23/11/2008

Bairros Cariocas: Abolição

Hoje começamos a falar um pouco sobre cada um dos 160 bairros cariocas. Começamos, por ordem alfabética pela Abolição

 

História do Bairro: Abolição

 

O nome do bairro da Abolição provavelmente tem sua origem no antigo nome da rua da Abolição, 13 de maio, dia da abolição dos escravos no Brasil. Inicialmente eram as populações ligadas às lavouras e ao comércio desses produtos, sendo o bairro cortado pela antiga Estrada Real de Santa Cruz, hoje Av. Suburbana.

 8796214 Bairros Cariocas: Abolição

 

Depois no século XIX vieram algumas fábricas (no vizinho bairro do Engenho de Dentro) e as estradas de ferro, que serviam às localidades mais ao norte, mas que levaram à ocupação lindeira aos trilhos, o que posteriormente se espraiou e alcançou a área atualmente delimitada como o bairro da Abolição.

Os primeiros registros de loteamentos de grandes terrenos junto à rua da Abolição são de 1917 e, em 1930, essa via é aberta como uma Av. Projetada. A partir de 1930, o Estado passa a apoiar a atividade manufatureira, sendo as áreas servidas pelas ferrovias, o entorno próximo, escolhidas para a instalação de muitas delas. De lá para cá o bairro adensou, consolidando-se como um bairro residencial. Parte dele foi atravessado pela via expressa “Linha Amarela”, inaugurada em 1997.

* Retirado do excelente site da Prefeitura para crianças Armazenzinho.

 

Pontos de Interesse:

Casa de Shows Sambola Hall

Av. Dom Hélder Câmara, 7775 – Abolição – Rio de Janeiro – RJ

Tel: (21) 2596-7758

 

Pizzaria York

Av D Helder Câmara, 7346 lj F, Rio de Janeiro, RJ

Tel: (21) 2595-4724

 

*Foto do Largo da Abolição ,retirada do Panoramio de edycastilho , com a pintura feita pela obra do Rio Cidade da Prefeitura.

 

Mapa:


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Rio de Janeiro

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  • jcj

    estou postando isso aqui por saber q muitos cariocas e fluminenses acessam este blog,vamos exigir de nossas autoridades e toda a sociedade carioca e fluminense q nao deixem q isso aconteça,leiama o artigo abaixo,vamos mandar e-mails para a nossa bancada,vamos exigir q defendam os interesses do nosso Paulistas querem royalties do Rio
    *Melquisedec Nascimento

    Na constituição de 1988, a população fluminense assistiu bestificada à exclusão do petróleo da cobrança do ICMS na origem. O Estado do Rio é produtor do ouro negro, portanto perdemos essa importante fonte de recursos devido à fraqueza de nossa representação política à época. Essa é uma das principais causas dos nossos problemas no Estado do Rio, entre eles a falta de recursos para investimentos em saúde, educação e segurança, bem como a péssima remuneração dos servidores estaduais.

    Tramitam no Senado Federal duas propostas perturbadoras para os fluminenses que visam alterar a legislação sobre o petróleo. Uma da senadora Ideli Salvati (PT-SC) e a outra do senador Aluísio Mercadante (PT-SP). A senadora quer retirar os royalties do RJ e dividi-los pelos 5565 municípios do Brasil, e o senador Mercadante quer, pasmem, retirar o mar territorial do Rio de Janeiro, ao sul de Búzios e transferi-los a São Paulo.

    A proposta de Mercadante pode dar azo à contestação da nossa legitimidade na posse no mar territorial brasileiro de 200 milhas em foruns internacionais. É bom também não nos esqueçermos da IV frota estadunidense que recentemente foi reativada, estando patrulhando pxóximo a nossa costa.

    Essas propostas são totalmente absurdas, pois os royalties não são impostos, mas uma compensação concedida ao local onde o petróelo é produzido, tendo em vista os impactos ambientais resultantes da exploração, logo os recursos têm que ficar no Estado produtor e em seus municípios afetados.

    Essa voracidade paulista contra o Estado do Rio se exarcebou depois da descoberta das vastíssimas reservas de petróleo da camada pré-sal, a qual se estende do Espírito Santo a Santa Catarina, com cerca de 80 bilhões de barris do ouro negro. O Rio de Janeiro sendo hoje o responsável por cerca de 80% da produção de petróleo no Brasil – apesar da não tributação do ICMS na origem e seus conseqüentes prejuízos para a população fluminense, somados aos futuros recebimentos dos royalties da exploração da camada pré-sal – virou alvo da cobiça dos paulistas, os quais, não satisfeitos por terem prejudicado o Estado do Rio em 1988, estão de olho nos vindouros royaties que por justiça serão pagos ao Estado do Rio quando entrarem em produção as referidas reservas da camada do pré-sal.

    Ora, o royalty existe no Brasil desde a década de 1940 e tem a finalidade, como já dissemos, de compensar os danos causados pela exploração. Os municípios que têm a ver com a exploração e com o transporte por onde passam gasodutos, têm o direito de receber os royalties. Obviamente que os senadores supracitados têm conhecimento de que a legislação já permite que mais de 50% dos royalties distribuídos vá para a União, a qual pode distribuí-los pelos municípios como melhor lhe convier, inclusive na Amazônia ou no Pantanal para a defesa do meio ambiente, por exemplo.

    Para que o leitor tenha uma idéia,basta saber que em 2007 esses recursos chegaram a R$ 7,5 bilhões, sendo esperados R$ 10 bilhões em 2008, portanto salta à vista que o Estado do Rio de janeiro está sob ataque dos paulistas, sequiosos por colocar as maãos nos royalties que são por justiça e direito do povo fluminense.

    Urge que políticos, empresários e organizações da sociedade civil fluminense se movam e defendam os interesses do Estado do Rio, principalmente os municípios que recebem os royalties, os quais devem mobilizar a população para essa luta hercúlea. Municípios como Duque de Caxias e Campos precisam agilizar campanhas em defesa da atual lei do petróleo, que é de 1997, portanto mal completou dez anos, e os paulistas já querem alterá-la; e, nesse interesse contrário ao Estado do Rio, asssitiremos a uma inusitada situação de vermos PSDB e PT juntos na defesa pelos interesses de São Paulo. Diante desse quadro, as autoridades e o povo fluminense têm que se unir também em defesa dos seus justos e legítimos interesses.

    Melquisedec Nascimento – Presidente da Associação dos Militares Auxiliares e Especialistas – Amae
    http://www.militarlegal.blogspot.com/

    Próximo artigo »estado.

  • Gabriel Sperandio

    Eu comecei a ler e vi um texto familiar… Enfim, legal ver que houve alguma disseminação do armazenzinho. Eu trabalhei nele enquanto fui estagiário (design) no IPP. E daqui, ainda vejo alguma coisa sobre a cidade por esse site.

    Espero que o site repercuta bem. Isso mexeu bastante com o pessoal lá do IPP!!!

  • rafaella

    adoro o bairro da abolição!!!!!

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