05/05/2007

Pan do Rio trará 687 milhões de dólares em turismo para o Rio

Apenas no período dos jogos panamericanos, o Rio receberá 625 mil turistas, movimentando US$ 687 milhões, é o que prevê a Riotur. De acordo com Alfredo Lopes, presidente da Associação Brasileira de Hotéis do Rio de Janeiro (Abih-RJ), foram investidos R$1,5 bilhão em novos hotéis, reformas e melhorias no setor agregando 3 mil novos quartos na cidade.

Segundo o presidente, 54% das vagas disponíveis nos estabelecimentos já foram reservadas, apesar de ainda não terem sido pagas, mas a expectativa é chegar à ocupação total.
“Tradicionalmente, o mês de julho conta com 58% de ocupação média nos hotéis. Esperamos incrementar o segmento e chegar a ter de 90% a 100% de movimento até o dia 20 deste mês. Os hotéis vão praticamente dobrar seu faturamento no período”, estima Lopes, que já começou a movimentação dirigida à suposta realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil.

As agências de viagem também esperam um crescimento de 30% no período.

Investimentos no setor hoteleiro, grandes obras na infra-estrutura da cidade, mais emprego e mobilização da população carioca e ainda tem gente que quer falar mal do Pan…

Leia mais no Diário de Comércio, Indústria e Serviços.

Postado por:
Categorias:
Economia, Pan 2007, Turismo
comentários
22/02/2007

Prefeitura e FGV estudarão a economia do turismo

A Prefeitura do Rio, através da Secretaria Especial de Turismo, e a Fundação Getúlio Vargas assinam convênio para desenvolvimento do Programa de Pesquisa sobre a Economia do Turismo da Cidade do Rio de Janeiro, cujo objetivo é reunir as informações sobre turismo no Rio e estimular novos trabalhos de pesquisa sobre o tema.


Para o secretário Especial de Turismo, Rubem Medina, a existência de números confiáveis e atualizados é essencial para conhecer o potencial turístico do município. Com base em informações precisas, tanto o setor público quanto as empresas privadas podem planejar melhor seus investimentos na cidade”.

A Prefeitura selecionou o Núcleo de Estudos Avançados em Turismo e Hotelaria (NEATH) da Fundação Getúlio Vargas para parceira no projeto através de uma convocação pública, da qual se apresentaram oito instituições universitárias sediadas na cidade. A proposta da FGV foi selecionada em função do melhor projeto apresentado, melhor conjunto de trabalhos já realizados na área e maior volume de contrapartida.

Ao longo de oito meses, a pesquisa mobilizará pesquisadores e estudantes para sistematizar as informações estatísticas disponíveis (número de visitantes, ocupação hoteleira, gasto médio etc.) e construir um modelo da economia do turismo na cidade, estimando sua contribuição para a geração de empregos, renda gerada e impostos recolhidos. Os resultados serão colocados à disposição do público através da Internet.

Completada essa primeira etapa, a Prefeitura poderá continuar apoiando o projeto, mas espera uma contrapartida crescente não apenas da FGV como também de outras entidades da própria indústria do turismo, que se beneficiam diretamente do resultado das pesquisas. Segundo o secretário Rubem Medina “a idéia é apoiar uma iniciativa sustentável, que não dependa exclusivamente do município para gerar resultados no futuro”.

O programa terá início em fevereiro e deverá estar concluído em oito meses, quando o relatório final deverá ser apresentado em um seminário com a participação de pesquisadores e empresários do setor.
Postado por:
Categorias:
Economia, Prefeitura do Rio, Turismo
comentários
02/02/2007

Menos Pirataria no Rio que em Belo Horizonte e São Paulo

Apesar dos Camelódromos espalhados pela cidade, uma pesquisa Ibope feita no Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, mostra que o Rio é onde menos se consome produtos piratas. Talvez isso explique porque aqui o desemprego é menor.

ibope pirataria Menos Pirataria no Rio que em Belo Horizonte e São Paulo

Postado por:
Categorias:
Economia, Rio de Janeiro
comentários
29/01/2007

Rio: o menor desemprego do Brasil

Boa notícia tem de ser contada.

Pesquisa do IBGE em Dezembro de 2006, em seis regiões metropolitanas do país, mostrou que a taxa de desemprego na cidade do Rio de Janeiro foi a menor em todas elas, 5,9%, abaixo da média das outras cidades, 8,6% (além do rio, são pesquisadas, São Paulo,Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife).

O rendimento médio do carioca também é positivo, é de R$ 1.270,80 mensais, 18% maior do que a média das seus regiões (R$ 1.056,60), e 24% maior que a região metropolitana (R$ 993,70).

A média de estudo também é maior na cidade do Rio, tenho 61% da população carioca 11 ou mais anos de estudo. Nas outras regiões ficando em 52,1%.

Abaixo artigo do Secretário Municipal de Trabalho e Rend, Wanderley Mariz, publicado em 26 de Janeiro, no Jornal do Brasil.

