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	<title>Diário do Rio de Janeiro &#187; Curiosidade</title>
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	<description>Um Blog de Amor ao Rio</description>
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		<title>Curiosidades sobre o Biscoito O Globo</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 16:38:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Coisa de Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Superinteressante deste mês, traz algumas curiosidades do biscoito polvilho símbolo do Rio de Janeiro. Veja]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="background-image: none; margin: 0px 10px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; padding-top: 0px; border: 0px;" title="Biscoitos Globo por Hernán Maglione" src="http://www.diariodorio.com/wp-content/uploads/2012/01/Biscoitos-Globo-por-Hernn-Maglione.jpg" alt="Biscoitos Globo por Hernn Maglione Curiosidades sobre o Biscoito O Globo" width="371" height="277" align="left" border="0" />Sabemos que o verdadeiro prato carioca é <strong>Biscoito O Globo </strong>com <strong>Mate Leão</strong>, em 2009 fiz, inclusive, um <a href="http://www.diariodorio.com/a-histria-do-biscoito-o-globo/">post contando um pouco da história do Biscoito O Globo</a>. E na Superinteressante deste mês, traz algumas curiosidades do biscoito polvilho símbolo do <strong>Rio de Janeiro</strong>. Veja</p>
<p><span id="more-17205"></span></p>
<h3>Os Buracos</h3>
<p>O biscoito é feito basicamente de água, leite, óleo e polvilho. Assim que é levado ao forno, a água dos ingredientes começa a evaporar e os gases se expandem. É isso que faz a textura areada do biscoito.</p>
<p>No final do cozimento, perto dos 75 <sup>o</sup>C, as paredes das células da massa formam uma crosta na parte exterior do biscoito e o impedem de continuar crescendo. Assim ele chega ao tamanho final, cheio de buracos.</p>
<h3>O Mineiro</h3>
<p>A palavra vem do latim “<em>pulvu</em>”, que deu origem ao português “<em>pó</em>” e “<em>poeirento</em>” (como o biscoito).</p>
<p>Já a origem do quitute é muito menos conhecida. Ele é um prato tradicional mineiro. Não se sabe ao certo quem inventou a receita – apenas que é antiga. Segundo o historiador Câmara Cascudo, no século 18, as cozinheiras das fazendas de Minas Gerais, já preparavam biscoitos de polvilho para servir aos senhores.</p>
<h3>O Biscoito</h3>
<p>Sinônimo de biscoito de polvilho para os cariocas (e para os turistas), o Biscoito Globo nasceu em São Paulo. Com a separação dos pais, os irmãos Milton, Jaime e João Fernandes, tiveram que trabalhar na padaria de um tio no Ipiranga. Foi lá que em 1953, eles aprenderam a fazer o biscoito.</p>
<p>Dois anos depois, ele desembarcou no RIo para participar de um evento católico. Como o produto bombou, eles nunca mais voltaram para São Paulo.</p>
<h3>Produção Non Stop</h3>
<p>A fábrica do Globo funciona de domingo a domingo, das 6h às 20h. Cerca de 350 ambulantes fazem fila na porta para comprar os 150 mil biscoitos produzidos diariamente. São 10.714 biscoitos por hora.</p>
<p>Nos dias de sol, são vendidos até 12 mil pacotes. Cada pacote, salgado ou doce, custa R$ 0,70 e o ambulante pode revendê-lo pelo valor que quiser.</p>
<h3>Antimarketing</h3>
<p>O Biscoito Globo nunca fez propaganda, recusou ofertas de abrir franquias em outros estados, jamais mudou de embalagem (<em>bem, eles têm uma embalagem de plástico vendida em supermercados, a Super errou</em>)  e tem um único ponto de distribuição: a fábrica.</p>
<p>Da mesma forma, nunca pensou em licenciar a marca, por isso, a embalagem já apareceu estampada em cangas, biquinis, bolsas, etc. A única inovação de design está nas cores: os pacotes vermelhos vendem biscoito doce e os verdes, salgado – herança de uma época em que os ambulantes eram analfabetos.</p>
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		<title>Curiosidades sobre o Cristo Redentor</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 16:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cristo Redentor]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sabia que no desenho original Jesus seguraria um globo terrestre e uma cruz nas mãos. Veja outras curiosidades sobre o Cristo Redentor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Cristo Redentor" border="0" alt="Cristo Redentor Curiosidades sobre o Cristo Redentor" align="left" src="http://www.diariodorio.com/wp-content/uploads/2011/12/Cristo-Redentor.jpg" width="329" height="306" />Hoje é Natal, a Festa Cristã (<em>não, Simone, não</em>) então por que não falar aqui&#160; no Diário do Rio do maior símbolo católico do Rio de Janeiro e uma das 7 Maravilhas do Mundo, o <strong>Cristo Redentor</strong>? As curiosidades foram adaptadas da revista <strong>Super Interessante</strong> de janeiro.</p>
