29/02/2008

Vídeo da Linha Amarela em 1995

Este vídeo que o prefeito Cesar Maia colocou hoje em seu ex-blog mostrando a construção da Linha Amarela faz a gente tentar se lembrar como era antes dela, especialmente os cariocas que tem de utilizá-la. Eu não consigo me lembrar como era a Abelardo Bueno sem a duplicação, e olha que isso tem uns 2 anos apenas, quiçá a Linha Amarela.

Não me lembro de como era sair de Jacarepaguá para o Tom Jobim, simplesmente não sei como se faz para chegar se não tiver de usar a Linha Amarela. E como ficariam shoppings como Nova América, Norte Shopping ou o Barra Shopping? E a expansão imobiliária da área do autódromo ou mesmo do Recreio? Não creio que existiria, nem os novos empreendimentos ali na Avenida Suburbana.

videoc0f8ba1f7fc2 Vídeo da Linha Amarela em 1995

Veja o que Maia fala sobre estes 12 anos de Linha Amarela (no final do vídeo também há um trecho dele comentando sobre a via):

Um vídeo de 1995, sobre a situação das obras. Para quem não se lembra dos investimentos em recursos, em engenharia e em talento. Muitos diziam que era loucura, que era muito cara. A prefeitura do Rio, nesta obra, introduziu no Brasil, pela primeira vez, uma licitação sob regime de licitação. As concessões anteriores foram de rodovias prontas e há muitos anos. E mais: a concessão incluía um aporte de capital da prefeitura relativo a um terço do valor da obra, considerado pelos ortodoxos um absurdo, uma doação. O uso de custo potencial do perito nas desapropriações -800 apartamentos e casas- e 3.500 casinhas em favelas- foi considerado outro absurdo, caro, e coisas mais. Como seria hoje o Rio sem a Linha Amarela? Pararia! Em 10 anos se comentará da mesma maneira as obras que estão sendo feitas nestes últimos oito anos.

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29/02/2008

Elba Ramalho na Lapa e Show de Bossa Nova em Ipanema

vinicius thumb Elba Ramalho na Lapa e Show de Bossa Nova em Ipanema E nossa cidade, São Sebastião do Rio de Janeiro (isso, cidade com nome e sobrenome) fará 443 anos com corpinho de 200 neste dia 1o de Março e. como não podia deixar de ser, teremos shows de graça para comemorar.

Na Lapa acontecerá um show com a paraibana Elba Ramalho a partir das 19:30.

Já em Ipanema ocorrerá um show que além do aniversário da cidade, comemorará os 50 anos da música "Chega de Saudades", de Tom e Vinicius, que é considerada o marco inicial da Bossa Nova, e como disse André Delacerda, o quase co-autor aqui do Diário: a Bossa deu visibilidade ao Rio na cena musical internacional, além dos versos das músicas cantarem as belezas da cidade. Então nada mais acertado que os dois celebrarem o aniversário juntos.

Entre as atrações estarão:

  • Maria Rita,
  • Leila Pinheiro,
  • Roberto Menescal
  • Fernanda Takai
  • Emílio Santiago
  • Joyce
  • Bossacucanova
  • João Donato
  • Carlos Lyra
  • Wanda Sá
  • Leny Andrade
  • Zimbo Trio
  • Marcos Valle
  • Oscar Castro Neves.

E no final TODOS cantarão: "Se todos fossem iguais a você".

Para quem não conhece a canção que faz aniversário com o Rio, aqui vai:

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28/02/2008

Lugares do Rio que (quase) ninguém conhece – Centro Cultural da Marinha

centro cultural da marinha Lugares do Rio que (quase) ninguém conhece   Centro Cultural da Marinha

Estava lendo o blog do Cardoso, quando vi esta grande dica dele sobre visita ao Centro Cultural da Marinha, em um post sobre a forma que negligenciamos nossa história militar. Pois ele faz o seguinte comentário:

Você sabia que no Espaço Cultural da Marinha, no Rio de Janeiro, há um monte de material resgatado de naufrágios, uma barca usada por Dom João VI, o submarino-museu Riachuelo e o navio-museu Bauru, abertos para visitação pública, di grátis?

Manja aqueles filmes da 2a Guerra, Midway, Tora-Tora-Tora? Quer ver como é um destróier de escolta totalmente restaurado, ambientado como seria em uso, em 1944? É só entrar.

O Laurindo Pitta é um rebocador de alto-mar de 514 toneladas da Marinha Brasileira usado na 1a Guerra Mundial, na Costa da África. Construído em 1910, ele não só continua funcionando muito bem, obrigado, como faz passeios pela Baía de Guanabara, a preços ridiculamente baratos.

Quem estiver procurando dicas para se distrair, de 3a a Domingo, é um passeio que recomendo. E não é tão apertado assim dentro do submarino Riachuelo. Afinal de contas, eu consegui entrar!

