é divida em duas reportagens.

sergio besserman2 thumb O Rio e o Aquecimento Global: Entrevista com Sergio Besserman (Parte 1 de 2) Diário do Rio -Visando a apresentar inicialmente o Instituto Pereira Passos aos Cariocas. O senhor poderia fazer um breve relato sobre a Instituição?

Sergio Besserman – O Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos tem sua origem na Fundação RioPlan. Criada em 1979 e posteriormente transformada em Empresa Municipal de Informática e Planejamento, a IplanRio desempenhava atividades de informática, planejamento urbano, projetos urbanísticos, produção de estatísticas gerenciais, além de ser responsável pela base cartográfica do Município do Rio de Janeiro. Em 1998, a empresa IplanRio foi desmembrada e continuou responsável pela área de macroinformática da Prefeitura. As funções relativas ao planejamento urbano e à produção de informações gerenciais e cartográficas do município passaram para o novo Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos – IPP.

IPP é uma autarquia criada pela Lei nº 2689 de 01/12/98 e vinculada à Secretaria Municipal de Urbanismo, é responsável pelo planejamento urbano, pela produção de informações estatísticas, geográficas e cartográficas, pelo desenvolvimento de projetos estratégicos que subsidiam políticas setoriais e estudos socioeconômicos. O IPP desenvolve uma visão sistêmica de projetos de renovação, revitalização e reestruturação urbanas, integrando objetivos sociais, econômicos e culturais. Aqui, pensamos e planejamos o Rio de Janeiro do futuro.

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26/05/2008

Eles já estão entre nós: Entrevista com ufólogo Milton Frank

Por André Delacerda.

milton frank thumb Eles já estão entre nós: Entrevista com ufólogo Milton Frank O avistamento de objetos voadores não identificados vem fascinando a humanidade desde os tempos antigos. Tem-se encontrado relatos de contatos com seres supostamente extraterrestres catalogados até em pinturas rupestres. No último século, inúmeros casos envolvendo OVNIs atraíram a atenção de pesquisadores do mundo todo, como o famoso caso Roswell nos Estados Unidos. Séries de Tv como o Arquivo X, tem ajudado a popularizar cada vez mais o tema, e instigado mais e mais gente a saber.

Saindo do lado fantasioso do tema e partindo-se para o estudo científico deste. E sabendo que OVNIs tem sido avistados no céu carioca. É que o Diário do Rio encontrou em contato com o engenheiro civil, inclusive com cursos pela Université de Paris Sorbonne; o ufólogo Milton Frank, presidente do CUB (Centro de Ufologia Brasileiro), para obter maiores esclarecimentos sobre o assunto e falar de alguns casos ligados ao Rio de Janeiro.

Nesta entrevista, Milton explica melhor o que são OVNIs; o papel do ufólogo. Conta como foi iniciado no estudo destes objetos. Ele também aborda a relação dos ufólogos com os militares. Comenta sobre o mais recente avistamento na cidade. Além de relatar sobre o famoso caso do vôo 169 da VASP.

Fazendo um trocadilho, com o slogan de uma famosa série sobre o tema, que diz: “A verdade está lá fora”. Nós do Diário do Rio, diríamos de forma mais ousada após a entrevista com Milton que: A verdade já está entre nós.

Diário do Rio – Muito dos nossos leitores estão mais familiarizados com a palavra disco voador, só para informá-los melhor. O que vem a ser um OVNI?

Milton Frank – OVNI é um objeto voador não identificado. Às vezes as pessoas tendem a dizer que OVNIs são naves espaciais. Este conceito está errado, pois OVNI é tudo aquilo que vemos no céu voando e não conseguimos identificar.

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