<div align="justify"><span id="more-16863"></span></div>
<li>
<div align="justify">Mais de mil toneladas de concreto. Sendo 3,8 toneladas na cabeça e 8 em cada mão </div>
</li>
<li>
<div align="justify">O primeiro a vislumbrar o Cristo Redentor no Corcovado foi o padre francês Pierre Boss, no século XIX. Na época o Corcovado se chamava Pináculo da Tentação </div>
</li>
<li>
<div align="justify">O concurso para a construção do Cristo Redentor foi iniciado em1921 como parte da celebração dos 100 anos de independência do Brasil </div>
</li>
<li>
<div align="justify">No desenho original Jesus seguraria um globo terrestre e uma cruz nas mãos </div>
</li>
<li>
<div align="justify">O presidente Epitácio Pessoa irritou a Igreja Batista ao ceder o terreno do Corcovado para a Igreja Católica. Pessoa argumentou dizendo que os católicos pediram primeiro </div>
</li>
<li>
<div align="justify">O mestre de obras, Heitor Levy, era judeu. Ao fim da obra já tinha se convertido ao cristianismo. </div>
</li>
<li>
<div align="justify">O Cristo Redentor demorou 5 anos para ser construído. Metade do tempo da Estátua da Liberdade </div>
</li>
<li>
<div align="justify">A obra também foi bem mais barata, o Cristo Redentor custou 2.500 cotos de réis (R$ 9,5 milhões), a Estátua da Liberdade custou 60.000 </div>
</li>
<li>
<div align="justify">Construída a 710 metros do chão, não houve acidentes graves </div>
</li>
<li>
<div align="justify">A coroa de espinhos é um para-raios </div>
</li>
<li>
<div align="justify">A estátua já perdeu por causa de raios sobrancelha, lábio e um dedo </div>
</li>
<li>
<div align="justify">O Cristo Redentor tem dois corações um externo e um interno, onde está o nome da família de Levy </div>
</li>
<li>
<div align="justify">Atrás dos pedaços de pedra-sabão há os nomes de amigos e familiares das mulheres que fizeram o revestimento </div>
</li>
<li>
<div align="justify">Até hoje corre processo entre os herdeiros do arquiteto Heitor Costa e do escultor Paul Landowski para saber quem é o Pai do Cristo</div>
</li>
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		<title>Por que Bueiros explodem no Rio de Janeiro?</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/por-que-bueiros-explodem-no-rio-de-janeiro/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Sep 2011 21:23:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A Super Interessante deste mês veio com uma resposta a uma pergunta que muito intriga os cariocas “Por que só no Rio os bueiros explodem”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Adesivo de Bueiro no Rio de Janeiro" border="0" alt="Adesivo de Bueiro no Rio de Janeiro Por que Bueiros explodem no Rio de Janeiro?" align="left" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2011/09/Adesivo-de-Bueiro-no-Rio-de-Janeiro.jpg" width="298" height="169" />A Super Interessante deste mês veio com uma resposta a uma pergunta que muito intriga os cariocas “<strong><em><a href="http://super.abril.com.br/cotidiano/so-rio-bueiros-explodem-639350.shtml">Por que só no Rio os bueiros explodem</a></em></strong>”. Afinal é de assustar que semana sim, semana não, lá vem o noticiário com mais uma matéria sobre a explosão de um bueiro. Veja a resposta (<em>ou clique no link acima para ler a matéria completa</em>):</p>
<div align="justify"><span id="more-15658"></span></div>
<blockquote><p align="justify">A maioria das cidades brasileiras cresceu sem planejamento – acima e abaixo do solo. Essa é uma das causas das explosões de bueiros no Rio de Janeiro, segundo Moacyr Duarte, analista de acidentes e riscos tecnológicos e naturais da UFRJ. “Com a terceirização de serviços [que antes eram responsabilidade do poder público] como energia, gás e telefonia, cada empresa fica responsável por suas redes. É a política do ‘cada tatu com seu buraco’”, explica. O problema se agrava com a falta de manutenção desses serviços. No entanto, a situação ficou caótica porque a cidade tem muito mais redes subterrâneas de eletricidade do que outras capitais. Ou seja, se esconder fiação de postes sob o solo é uma boa medida urbanística, de nada adianta se isso for feito desorganizadamente. Por isso o Rio tem mais acidentes: desde 2010 foram registradas 27 explosões, com pelo menos 13 feridos.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<h3>BOMBA-RELÓGIO</h3>
