<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comments on: A especula&#231;&#227;o imobili&#225;ria no Rio de Janeiro e o caso da PEU das Vargens</title>
	<atom:link href="http://www.diariodorio.com/a-especulao-imobiliria-no-rio-de-janeiro-e-o-caso-da-peu-das-vargens/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.diariodorio.com/a-especulao-imobiliria-no-rio-de-janeiro-e-o-caso-da-peu-das-vargens/</link>
	<description>Um Blog de Amor ao Rio</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 19:33:44 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
	<item>
		<title>By: Andréa Redondo</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/a-especulao-imobiliria-no-rio-de-janeiro-e-o-caso-da-peu-das-vargens/#comment-22879</link>
		<dc:creator>Andréa Redondo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 19:21:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodorio.com/a-especulao-imobiliria-no-rio-de-janeiro-e-o-caso-da-peu-das-vargens/#comment-22879</guid>
		<description>Envio link de análise detalhada que fiz sobre o PLC do PEU Vargens, publicado no Portal Vitruvius. Um abraço,
Andréa
http://www.vitruvius.com.br/minhacidade/mc284/mc284.asp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Envio link de análise detalhada que fiz sobre o PLC do PEU Vargens, publicado no Portal Vitruvius. Um abraço,<br />
Andréa<br />
<a href="http://www.vitruvius.com.br/minhacidade/mc284/mc284.asp" rel="nofollow">http://www.vitruvius.com.br/minhacidade/mc284/mc284.asp</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Andréa Redondo</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/a-especulao-imobiliria-no-rio-de-janeiro-e-o-caso-da-peu-das-vargens/#comment-22544</link>
		<dc:creator>Andréa Redondo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 13:54:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodorio.com/a-especulao-imobiliria-no-rio-de-janeiro-e-o-caso-da-peu-das-vargens/#comment-22544</guid>
		<description>PEU VARGENS, AINDA HÁ TEMPO.

Andréa Albuquerque Garcia Redondo

Com o sugestivo e corajoso título Sob Suspeita o Editorial do jornal O Globo do último dia 7 alerta para a aprovação – pelos vereadores do Rio e sem prévia discussão com a sociedade – de projeto de lei que mudará as regras urbanísticas dos bairros Vargem Grande, Vargem Pequena, Camorim, e parte de Jacarepaguá, Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes. A lei proposta é extensa e complexa: 113 artigos, vários anexos e mapas pretendem definir novos rumos para a ocupação da extensa região, equivalente a pelo menos 5 vezes o território de Copacabana, Ipanema e Leblon ou cerca de 10 vezes a área do Porto Maravilha. 

Os profissionais familiarizados com a intrincada legislação urbanística do município terão dificuldades para compreender a aplicação da nova lei, embora seja notório que o texto contempla o grande adensamento da área com aumento expressivo de gabaritos de altura e metragem quadrada a construir e a conseqüente diminuição de áreas livres e permeáveis, na contramão das ações pelo desaquecimento global.

As mudanças nos bairros atingidos dependerão não apenas do poder público, mas, naturalmente, do desejo e da capacidade do mercado imobiliário que, ao eleger o lugar onde atuar torna concretos os volumes definido pelas normas e influencia até mesmo a mudança do perfil social dos moradores locais. Por isso acerta o Editorial ao questionar a ausência de um fórum de discussões com a participação dos diversos segmentos da população carioca.

Com a aprovação na Câmara Municipal do Projeto de Estruturação Urbana das “Vargens”, mais do que índices urbanísticos atrativos para os grandes empreendedores do setor imobiliário e o adensamento da região, o que está em jogo é o futuro da cidade. Abre-se mais terra para a iniciativa privada e amplia-se a demanda por recursos públicos. Afinal, a compra de mais gabaritos e áreas de construção que a lei oferta mediante pagamento em dinheiro, não é garantida, tampouco a aplicação desses recursos – se vierem – na região. Ao mesmo tempo o aceno se faz em detrimento de todos os outros bairros consolidados que precisam de investimentos, e pode até comprometer o projeto para a área do Porto, que também pretende atrair novos investidores. 

Recentemente o Prefeito afirmou ser ele quem decide o que pode ser construído no município, uma figura de linguagem, é claro, pois o alcaide sabe que as autorizações dependem da lei em vigor. Curiosamente, neste caso, a figura é verdadeira: a decisão sobre o modelo urbanístico das Vargens está em suas mãos. A lei que produz o aumento exacerbado da malha urbana carioca poderia ser vetada e substituída conforme as reais necessidades da região. Há tempo, ainda, para evitar o que pode ser um grave equívoco e para que o Rio encontre seu melhor caminho sob as luzes de um debate público.

Rio de Janeiro, 11 de novembro de 2009.