Oportunidades e perspectivas para o Rio
Wanderley Mariz, secretário municipal de Trabalho e Emprego do Rio

O IBGE apresentou recentemente a nova Pesquisa Mensal de Emprego, que passou a estudar o mercado de trabalho na cidade do Rio, a partir de parceria com o Instituto Pereira Passos, da prefeitura. Foram divulgadas também as estimativas para as seis maiores regiões metropolitanas do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife.

Em novembro de 2006, a taxa de desocupação, que mede a proporção das pessoas desocupadas em relação à População Economicamente Ativa, foi, para o município, de 6,9% – a menor quando o cenário de comparação é a Região Metropolitana (7,3%) e o agregado das seis áreas investigadas (9,5%), no mesmo patamar dos 6,3% registrados em novembro de 2005.

Já a distribuição da população ocupada por grupamentos de atividade ficou assim: 10,9% na indústria; 5,5% na construção; 17,7% no comércio; 19,2% nos serviços prestados a empresas; 18,6% na educação, saúde e similares; 6,0% nos serviços domésticos e 21,7% em outros serviços. Na mesma comparação com a Região Metropolitana (RM) e o agregado respectivamente, a cidade destaca-se nos serviços prestados a empresas: 19,2% contra 15,8% e 14,4%; outros serviços, 21,7% contra 19,8% e 17,1%; e educação, que ainda inclui saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social, 18,6% contra 17,1% e 15,1%.

A análise dos dados também nos revela indicadores interessantes sobre o trabalho autônomo e a qualificação da mão-de-obra no Rio. O trabalho por conta própria na cidade ficou em 22,9%, enquanto no agregado das regiões, 19,5%. Por outro lado, o percentual de população ocupada com mais de 11 anos de escolaridade é relativamente superior no município: 61,5% contra 52,5%, no agregado. O momento é favorável para a economia da cidade, com a realização dos Jogos Pan-americanos, a consolidação do Pólo Siderúrgico da Zona Oeste e as externalidades positivas da construção e futuro funcionamento do Pólo Petroquímico de Itaboraí, na RM.

Essas iniciativas, conjugadas ao perfil empreendedor do carioca, à dinâmica diferenciada da economia informal na cidade e ao contingente de trabalhadores sem carteira ou por conta própria, formam um cenário propício para o aumento de pequenos e médios negócios na cidade. Realizar o Pan 2007, que segundo o Comitê Gestor irá gerar mais de 40 mil empregos diretos e indiretos, está exigindo a aproximação entre atores de diferentes instâncias, definindo ações e políticas públicas mais integradas e o estudo da realidade local, que possam posicionar estrategicamente a cidade e gerar sinergias positivas entre os pólos dinâmicos da economia e a força de trabalho disponível.

Para responder a tais desafios, a prefeitura, o governo do Estado e a sociedade civil precisam agir de forma integrada em programas de capacitação de trabalhadores e empreendedores, no fomento de arranjos produtivos locais, na segurança pública e no respeito aos direitos de propriedade

Para ler a pesquisa completa, há o Rio Estudos (feito pela Prefeitura do Rio) que pode baixado clicando aqui.

Postado por:
Categorias:
Economia, Emprego, Prefeitura do Rio, Rio de Janeiro
comentários
18/01/2007

The Economist fala sobre economia do Rio

A britânica The Economist tem hoje um artigo sobre a economia do Rio de Janeiro, em que trata da violência para a falta de investimento e dos projetos que o Secretário de Fazenda do Estado, Joaquim Levy. Assim como faz um comentário bem crítico sobre o casal de governadores.

To make matters worse, nearly all of Rio’s state governors since democracy was restored in the 1980s have been populists. The latest two were a husband and wife team of evangelical protestants, Rosinha Matheus and Anthony Garotinho, who ran the state with a Bible in one hand and cheque book in the other.

Para fazer as coisas piores, quase todos os governadores do Rio desde a restauração da democracia em 1980 tem sido populistyas. Os dois últimos protestantes evangélicos eram marido e mulher, Rosinha Matheus e Anthony Garotinho, que governaram o estado com uma bíblia na mão e o talão de choque na outra.

Postado por:
Categorias:
Economia, Sergio Cabral
comentários
Página 12 de 12« Primeira89101112

Destaque

No Dia do Abraço, Curiosidades de Aquele Abraço No Dia do Abraço, Curiosidades de Aquele Abraço - Hoje é Dia do Abraço, então por que não cantar uma música tão carioca como “Aquele Abraço” de Gilberto Gil e conhecer algumas curiosidades da música

Facebook

Social

  • Feed
  • YouTube

Anuncie

Novidades por e-mail

Se quiser receber nosso conteúdo no seu email, inscreva-se no campo abaixo


  Parceria: Clica.net
© 2012 Diário do Rio de Janeiro. Todos os direitos reservados.