<p>Entenda o emaranhado de tubos, fios e dutos bem abaixo dos seus pés.</p>
<p>&#160;</p>
<h3>ENERGIA ELÉTRICA</h3>
<p>Cabo sem manutenção pode pegar fogo se aquecer demais. No Rio, há equipamentos com 50 anos de uso. Procurada pela SUPER, a Light, multada pelas explosões, não quis comentar.</p>
<p>&#160;</p>
<h3>GÁS</h3>
<p>Pode escapar dos dutos e vazar até uma câmara da rede de energia elétrica. Aí, basta qualquer faísca para a explosão lançar as tampas dos bueiros para o alto. Algumas voaram até 3 metros.</p>
<p>&#160;</p>
<h3>ÁGUA E ESGOTO</h3>
<p>Há teorias sobre vazamento de gás metano dos dutos de esgoto, mas o analista Moacyr Duarte descarta. “O gás dessa origem não seria suficiente para uma explosão”, afirma.</p>
<p>&#160;</p>
<h6>TELEFONIA E FIBRAS ÓTICAS</h6>
<p>Não existe nenhuma relação comprovada entre esses serviços e as explosões. Mas por causa da confusão subterrânea é comum que tubulações de outras empresas sejam danificadas.</p>
</blockquote>
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		<title>Um Quiz sobre o Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 03:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Você acha que conhece bem o Rio de Janeiro. Então tente responde o Quiz da National Geographic. E aí, quantas consegue acertar?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Abanando o Calor por Cesar Okada" border="0" alt="Abanando o Calor por Cesar Okada1 Um Quiz sobre o Rio de Janeiro" align="left" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2011/08/Abanando-o-Calor-por-Cesar-Okada1.jpg" width="343" height="230" />O site da National Geographic tem uma seção dedicada ao <strong>Rio de Janeiro</strong>, já <a href="http://diariodorio.com/12-pontos-obrigatorios-para-os-turistas-no-rio-de-janeiro-pela-national-geographic/">falei dele aqui</a>. Lá tem um <strong><a href="http://travel.nationalgeographic.com/travel/city-guides/rio-de-janeiro-quiz/">Quiz sobre a nossa Cidade Maravilhosa</a></strong>. Então fui eu lá todo pimpão responder, afinal, falo exclusivamente sobre o Rio faz alguns anos e sou carioca, que eu saiba, desde que nasci…</p>
<p><span id="more-14884"></span>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Pois é, malandro demais se atrapalha, errei uma e outros 2 fui meio que no chute, isso que eram apenas 10… Não vou falar qual errei mas que vale a pena saber como está seu conhecimento sobre a história da cidade, isso vale, mas atenção o Quiz está em inglês.</p>
<p align="justify">E você, <a href="http://travel.nationalgeographic.com/travel/city-guides/rio-de-janeiro-quiz/">quantas acertou</a>? </p>
<p>&#160;</p>
<p><em>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/cokada/5570745585/">Abanando o Calor</a> por <a href="http://www.flickr.com/photos/cokada/">Cesar Okada</a></em></p>
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		<title>Prédios Mais Altos do Rio de Janeiro</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/predios-mais-altos-do-rio-de-janeiro/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 19:06:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1o está a Torre do Rio Sul, 2o a Sede do Banco do Brasil e 3o o Assembleia 10 (Candido Mendes)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img style="background-image: none; margin: 0px 10px 5px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; padding-top: 0px; border-width: 0px;" title="Predios Mais Altos do Rio de Janeiro" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2011/08/Predios-Mais-Altos-do-Rio-de-Janeiro.jpg" alt="Predios Mais Altos do Rio de Janeiro Prédios Mais Altos do Rio de Janeiro" width="415" height="233" align="left" border="0" />É a terceira vez que volto com este assunto no Diário do Rio mas é um tema que sempre o pessoal procura ou pergunta. O texto é feito a partir <a href="http://diariodorio.com/qual-o-mais-alto-prdio-do-rio/">deste do Flavio Sereno de 2009.</a> Então, para quem não sabe o prédio mais alto do Rio de Janeiro é a <strong>Torre do Rio Sul</strong>, junto ao Túnel Novo. Tem 164 metros, tornando a torre a 3ª colocada nesse ranking, no Brasil (<em>em 2012 cairá para o 4o lugar com a inauguração do Vila Serena Residence em SC</em>).  Os dois mais altos no país são os edifícios Mirante do Vale (170m) e Itália (168m), na capital paulista.</p>
<p><span id="more-14389"></span></p>
