02/02/2010

Beco das Garrafas pode voltar

BecodasGarrafas thumb Beco das Garrafas pode voltar Nota coluna Histórias Cariocas da Veja Rio desta semana dá como bem provável o retorno do Beco das Garrafas, junto a Rua Duvivier em Copacabana (entre os numeros 21 e 37). Um grupo de empresários está reformando os locais onde funcionaram as boates Little Club, Bottle´s e Bacarat, em decadência desde o fim dos anos 60.

A primeira medida foi derrubar a parede que separava as duas últimas, dando origem a uma casa com 120 lugares. Como o nome sugere, o Little Club ficará limitado a sessenta pessoas. A direção musical de todo o projeto foi entregue ao produtor Luiz Carlos Miele. Em parceria com Ronaldo Bôscoli, ele promoveu ali shows antológicos nos anos 60. Os investidores planejam transformar a viela em um museu da bossa nova, com a exposição de peças referentes a Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Se não houver contratempos, a inauguração será em junho.

 

Excelente! É uma parte da história do Rio que se recupera. Para quem não sabe o nome Beco das Garrafas vem do costume que os moradores tinham de jogar garrafas nos frequentadores do local, o nome foi fado por Sergio Porto (que na verdade o apelidou de beco das garrafadas).

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Copacabana

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  • Duca

    Até há dois meses atrás vivi na Rua Duvivier e passava todos os dias no beco das garrafas. Actualmente em Lisboa, suspiro de saudades do Rio.

  • FAUSTO DE SOUZA NASCIMENTO

    Que saudades do nosso querido BECO DAS GARRAFAS.Eu nasci no Rio,uma tia que era minha madrinha,morava na Av.Nossa Sra de Copacabana,e eu com 15 anos,dava uma escapada e ia a pé em direção a rua Duvivier,e quase 50 metros das boates,ouvia-se a batida fenomenal e fantástica que vinha da bateria do DOM UM ROMÃO.Eu sou baterista,e o meu ídolo e referência é ele no instrumento.Eu o conheci pessoalmente,estive 3 vezes com ele,era genial como pessoa e como músico.Uma referência na BATERIA BRASILEIRA E MUNDIAL.A minha amada mãe o conheceu na década de 40,ele tocava no Orfeão Português,e já era uma liderança na música.Qualquer cantor ou músico da época,queria ser acompanhado pelo lendário DOM UM ROMÃO.O Rio de ontem com a sua fabulosa música e celeiro dos grandes músicos e cantores,não é infelizmente,mais o Rio de antigamente,onde por exemplo,tocar no Beco seria uma carta de alforria para quqlquer músico que quisesse se firmar no cenário artístico da época.Os anos dourados da década de 50 e 60 não existem mais,restam na saudade de quem viu,viveu e sentiu nos poros a vibrante energia musical do nosso saudoso e ímpar BECO DAS GARRAFAS,que exportou toda a genialidade dos que se apresentavam em suas incríveis boates de referência.SAUDADES,obrigado.

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