Vídeo tosco com Copacabana
Amo o Rio de Janeiro, é claro, gosto das homenagens e músicas feitas. Mas essa música, esse scopitone, nada pedoa isso… e música alemã!!!
- Postado por:
- Quintino Gomes
- Categorias:
- Copacabana, Humor
Amo o Rio de Janeiro, é claro, gosto das homenagens e músicas feitas. Mas essa música, esse scopitone, nada pedoa isso… e música alemã!!!
Por André Delacerda.
O Diário do Rio sempre gosta de trazer novidades aos nossos leitores e amigos do esporte. Dessa vez trazemos uma entrevista sobre Hóquei na Grama. Isso mesmo que você leu! Sabia que a cidade já tem muitos praticantes dessa modalidade esportiva?
O Rio já sediou competições de Hóquei na Grama, nos Jogos Pan Rio 2007. Mas o esporte já é praticado à bastante tempo na cidade. Foi trazido para cá, pelos alemães. Também descobrimos na reportagem que a cidade conta com uma estrutura completa para a prática do Hóquei na Grama e segundo as palavras do simpático Eduardo Righi, o carioca não é só bom de samba, mas também bom de hóquei, inclusive dando um ritmo todo especial ao esporte, com qualidade excepcional. Descobrimos fazendo a matéria, que o Hóquei na Grama inclusive desenvolve fatores psicológicos positivos e ajuda na coordenação motora. Em dezembro a cidade irá sediar mais uma competição Panamericana desse esporte.
O Rio tem uma dinâmica equipe feminina de hóquei. Olha a mulher carioca brilhando e fazendo bonito em todos os esportes!
Na trajetória deste esporte no Brasil, o país já em março de 2002, foi quinto colocado no Panamericano Indoor disputado em Washington, sendo Eduardo Righi, o técnico da seleção principal masculina, que também ganhou três campeonatos brasileiros como jogador e técnico do Germania entre 2000 e 2003. E no final de 2002, este formou com a ABH (anterior a CBHG) a primeira seleção Brasileira sub17 que foi disputar jogos na Argentina. O Treinador que é argentino, é fanático pela seleção brasileira de Hóquei na Grama
A entrevista tem dois módulos. Uma feita com o treinador, o argentino Eduardo Righi. E a outra com a jogadora de Hóquei na Grama, a carioca Nathália Marques.
O Diário do Rio não é bairrista. Antes que falem, vão falar mal de São Paulo. Vos digo! Pelos contrário, temos muitos leitores e amigos paulistas. E nosso intuito não é falar mal dos paulistas ou paulistanos.
Diante da ausência ou até mesmo omissão de parte da imprensa e mídia carioca, que preferem só mostrar o lado negativo da Cidade Maravilhosa. Trabalhando contra o Rio, e assim servindo de instrumento para tentar passar uma imagem ruim da cidade, o que por certo pode levar ao afastamento de investimentos e desemprego e migração de empresas aqui instaladas para outras localidades.
É que jamais nos cansaremos de mostrar as coisas boas da cidade, de enaltecer a cultura carioca. Que aliás é o grande pólo difusor cultural do país. De divulgar as pessoas, e curiosidades do dia-a-dia da cidade. De mostrar as belezas do Rio . Que continua sendo a referencia de Brasil no exterior.
O leitor Leandro Amorim, nos deu uma sugestão para que fizéssemos um post falando da importância empresarial da cidade do Rio no Brasil. Como ele mesmo diz “existe um complô para inferiorizar a imagem do Rio, perante as demais cidades do país” E nos concordamos com isso. Infelizmente há!
Pelo menos enquanto durarem as obras de reforma do Maracanã, já que em 2014 o estádio será uma das sedes da Copa do Mundo do Brasil. Enquanto isso o nosso Engenhão receberá as principais partidas de futebol de nossa cidade.
E tem gente que acha que o Rio de Janeiro não comportava mais estádios…
Um problema hoje de qualquer grande cidade é o trânsito, não megalópole que escape, seja Nova York, Londres, São Paulo ou Rio de Janeiro. E para cada um há uma estratégia, seja o pedágio urbano londrino, o rodízio paulista, ou abertura de novas vias como é o caso do Rio.
Como o trânsito é um problema que afeta a qualidade de vida e a economia da cidade, um gestor tem de estar com a questão do tráfego na cabeça. O Rio de Janeiro nos últimos anos teve a abertura da Linha Amarela, duplicação da Avenida Brasil, Avenida das Américas, entre tantas outras, obras que sem dúvida se não tivessem ocorrido, hoje a cidade seria um nó. Hoje não consigo imaginar como alguém fazia para sair da Barra e chegar a Ilha do Governador, me parece impossível. Ou como era a Avenida Brasil com sinal, é, ela tinha sinal…
Mas isso foi a gestão Cesar Maia, e os candidatos, qual será o projeto deles para o trânsito carioca? É esta a pergunta desta semana.