<p align="justify">O 2o lugar no Rio é o edifício sede do Banco do Brasil, o Lelio Gama, 105, O prédio tem 160 metros de altura. O 3o é o Edifício Cândido Mendes, na Rua da Assembleia 10, com 154 metros.  É o 10º mais alto do Brasil.  Em 4o temos temos o Edifício Santos-Dumont, na Rua Santa Luzia esquina de Avenida Calógeras, aquele prédio de conformação circular, perto do Palácio Gustavo Capanema, o antigo Ministério da Educação, no Castelo.  Tem 141 metros.</p>
<p align="justify">
<p align="justify"><img style="background-image: none; margin: 0px 0px 5px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; padding-top: 0px; border: 0px;" title="Torre do Rio Sul por Ana Luzia Oliveira" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2011/08/Torre-do-Rio-Sul-por-Ana-Luzia-Oliveira.jpg" alt="Torre do Rio Sul por Ana Luzia Oliveira Prédios Mais Altos do Rio de Janeiro" width="276" height="363" align="right" border="0" />Fazem parte desse seleto grupo de gigantes da construção civil, nas terras cariocas, os prédios I e II  da Ventura Corporate Tower, na Avenida Chile, em frente à Catedral, com 140 metros, além de outros como o Edifício Big (Rio Branco com Buenos Aires), o Avenida Central (Rio Branco 156), a sede da Caixa Econômica Federal (Almirante Barroso com Rio Branco) e o Conde Pereira Carneiro (Rio Branco, entre Ouvidor e Rua Sete de Setembro – ex-sede do Jornal do Brasil).</p>
<p align="justify">
<p align="justify">A dificuldade de se fazer uma relação dessas, e a razão de ter algumas discussões sobre qual é o maior prédio, é o critério de medição.  Onde se começa a medir?  Na calçada em frente à portaria do endereço oficial?  Mas se houver um desnível no lote?  E como definir o ponto mais alto?  No telhado?  Ou no topo da antena de TV, caso exista?  Talvez consultar o projeto original, esperando que a execução tenha respeitado esses parâmetros.  São perguntas que os técnicos podem melhor responder.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/analuiza/4233702105/">Torre do Rio Sul</a> por <a href="http://www.flickr.com/photos/analuiza/">Ana Luzia Oliveira</a></em></p>
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		</item>
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		<title>A Origem do Nome dos Bairros do Rio de Janeiro</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/a-origem-do-nome-dos-bairros-do-rio-de-janeiro/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 16:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sabe qual a origem do nome do seu bairro?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="Lagoa por Felipe Santarelli" border="0" alt="Lagoa por Felipe Santarelli A Origem do Nome dos Bairros do Rio de Janeiro" align="left" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2011/07/Lagoa-por-Felipe-Santarelli.jpg" width="323" height="218" />Esse <a href="http://diariodorio.com/nome-dos-bairros-do-rio-de-janeiro/">post é de 2008</a> mas de lá para cá muitas pessoas novas passaram a ler o Diário do Rio, e imagino que ainda curiosas sobre o nome dos bairros do Rio de Janeiro. Alguns tem uma certa discussão se o nome é por esta ou outra razão.</p>
<p style="text-align: justify">&#160;</p>
<p style="text-align: justify">E você, sabe a origem do nome de algum bairro do Rio?</p>
<p style="text-align: justify">
<p><span id="more-14090"></span>
<p style="text-align: justify"></p>
<li><strong>Tijuca -</strong> em tupi-guarani significa brejo, lamaçal. </li>
<li><strong>Guaratiba -</strong> em tupi-guarani significa morada ou sítio das garças. </li>
<li><strong>Copacabana -</strong> significa mirante do azul, na língua Inca Quichua. Também existe uma cidade boliviana nas margens do Lago Titicaca com o nome de Copacabana. Originalmente, o nome do bairro era Sacopenapã. </li>
<li><strong>Engenho da Rainha -</strong> fez parte das terras pertencentes à rainha Dona Carlota Joaquina, casada com D. João VI e mãe de Dom Pedro II, por isso este nome. </li>
<li><strong>Ipanema -</strong> significa “águas perigosas” em tupi. </li>
<li><strong>Grajaú -</strong> foi dado em homenagem a cidade de Grajaú, terra natal do engenheiro que projetou o bairro, no interior do Maranhão. Várias ruas do bairro tem nome de cidades e rios maranhenses. </li>
<li><strong>Leblon -</strong> O nome teve sua origem numa chácara pertencente ao holandês Charles Le Bron que existia no local em meados do Século XIX. </li>
<li><strong>Leme -</strong> por causa da Pedra do Leme, contornada pelas praias da Urca e Botafogo e cujo formato, visto de cima, se assemelha ao do leme de um navio. </li>
<li><strong>Maracanã -</strong> vem do tupi maraka’nã, que significa papagaio. Provavelmente o rio homônimo recebeu este nome por ter suas cercanias habitadas por uma ou mais espécies destes pássaros. </li>