Andréa Albuquerque Garcia Redondo é arquiteta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>PEU VARGENS, AINDA HÁ TEMPO.</p>
<p>Andréa Albuquerque Garcia Redondo</p>
<p>Com o sugestivo e corajoso título Sob Suspeita o Editorial do jornal O Globo do último dia 7 alerta para a aprovação – pelos vereadores do Rio e sem prévia discussão com a sociedade – de projeto de lei que mudará as regras urbanísticas dos bairros Vargem Grande, Vargem Pequena, Camorim, e parte de Jacarepaguá, Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes. A lei proposta é extensa e complexa: 113 artigos, vários anexos e mapas pretendem definir novos rumos para a ocupação da extensa região, equivalente a pelo menos 5 vezes o território de Copacabana, Ipanema e Leblon ou cerca de 10 vezes a área do Porto Maravilha. </p>
<p>Os profissionais familiarizados com a intrincada legislação urbanística do município terão dificuldades para compreender a aplicação da nova lei, embora seja notório que o texto contempla o grande adensamento da área com aumento expressivo de gabaritos de altura e metragem quadrada a construir e a conseqüente diminuição de áreas livres e permeáveis, na contramão das ações pelo desaquecimento global.</p>
<p>As mudanças nos bairros atingidos dependerão não apenas do poder público, mas, naturalmente, do desejo e da capacidade do mercado imobiliário que, ao eleger o lugar onde atuar torna concretos os volumes definido pelas normas e influencia até mesmo a mudança do perfil social dos moradores locais. Por isso acerta o Editorial ao questionar a ausência de um fórum de discussões com a participação dos diversos segmentos da população carioca.</p>
<p>Com a aprovação na Câmara Municipal do Projeto de Estruturação Urbana das “Vargens”, mais do que índices urbanísticos atrativos para os grandes empreendedores do setor imobiliário e o adensamento da região, o que está em jogo é o futuro da cidade. Abre-se mais terra para a iniciativa privada e amplia-se a demanda por recursos públicos. Afinal, a compra de mais gabaritos e áreas de construção que a lei oferta mediante pagamento em dinheiro, não é garantida, tampouco a aplicação desses recursos – se vierem – na região. Ao mesmo tempo o aceno se faz em detrimento de todos os outros bairros consolidados que precisam de investimentos, e pode até comprometer o projeto para a área do Porto, que também pretende atrair novos investidores. </p>
<p>Recentemente o Prefeito afirmou ser ele quem decide o que pode ser construído no município, uma figura de linguagem, é claro, pois o alcaide sabe que as autorizações dependem da lei em vigor. Curiosamente, neste caso, a figura é verdadeira: a decisão sobre o modelo urbanístico das Vargens está em suas mãos. A lei que produz o aumento exacerbado da malha urbana carioca poderia ser vetada e substituída conforme as reais necessidades da região. Há tempo, ainda, para evitar o que pode ser um grave equívoco e para que o Rio encontre seu melhor caminho sob as luzes de um debate público.</p>
<p>Rio de Janeiro, 11 de novembro de 2009.</p>
<p>Andréa Albuquerque Garcia Redondo é arquiteta.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Quintino Gomes (Editor)</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/a-especulao-imobiliria-no-rio-de-janeiro-e-o-caso-da-peu-das-vargens/#comment-22391</link>
		<dc:creator>Quintino Gomes (Editor)</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 13:27:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodorio.com/a-especulao-imobiliria-no-rio-de-janeiro-e-o-caso-da-peu-das-vargens/#comment-22391</guid>
		<description>Luis,
o que acontece é que a favela surge devido a especulação imobiliária. Essa é a razão de muitas comunidades da Zona Sul que surgiram por lavadeiras, empregadas domésticas, pedreiros que trabalhavam na área e acabaram subindo o morro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luis,<br />
o que acontece é que a favela surge devido a especulação imobiliária. Essa é a razão de muitas comunidades da Zona Sul que surgiram por lavadeiras, empregadas domésticas, pedreiros que trabalhavam na área e acabaram subindo o morro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Luis</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/a-especulao-imobiliria-no-rio-de-janeiro-e-o-caso-da-peu-das-vargens/#comment-22382</link>
		<dc:creator>Luis</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 09:11:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodorio.com/a-especulao-imobiliria-no-rio-de-janeiro-e-o-caso-da-peu-das-vargens/#comment-22382</guid>
		<description>Nao sei ao certo, mas me parece melhor a especulacao imobiliaria ocupar as areas antes que elas se tornem novas favelas.
Fico me perguntando,caso nao houvesse a tal Cota-100, os morros do Rio teriam sido ocupados por mansoes e nao barracos, afinal o visual eh incomparavel.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nao sei ao certo, mas me parece melhor a especulacao imobiliaria ocupar as areas antes que elas se tornem novas favelas.<br />
Fico me perguntando,caso nao houvesse a tal Cota-100, os morros do Rio teriam sido ocupados por mansoes e nao barracos, afinal o visual eh incomparavel.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

