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	<title>Comments on: 400 contra 1, um filme que n&#227;o vou assistir</title>
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	<description>Um Blog de Amor ao Rio</description>
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		<title>By: 400 Contra 1 tem trailer e patroc&#237;nio federal &#124; Diário do Rio de Janeiro</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/400-contra-1-um-filme-que-no-vou-assistir/#comment-27656</link>
		<dc:creator>400 Contra 1 tem trailer e patroc&#237;nio federal &#124; Diário do Rio de Janeiro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 16:12:48 +0000</pubDate>
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		<description>[...] março do ano passado já tinha comentado que não assistiria 400 Contra 1, afinal, é um filme que aparentemente vai dar área de heróis a bandidos e trazer de volta aquele [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] março do ano passado já tinha comentado que não assistiria 400 Contra 1, afinal, é um filme que aparentemente vai dar área de heróis a bandidos e trazer de volta aquele [...]</p>
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		<title>By: John</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/400-contra-1-um-filme-que-no-vou-assistir/#comment-17446</link>
		<dc:creator>John</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 02:29:42 +0000</pubDate>
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		<description>A ta, terminei de ler.
Tenho que parar com essa de comentar antes de terminar de ler, péssimo isso. ¬¬
UHASUHSUSAHU</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A ta, terminei de ler.<br />
Tenho que parar com essa de comentar antes de terminar de ler, péssimo isso. ¬¬<br />
UHASUHSUSAHU</p>
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		<title>By: John</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/400-contra-1-um-filme-que-no-vou-assistir/#comment-17445</link>
		<dc:creator>John</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 02:28:47 +0000</pubDate>
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		<description>Não são de facçãos não,
são os &quot;favelados&quot;, ou o povo da &quot;comunidade&quot;.
Se acham, é impressionante. ¬¬</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não são de facçãos não,<br />
são os &#8220;favelados&#8221;, ou o povo da &#8220;comunidade&#8221;.<br />
Se acham, é impressionante. ¬¬</p>
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		<title>By: Luciano Bitencourt</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/400-contra-1-um-filme-que-no-vou-assistir/#comment-17431</link>
		<dc:creator>Luciano Bitencourt</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 15:19:23 +0000</pubDate>
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		<description>Sou fã do Rio de Janeiro (devo ser filho espiritual da cidade). Estive aí no Carnaval. Estava com a minha família numa das praias badaladas da Zona Sul. Tudo certo, tudo bem, de repente chega um grupo de 30 pessoas - 90% homens. Desde o início, ficou nítido que se tratava de uma facção, ou algo do gênero (os cabelos pintados iguais, o comportamento, a proteção exagerada a um membro do grupo...). Eles tomaram conta do pedaço. No mar, o jacaré era deles, na areia, além das brincadeiras típicas de moleques de 18 anos, um super baseado a ser medido com fita métrica. Praia cheia, não podíamos nos dar o luxo de procurar outro lugar (barracas, cadeiras, tudo muito disputado). E ali ficamos, indignados, mas transmitindo a maior tranquilidade à família. Pois bem, te pergunto: o que diferencia aqueles garotos de qualquer outro grupo de 30 pessoas? É a malandragem, a arte de lutar, o sangue nos olhos? Não. Ali eu, como qualquer outra pessoa, não se sentiria initimidado se não fosse uma questão primordial: armas. Descalços, só de bermudas, somos todos iguais, mas contra um AR-15, meu Deus, não sou louco de enfrentar ninguém. E pra que não fique caracterizado como preconceito a minha opinião, coisa que abomino, o exemplo vale também para lugares como o Pará, onde a justiça ainda é feita na bala. Ainda conversaremos muito sobre violência, drogas e segurança aqui nessa &quot;Ágora&quot;. no entanto desde já eu deixo a minha linha de raciocínio: &quot;não podemos desviar o foco dessa situação para o usuário, o traficante, a justiça ou a polícia.&quot; É o mesmo que jogar a poeira pra debaixo do tapete, pois o cerne estar apontando sempre pra mesma direção: armas. Com o CV, não é diferente. O resto (comunismo, guerrilha...) é conversa pra roteiro de cinema.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou fã do Rio de Janeiro (devo ser filho espiritual da cidade). Estive aí no Carnaval. Estava com a minha família numa das praias badaladas da Zona Sul. Tudo certo, tudo bem, de repente chega um grupo de 30 pessoas &#8211; 90% homens. Desde o início, ficou nítido que se tratava de uma facção, ou algo do gênero (os cabelos pintados iguais, o comportamento, a proteção exagerada a um membro do grupo&#8230;). Eles tomaram conta do pedaço. No mar, o jacaré era deles, na areia, além das brincadeiras típicas de moleques de 18 anos, um super baseado a ser medido com fita métrica. Praia cheia, não podíamos nos dar o luxo de procurar outro lugar (barracas, cadeiras, tudo muito disputado). E ali ficamos, indignados, mas transmitindo a maior tranquilidade à família. Pois bem, te pergunto: o que diferencia aqueles garotos de qualquer outro grupo de 30 pessoas? É a malandragem, a arte de lutar, o sangue nos olhos? Não. Ali eu, como qualquer outra pessoa, não se sentiria initimidado se não fosse uma questão primordial: armas. Descalços, só de bermudas, somos todos iguais, mas contra um AR-15, meu Deus, não sou louco de enfrentar ninguém. E pra que não fique caracterizado como preconceito a minha opinião, coisa que abomino, o exemplo vale também para lugares como o Pará, onde a justiça ainda é feita na bala. Ainda conversaremos muito sobre violência, drogas e segurança aqui nessa &#8220;Ágora&#8221;. no entanto desde já eu deixo a minha linha de raciocínio: &#8220;não podemos desviar o foco dessa situação para o usuário, o traficante, a justiça ou a polícia.&#8221; É o mesmo que jogar a poeira pra debaixo do tapete, pois o cerne estar apontando sempre pra mesma direção: armas. Com o CV, não é diferente. O resto (comunismo, guerrilha&#8230;) é conversa pra roteiro de cinema.</p>
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		<title>By: Rafael Oliveira</title>
		<link>http://www.diariodorio.com/400-contra-1-um-filme-que-no-vou-assistir/#comment-17427</link>
		<dc:creator>Rafael Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 23:35:01 +0000</pubDate>
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		<description>Eu acho incrivel que um filme americano termina sempre com a bandeira dos EUA e um hino de exaltação ao país.

Enquanto no Brasil, é exatamente o contrario, cria situações ridiculas, exageram certos casos e no final tentam &#039;infamar&#039; a própria nação...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho incrivel que um filme americano termina sempre com a bandeira dos EUA e um hino de exaltação ao país.</p>
<p>Enquanto no Brasil, é exatamente o contrario, cria situações ridiculas, exageram certos casos e no final tentam &#8216;infamar&#8217; a própria nação&#8230;</p>
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