<li><strong>Ilha do Governador -</strong> habitada pelos índios Temiminós, que a abandonaram em conseqüência dos ataques de inimigos Tamoios e traficantes franceses de pau-brasil, os quais foram definitivamente expulsos em 1567, pelos portugueses foi doada a 5 de setembro desse ano por Mem de Sá a seu sobrinho Salvador Correia de Sá (o Velho), futuro governador (dái o nome do bairro) da capitania. </li>
<li><strong>Vila Isabel -</strong> batizado em homenagem à Princesa Isabel. </li>
<li><strong>Gávea -</strong> devido à vista privilegiada da Pedra da Gávea (embora esta se localize em São Conrado, outro bairro), que por sua vez foi assim batizada por ter em seu topo uma formação rochosa semelhante à gávea dos navios. </li>
<li><strong>Flamengo – </strong>é uma homenagem ao navegador flamengo, na verdade holandês, Olivier Van Noort, também conhecido como LeBlond </li>
<li><strong>Cosme Velho -</strong> é uma homenagem ao comerciante português Cosme Velho Pereira que, no século XVI, habitava a parte mais alta do vale do Carioca. Na parte mais baixa do vale havia grande número de laranjeiras, também originando o nome do bairro vizinho, “<strong>Laranjeiras”.</strong> </li>
<li><strong>Pavuna – </strong>Dentre as numerosas “ocaras” alinhadas na sua margem direita, uma, pelo menos, que corresponderia à de “Upabuna”, estaria localizada às margens do rio a que deu nome, o rio Pavuna. </li>
<li><strong>Urca -</strong> era o nome do navio do holandês Olivier Van Noort, o LeBlond. </li>
<li><strong>Glória -</strong> O bairro deve seu nome à Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, uma das primeiras construídas na cidade no século XVIII, em torno da qual se consolidou o povoamento da região. Nela fora batizado Afonso Henriques de Lima Barreto e teve papel de destaque na corte de Dom João VI. </li>
<li><strong>Bangu – </strong>possui 2 versões para o nome: “paredão negro ou escurecido”, numa referência à grande sombra projetada pelo Maciço da Pedra Branca sobre o vale onde Bangu se localiza. A segunda versão atribuí a palavra “banguê” (corruptela de bangu), vocábulo africano, simbolizando uma espécie de padiola construída de couro ou trançado de fibras, amarrada a dois varais e conduzida por dois homens, usada para transporte de cana-de-açúcar, tijolos e outros materiais. É possível, inclusive, que desse processo meio desordenado de transporte tenha surgido a conhecida expressão “à bangu”, que é “fazer alguma coisa sem a menor técnica, de improviso”. </li>
<li><strong>Madureira -</strong> era a região de uma fazenda existente na época, arrendada por Lourenço Madureira. </li>
<li><strong>Paciência</strong> &#8211; Quando os mensageiros imperiais saiam à cavalo da Quinta da Boa Vista (residência do imperador) para levar a documentação até a Casa da Santa Cruz (Santa Cruz) para despachar com o imperador que vinha de S.Paulo e permanecia ali por um tempo, tinham que esperar em uma casa de alimentação e descanso ou troca dos animais, até a liberação para prosseguir até Sta Cruz ( algumas vezes eram oferecidas festas ao imperador). Muitas vezes levavam um dia para ir até a casa da troca de animais e aguardavam dois ou mais dias para a liberação. Quando eles saíam da Quinta da Boa Vista eles tinham diversos destinos e se perguntavam para onde iam e o destino deste mensageiro era &quot; A casa da Paciência&quot;! </li>
<li><strong>Penha -</strong> em homenagem à Nossa Senhora da Penha,por causa de uma lenda de um viajante francês que percorria o Brasil e estava em São Paulo. Uma noite pernoitou lá pelos lados de onde hoje é o bairro. Amarrada ao cavalo estava uma imagem de Nossa Senhora. Ele acordou no outro dia e pôs-se a caminho. Léguas mais tarde deu pela falta da santa, voltou e encontrou a imagem no mesmo lugar onde estava dormindo. Colocou-a de volta no alforje e partiu. Horas depois o viajante descobre que a Nossa Senhora não está mais com ele. Volta novamente, e lá está ela, no mesmo lugar.Aí chegou à conclusão que a santa escolhera aquele lugar para ficar. Assim o francês construiu ali uma capela. </li>
<li><strong>Santa Cruz -</strong> porque os jesuítas colocaram uma grande cruz de madeira, pintada de preto, encaixada em uma base de pedra sustentada por um pilar de granito. Mais tarde, já durante o Império, o cruzeiro seria substituído por outro de dimensões menores. E, atualmente existe uma cruz no mesmo local, mas não é o cruzeiro histórico, e sim uma réplica que foi erigida durante o comando do então Coronel Carlos Patrício Freitas Pereira. O cruzeiro deu nome à Santa Cruz. </li>
