23/06/2008

Eleições 2008 no Rio de Janeiro, quadro consolidado! Será?

bispo marcelo crivella thumb Eleições 2008 no Rio de Janeiro, quadro consolidado! Será? Acertei quando comecei a tratar de eleições no Rio de Janeiro, falando que pegaria fogo e seria diferente. Veja só, o que aconteceu desde que o assunto passou a ser tratado:

  • Molon era um pré-candidato sem chances, tiram o certíssimo Edson Santos, Molon ganha apoio do PMDB de Sergio Cabral, Cabral tira o apoio, Molon fica sozinho, leiloam a candidatura dele a favor de Jandira, é dado como certo o PT ser vice da ex-deputada, mas ele bate o pé e hoje é candidato pelo PT.
  • O PMDB começou apoiando o DEM, mas Sergio Cabral quebra o apoio que tinha feito chamando Eduardo Paes para o PMDB, tirando ele do PSDB em um dos últimos dias para que pude ser transferido de partido. Mas Paes encontra barreiras, então Cabral repentinamente passa apoiar o PT de Molon, no último dia rompe este acordo também, relança Paes como candidato, só que ele teria de bater chapa. Paes ganha a candidatura pelo PMDB, mas só que uma candidatura com cheiro de impugnável (ele saiu na data errada, Dura Lex Sed Lex).
  • O Crivella, não importa o partido, vinha em céu de brigadeiro, primeiro lugar, lá na frente, fazendo campanha já faz 6 anos. Só que no meio do caminho sua ação eleitoreira foi para o espaço e agora corre o risco de ter sua candidatura impugnada.

eduardo paes thumb Eleições 2008 no Rio de Janeiro, quadro consolidado! Será? Veja só, a eleição carioca já começa com o sério risco de ter duas candidaturas impugnadas: Eduardo Paes e Crivella. Paes é o que sofre mais, como faz para captar recursos? Como faz para falar com os eleitores? Vai ter que gastar tempo explicando tantas mudanças e que sua candidatura não é ilegal. É um problema gravíssimo.

Crivella não terá problema para recursos, isso é óbvio, mas sua imagem foi profundamente arranhada. A falha no Cimento Social e de outros projetos sociais do Bispo atacam onde lhe é mais caro, na imagem assistencialista. É óbvio que os outros candidatos vão mostrar os seus erros, e a máquina da Igreja Universal pode só atrapalhar.

Como Chico Alencar tem poucas chances e Molon vem de um partido deivido, permite que Jandira Feghali, Solange e Gabeira caminhem livres. E pode ser que destes três saia os dois do segundo turno.

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Chico Alencar, Crivella, Solange Amaral
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23/06/2008

Um pouco de Copacabana em Palmas/Tocantins

sv500003 thumb Um pouco de Copacabana em Palmas/TocantinsEm que lugar foi tirada a foto ao lado? Pelas pedras portuguesas, pelo desenhos característicos de ondas conhecido internacionalmente, só poderia ser um lugar! Copacabana!!!

Erradíssimo, faz parte de uma belíssima homenagem da Cidade de Palmas, capital do Tocantins, aos 18 do Forte, e este é o nome da obra “Monumento aos 18 do Forte”, assinado pelo escultor Maurício Bentes.

O Tribusblog fala mais do Memorial Coluna Prestes, onde se encontra o monumento e de onde foi tirada a foto abaixo.

Ah, mais uma curiosidade interessante sobre Tocantins e Rio de Janeiro, a música “A Dois Passos do Paraíso” da banda carioquíssima Blitz é inspirada em cidades do mais jovem estado do Brasil, é o que diz o Palmas Blog.

Por que tanta coisa sobre Palmas??? Bem, pergunte ao Claudio que mandou o email!

memorial prestes thumb Um pouco de Copacabana em Palmas/Tocantins

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Copacabana, Curiosidade
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23/06/2008

Não há lugar como o Rio de Janeiro

rio de janeiro thumb Não há lugar como o Rio de Janeiro Sempre que viajo fico pensando, como as pessoas conseguem viver aqui, aqui não é o Rio de Janeiro??? Este fim de semana tive de ir até São Paulo (razão da ausência de atualização), e pensei a mesma coisa. Posso dizer que foi a minha primeira vez na cidade, em todas as outras era aeroporto -> táxi -> hotel e nunca saí de verdade para conhecer a cidade.

Mas, taí, é uma cidade que se conhece em um dia ou menos. O que se tem para mostrar lá? Olha aqui é o Ibirapuera, aqui é a Liberdade, aqui é um shopping e o resto é engarrafamento. Claro, tem uma vida noturna absurda e restaurantes excelentes. É uma Cidade, com letra maiúscula, mas falta um não sei o quê.

O Rio de Janeiro é mais que uma cidade, tem algo de diferente… algo que poucos lugares do mundo tem, é a história do local, a mistura da população. Talvez seja a mesma impressão de um paulista quando visita o Rio, que aqui falta alguma coisa…

Ah, que não venham aqui dizer que o Diário do Rio é bairrista, olha o nome do blog… ele é bairrista, sim!

