17/10/2008

A primeira Banca de Jornal do Rio de Janeiro

lamas thumb A primeira Banca de Jornal do Rio de Janeiro Fausto Neves fez um comentário em um post antigo do Rio de Janeiro, sobre Bancas de Jornal. Mas era um comentário para virar post, afinal, trata da primeira banca de jornal de nossa cidade:

 

A primeira banca de jornais do Rio foi montada na porta do Café Lamas, na Rua do Catete, nº 295, mas não sei quando. Um italiano de nome Carmine Labanca vendia jornais caminhando pelo Largo do Machado e arredores.

 

Sentindo-se cansado arranjou uns caixotes de frutas do Lamas e colocou os jornais arrumadinhos e sentou em outro caixote.

 

Como os jornais não “andavam” mais, o pessoal começou a “ir no Labanca” pegar.

 

“Vamos lá no Labanca” virou expressão corrente, daí para “banca” foi só um pulinho. Falta uma homenagem a esse pioneiro…

 

Fica a homenagem do Diário ao Labanca e obrigado ao Fausto que nos fez descobrir o Fotolog “Saudosimo Carioca”, que já está em meu favoritos.

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Categorias:
História, Rio de Janeiro

Comente!

  • Alexandre Micaelo

    Mas o Café Lamas fica no início da Rua Marquês de Abrantes, no Flamengo…. Antigamente, ficava no Catete ?

  • J.C.Cardoso

    Sim, ficava sim. Mudou de lugar com as obras do metrô.

  • J.C.Cardoso

    Ficava, sim. Mudou de lugar nos anos 70, com as obras do metrô.

  • Rodrigo

    Sou morador do Rio de Janeiro à 53 anos,e confesso que sou um apaixonado por esta cidade, no entanto, vejo alguns abusos cometidos por alguns que se dizem cariocas; refiro-me aos jornaleiros, por quem tenho grande respeito, diga-se de passagem, mas as bancas estão cada dia mais exageradas, em seu tamanho e em seus propósitos,sei que empregam muita gente, porém daí a achar que todas as calçadas devam ser ocupadas com verdadeiros shopping center aí já é demais. As calçadas são de domínio público ou seja: Ninguém deve ocupá-la de forma permanente, razão pela qual não se pode estacionar sobre elas e nem os camelôs podem usá-las como faziam a alguns anos atrás. Não sei qual o critério que a Prefeitura usa para autorizar essas aberrações em detrimento de outros serviços que não vemos à ocupar as mesmas calçadas como socorros médicos, farmácias 24hs, carros de polícia, fiscalização, em geral. porque só os jornaleiros podem vender nas calçadas enquanto que os outros tem que adquirir lojas e seus arrolamentos. Acho que: ou é pra todos ou pra nínguém.

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