<li><strong>Méier – </strong>em homenagem a Augusto Duque Estrada Méier, proprietários das terras que hoje são o bairro. </li>
<li><strong>Cidade Nova – </strong>tem registros que remontam ao período do reinado de D. João VI. Até o início do século XIX, a região era um alagadiço que servia de rota de passagem entre o Centro e as zonas rurais da Tijuca e São Cristóvão. Com os aterros feitos com a intenção de melhorar esta travessia, surgiu o projeto de impulsionar o crescimento da cidade para a área, daí o nome. </li>
<li><strong>Estácio -</strong> em homenagem ao fundador da cidade, Estácio de Sá<strong>.</strong> </li>
<li><strong>Santa Teresa -,</strong> surgiu a partir do<strong> </strong>convento de mesmo nome localizado na região. </li>
<li><strong>Santo Cristo – </strong>O bairro deve seu nome à Igreja do Santo Cristo, construída em frente ao cais do porto. </li>
<li><strong>São Clemente – </strong>por causa de um grande proprietário de terrenos naquela parte da cidade, o Sr. Clemente de Matos, muito devoto do santo do qual havia herdado o nome. </li>
<li><strong>Saúde – </strong>recebeu este nome por origem de uma promessa religiosa a Nossa Senhora da Saúde, que salvou a esposa de um rico comerciante português, que ergueu uma capela sobre um morro rochoso de frente ao mar, </li>
<li><strong>Realengo -</strong> significa ‘Real Engenho’, que abreviado lia-se ‘Real Engo.’ </li>
<li><strong>Botafogo – </strong>acabou sendo batizado em 1590, quando Antônio Francisco Velho vendeu suas terras para um amigo, João Pereira de Souza Botafogo. </li>
<li><strong>Humaitá – </strong>Seu nome provém da batalha do Humaitá, travada na Guerra do Paraguai. </li>
<li><strong>Vigário Geral </strong>- Conta-se que o padre responsável pela paróquia de Nossa Senhora da Apresentação (que existe até hoje, em Irajá) vinha, pela estrada de ferro. De lá ele seguia por uma estrada até a Igreja, e, sendo ele responsável por toda a freguesia de Irajá e por utilizar sempre o mesmo trajeto da estrada de ferro até a Igreja, a estrada por onde ele passava levou o nome de &quot;Estrada do Vigário Geral&quot; (parte ainda existente nos dias atuais), que deu nome ao bairro homônimo. </li>
<li><strong>Vila Valqueire -</strong> que, na verdade, era um terreno que media 5 alqueires. Como a placa fazia a indicação com algarismos romanos, V Alqueire virou Valqueire. </li>
<li><strong>Piedade – </strong>O nome do bairro era “Terra dos Gambás” (por existirem gambás aos montes) e os moradores se reuniram e escreveram uma cartinha para o diretor da Estrada de Ferro Central do Brasil, no fim do século 19. O texto era o seguinte: “Por piedade, doutor, troque o nome da nossa estaçãozinha”. O apelo acabou dando certo. “O diretor respondeu: ‘Minha senhora, será feito. E o nome do bairro será Piedade’. </li>
<li><strong>Inhoaíba – </strong>era “Terras do Senhor Aníbal”. Como se falava Nhô Anibal, pegou. </li>
<li><strong>Jardim Botânico -</strong> leva esse nome por ser a localização do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. </li>
<li><strong>Andaraí -</strong> seu nome provém da expressão indígena “Andirá-y”, que significa “Rio dos Morcegos”, na linguagem dos índios tamoios que habitavam a região. O “Rio dos Morcegos” hoje é denominado Rio Joana, que atravessa o bairro, dividindo as duas pistas da Rua Maxwell. </li>
<li>Paquetá – o nome da ilha é de origem Tupi e significa “muitas conchas”. </li>
<li><strong>Brás de Pina -</strong> deve-se ao antigo proprietário de suas terras, Brás de Pina, que aqui mantinha um engenho de açúcar no século XVIII. </li>
<li><strong>Sepetiba -</strong> em tupi, significa sítio dos sapês. A região já foi coberta de florestas. </li>
<li><strong>Largo do Pechincha -</strong>recebeu o nome devido ao comércio tradicional e forte, onde funcionava um grande mercado, freqüentado por pessoas de todas as partes da cidade que barganhavam na hora de comprar as mercadorias. Então, quando se queria comprar alguma coisa, as pessoas diziam que iam pechinchar no largo. </li>
<li><strong>Jacarepaguá – </strong>deriva-se de três palavras da língua Tupi-Guarani: YACARE (jacaré), UPÁ (lagoa) e GUÁ (baixa) – A “Baixa lagoa dos jacarés”. Na época da colonização, as lagoas da baixada de Jacarepaguá eram repletas de jacarés. </li>
<li><strong>Olaria -</strong>deu-se em virtude dos senhores de engenho, que mantinham no local inúmeros desses fornos, sendo a primeira olaria construída em 1821, no século XIX, por iniciativa da família Ferreira, aproveitando a abundância de barro oriundo do Morro do Alemão, pertencente àquela época a dita família.