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20/06/2008

Entrevista com a escritora Silvana Vargas

Por André Delacerda

silvana2 thumb Entrevista com a escritora Silvana Vargas Silvana é uma escritora de origens gaúcha, mas com uma alma carioca, pois foi criada no bairro da Tijuca. Durante a entrevista, ela nos conta um pouco das suas recordações tijucanas e de seu parentesco com Getúlio Vargas. Silvana fala ainda, sobre o Rio e em especial de Ipanema, que são suas fontes inspiradoras. Tendo as ciências humanas na sua formação, ela chama atenção para importância do constante aprendizado e o intercambio de informações. A escritora também comenta sobre sua participação em um livro em alusão aos 200 anos de chegada da Família Real ao Rio e outros, que poderão ser conhecidos durante a entrevista que mescla pinceladas poéticas e filosóficas.

Diário do Rio – Uma curiosidade inicial. Seu sobrenome é Vargas, existe ai algum parentesco com o Presidente Getúlio Vargas? Já que você também é gaúcha.

Silvana Vargas – É verdade, André. Também sou gaúcha. É curioso o peso de um nome. Ao longo de toda a minha vida esta pergunta é recorrente. Acho que é pelo fato de Getúlio Vargas ter sido um grande gaúcho e um presidente que não só despertou paixões mas também alguns desafetos. Na verdade, meu pai era gaúcho primo dele pelo lado paterno. Com ele aprendi a ter orgulho disso, mas sem excesso de vaidade. Tenho um livro escrito sobre o cotidiano da nossa família que se chama Nos Caminhos da Terra do Lobo.

Diário do Rio – A senhora passou a sua adolescência no Bairro da Tijuca, o que a senhora lembra desta fase de sua vida sobre a cidade? Há algo marcante? Um local?

Silvana Vargas – Para mim existiram duas Tijucas. A Tijuca antes da chegada do Metrô e a outra que se desenvolveu depois de sua inauguração. Na primeira, o tijucano vivia num ambiente familiar e bucólico. As crianças brincavam na Praça Saens Pena ,o comercio era próspero,havia o Armazém Sol (antecessor do Supermercado) situado na Rua Conde de Bonfim de propriedade de um simpático português, Seu Souto, onde os clientes compravam fiado. Eu aprendi a andar de bicicleta nas ruas desta Tijuca e freqüentava o Tijuca Tênis Clube. Estudei no Instituto La-Fayette Feminino. São minhas melhores lembranças. Depois da chegada do Metrô o bairro perdeu muito de sua identidade. Recebe gente demais e ficou muito descaracterizado.Tenho amigos que se mudaram para a Zona Sul e mantém seus apartamentos fechados por lá por falta de interessados na compra do imóvel.É uma pena!

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Entrevista, Literatura
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20/06/2008

Vândalos do Rio de Janeiro

Por André Delacerda

esttua do carlos drummond thumb Vândalos do Rio de Janeiro Atos de vandalismo estão sendo feitos contra o patrimônio cultural da cidade nos últimos meses. O mais noticiado pelos jornais foi o roubo dos óculos da estátua do poeta Carlos Drummond Andrade em Copacabana, que já foi reposto pela prefeitura por quatro vezes, e roubado em seguida. Também já roubaram os óculos de Ari Barroso no Leme.

Nas últimas semanas tivemos mais uma seqüência de roubos, que começou com a placa na estátua de Bellini no Maracanã, e por último ontem, o roubo de um candelabro judaico de 200 kg e 2 metros de altura, de bronze, em plena orla do Leblon.

O que está acontecendo? É a grande pergunta!

A primeira questão a se pontuar é, o que leva a estes vândalos roubar/furtar as peças? Seria para derreter o metal e vender em fundições? Seria por puro prazer de desafiar a sociedade e as autoridades? Ou seria pela satisfação de praticar o vandalismo.

Essas pessoas não tem nenhum caráter, pois ao praticar roubo, já se enquadram como bandidos e/ou criminosos, além de demonstrarem não terem nenhuma cultura. Digo isso. Falta de cultura que pode atingir pessoas tanto de classe baixa, como de classe alta. Porque até agora não se acharam os criminosos.

O que mais me deixa perplexo é que roubam em plena via pública, que possui bastante movimento. Em plena orla de Copacabana, em um calçadão movimentado. Em plena orla do Leblon junto a um sinal de transito, e também em um calçadão movimentado.

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Opinião carioca, Segurança
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Sergio-Cabral.jpg Sergio Cabral ainda tem moral para governar o Rio de Janeiro? - Não, não acontecerá a renúncia ou nem mesmo um pedido de CPI por parte da ALERJ. Vai depender do povo carioca dar a resposta nas urnas e não eleger nenhum candidato ligado a Cabral.

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