<p style="text-align: justify"><em></em></p>
</li>
<li>
<p style="text-align: justify"><em>Foto: Lagoa por Felipe Santarelli</em></p>
</li>
]]></content:encoded>
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		<title>Rainha dos Anjos&#8211;Um Tesouro na Ba&#237;a da Guanabara</title>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 22:59:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[História do Rio]]></category>

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		<description><![CDATA[No fundo da Baía da Guanabara pode ter quase US$ 1 bilhão, fruto do navio Rainha dos Anjos que afundou em 1722,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 10px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Rainha dos Anjos" border="0" alt="Rainha dos Anjos Rainha dos Anjos&ndash;Um Tesouro na Ba&iacute;a da Guanabara" align="left" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2011/05/Rainha-dos-Anjos.jpg" width="318" height="126" />Jogou na Mega Sena desta semana? São só R$ 30 Milhões, tem muitos mais no fundo da Baía da Guanabara do que podemos sonhar em gastar, que pode chegar a US$ 1 bilhão de dólares, nos porões da nau Rainha dos Anjos. O navio tinha marcado de Macau para a Europa em 9 de Dezembro de 1721, contendo além da carga geral, presentes da corte chinesa para o Papa Clemente XI, e o Rei de Portugal, D. João V.&#160; destes, vidros e porcelanas de interesse histórico excepcional, fabricados na oficina do Palácio Imperial.&#160; </p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Se você acha que vidro é barato, na carga tinha mais de uma centena de objetos de vidro do período Kangxi (1661-1722), do qual hoje sobrou uma única peça, exposta no Museu Imperial chinês. Então vale, e muito!</p>
<p><span id="more-13510"></span>
<p align="justify">O navio afundou em junho de 1722, quer dizer, não só afundou, ele explodiu! Alguém teria esquecia uma vela acesa no porão, provavelmente o estagiária, o que começou um incêndio, seguido de uma explosão. O deslocamento de ar causado pela explosão teria chegado a quebrar os vidros do Mosteiro de São Bento. Na explosão o navio se dividiu, a proa voou para um lado e a popa para outro! Apesar disso tudo ninguém morreu.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Mas com um desastre deste teria sobrado alguma coisa para buscar? Aparentemente os chineses, na época, embalavam os objetos com várias camadas sobrepostas de argila fresca e palha de arroz, além da caixa de madeira. Muito melhor que hoje em dia…</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Antes que você decida colocar a sunga e mergulhar perto das barcas, vamos pensar. O navio afundou tem quase 300 anos, em um porto movimentadíssimo, que recebe esgoto de uma das maiores metrópoles do mundo, além do lixo jogado. Não é exatamente fácil de achar, além de não sabermos onde afundou e, soma-se, que até agora as buscas não tiveram muitos resultados.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Quem sabe o Eike Batista não invista para encontrar? E a quem queira se aprofundar há um livro chamado “Rainha dos Anjos – Mistério na Baía da Guanabara”, é um começo para os caçadores de tesouro.</p>
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		<title>Voc&#234; consegue descobrir o Rio no novo comercial da Adidas?</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/voc-consegue-descobrir-o-rio-no-novo-comercial-da-adidas/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 17:52:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu achei praticamente impossível encontrar a cidade nas cenas do comercial da Adidas, a maior parte das vezes passa muito rápido. Será que você consegue?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu achei praticamente impossível encontrar a cidade nas cenas do comercial da Adidas, a maior parte das vezes passa muito rápido. O Luiz Henrique conseguiu, não consigo imaginar como, e me mandou. Então, assiste o vídeo e vê se consegue acertar. A resposta está abaixo.</p>
<p>&#160;</p>
<div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:246e6e5a-4c08-4dda-975b-7ac0c505c0bf" class="wlWriterEditableSmartContent">
<div><object width="448" height="252"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YD7ya_NssNM?hl=en&amp;hd=1"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/YD7ya_NssNM?hl=en&amp;hd=1" type="application/x-shockwave-flash" width="448" height="252"></embed></object></div>
</div>
<p>&#160;</p>
<p><span id="more-13291"></span>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>0:08 (Rodrgues Alves e Perimetral)   <br />0:45 (Armazém da ZP)    <br />1:03 (Topo do Prédio do Jóquei Club Brasileiro, no Centro)    <br />1:26 (UERJ ao fundo)</p>
<p>São todas as partes de skate&#8230;</p>
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		<title>Reino da Guanabara</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 12:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sabia que o Rio de Janeiro declarou independência do Brasil e agora tem um Rei, Hugo I? Bem, não aqui para nós mas no micronacionalismo sim.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Bandeira do Reino da Guanabara" border="0" alt="Bandeira do Reino da Guanabara Reino da Guanabara" align="left" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2011/03/Bandeira-do-Reino-da-Guanabara.jpg" width="288" height="188" />Você sabia que o Rio de Janeiro declarou independência do Brasil e agora tem um Rei, Hugo I? Bem, não aqui para nós mas no micronacionalismo modelista, em que se cria uma simulação de nação misturando ficção e realidade, ela existe e <a href="http://www.reinodaguanabara.com.br" target="_blank">pode ser acessada aqui</a>. </p>
<p>&#160;</p>
<p>Ela ainda não está muito bem formada, no site falta informações, mas <a href="http://www.facebook.com/pages/Reino-da-Guanabara/133540360053233" target="_blank">ao menos no Facebook</a> já tem símbolos nacionais, como a bandeira reproduzida aqui no blog. Eles também tem seu periódico no Twitter, <a href="http://twitter.com/vozdaguanabara" target="_blank">A Voz da Guanabara</a>. O lema do Reino é “<em>Hic Vivimus in Gaudio</em>”, ou seja, “Aqui Vivemos com Alegria”, ou algo parecido. O lema sem dúvida é a cara do Rio.</p>
<p><span id="more-13270"></span>
<p>Se você se interessou por micronacionalismo, tem também o Sacro Império de Reunião, uma das maiores do mundo e cheia de carioca gente boa.</p>
<p>&#160;</p>
<p>   <img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px auto 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Reino da Guanabara Simbolo" border="0" alt="Reino da Guanabara Simbolo Reino da Guanabara" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2011/03/Reino-da-Guanabara-Simbolo.jpg" width="240" height="240" /></p>
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		</item>
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		<title>Saltos em vara no Rio 2016 ser&#227;o mais altos do quem Londres 2012?</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/saltos-em-vara-no-rio-2016-sero-mais-altos-do-quem-londres-2012/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 12:15:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quintino Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Rio 2016]]></category>

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		<description><![CDATA[Sou um nerd assumido mas na cultura pop, quando se trata de matemática, física sou a mais completa anta, mas gosto de ler curiosidades sobre o tema. O que me levou a ficar encucado com uma questão trazida hoje pela série mega geek de tirinhas XKCD que sempre faz piadas com o mundo científico ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 5px 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="XKCD" border="0" alt="XKCD Saltos em vara no Rio 2016 ser&atilde;o mais altos do quem Londres 2012?" align="right" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2011/01/XKCD.png" width="98" height="127" />Sou um nerd assumido mas na cultura pop, quando se trata de matemática, física sou a mais completa anta, mas gosto de ler curiosidades sobre o tema. O que me levou a ficar encucado com uma questão trazida hoje pela série mega geek de tirinhas <a href="http://xkcd.com/852/" target="_blank">XKCD</a> que sempre faz piadas com o mundo científico ou de computação.</p>
<p>&#160;</p>
<p>A Força centrífuga e a forma da Terra faz com que a gravidade possa variar até 0,5% entre as maiores cidades do mundo, não chega a ser muito mas poderia variar uma salto em vara em até 2 cms, o que em termos olímpicos pode significar a diferença entre a quebra de um recorde. </p>
<p>  <span id="more-12603"></span>
<p>Então, o mesmo pulo no Rio poderia ser quase 1 cm mais alto do que em Londres. Alguém sabe se isso procede? Porque é bem curioso…</p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://xkcd.com/852/" target="_blank"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px auto 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="XKCD" border="0" alt="XKCD1 Saltos em vara no Rio 2016 ser&atilde;o mais altos do quem Londres 2012?" src="http://diariodorio.com/wp-content/uploads/2011/01/XKCD1.png" width="487" height="635" /></a></p>
]]></content:encoded>
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