Eu me senti envergonhado, nunca fui ao Centro Cultural da Marinha! Taí botar na minha agenda, preciso ir.

O Centro Cultural da Marinha fica na: Av. Alfredo Agache, s/n, Centro, próximo à Praça XV. Funciona de3 a feira a domingo, das 12h às 17h. A entrada é franca, mais informações pelos telefones: 2233-9165 e 2104-6992

Foto retirada do Flickr de Andrea Micheloni.

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27/02/2008

McCain já morou no Rio de Janeiro

senator john mccain thumb McCain já morou no Rio de Janeiro O provável candidato republicano a presidente dos EUA, John McCain, já morou no Rio de Janeiro, ou pelo menos passou um bom tempo aqui no Rio de Janeiro. De acordo com um amigo ele ficou lotado, quando era das Forças Armadas americanas, em um porta aviões que estava ancorado aqui na cidade.

Veja o trecho de uma entrevista do republicano à Folha de São Paulo:

FOLHA – É importante trabalhar com o presidente Lula e outras lideranças da América Latina?
MCCAIN – Sim. Você achou que eu pensaria que não era importante (risos)?

FOLHA – E por que o sr. acha importante?
MCCAIN – A grande economia crescendo no hemisfério [Sul], obviamente, nós sabemos que é o Brasil. É muito importante. E tenho algumas das minhas lembranças distantes, de meus jovens anos, passados no Rio de Janeiro… Um episódio na minha vida que não vou relembrar aqui (risos).

FOLHA – Seria a sua namorada brasileira?
MCCAIN – Ohhh! Pára! Pára! [gargalhadas]. Nós não vamos querer falar dessas coisas aqui (risos). Obrigado, obrigado [se virando em seguida].

Update: Olha só o que me mandaram, está mais completo, do blog do Sérgio Ávila:

O "affaire" aconteceu logo depois de outro, um namoro com uma modelo brasileira, em 1957. Ela dirigia um Mercedes de porta retrátil quando buscava o jovem marinheiro atracado no porto do Rio de Janeiro, em seu primeiro treinamento em águas internacionais depois de se formar na Academia Naval dos EUA. É o que ele conta na biografia “Faith of My Fathers” (fé dos meus pais, Random, 1999).

Os dois se conheceram numa festa no Morro da Urca e mantiveram um romance de nove dias. “Ela era muito bonita, tinha estilo e graça _atributos comuns em sua família rica e socialmente importante”, escreve McCain. Se tivesse perto de 20 anos na época e ainda estiver viva, a ex-modelo seria hoje uma senhora setentona. Cavalheiro, o republicano não entrega o nome no livro.

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27/02/2008

Festival Rio Bom de Mesa em homenagem a Dom João VI

rio bom de mesa thumb Festival Rio Bom de Mesa em homenagem a Dom João VI Ok, falei de um festival de gastronomia ontem, mas esta matéria do O Globo online que o do praticamente co-autor do Diário do Rio, André Santos, nos deu a dica, tinha de falar de novo.

De acordo com a matéria, a quinta edição do festival Rio Bom de Mesa que acontecerá entre os dias 11 e 15 de março, entrará no espírito das festividades dos 200 anos da chegada da corte portuguesa ao Brasil terá como base o livro de receitas do chef da cozinha da corte de Dom João VI, Domingo Rodrigues, cujo livro foi escrito em 1794. É claro que nem sempre seguirão a risca, mas os chefs que participarão farão uma releitura dos pratos. Mas torçamos que não sejam diferente demais.

Veja alguns exemplos:

No 66 Bistrô, de Claude Troisgros, vai receber Simone Bert, do Wanchako, em Maceió. "Esses eventos possibilitam um ótimo intercâmbio de culinária e os clientes saem ganhando. As pessoas vão poder conhecer o trabalho da chef Simone, que tem uma cozinha única no Brasil", avalia Claude.

Especialista em culinária peruana a chef estará no 66 Bistrô ao lado de Thomas Troisgros, filho do chef francês, e elaborou para o evento o "Mama Cocha", filé de peixe com polvo grelhados, acompanhados de pasta de milho verde picante ao molho de aji panco (pimenta muito utilizada no Peru de coloração uva e bem picante). Para entrada, criou o "trio de tyraditos", que inclui o "medalhão do meu rei", com mexilhão, polvo, camarão e peixe curtidos no limão e temperados com azeite.

"Essa receita era muito apreciada pelo rei. A receita original feita pelos amos era ceviche de mexilhão, curtido no vinagre, noz moscada e mostarda", conta a chef.

No seu Carême Bistrô, a chef Flávia Quaresma vai receber Marcos Sodré, do tailandês Sawasdee, de Búzios. O chef, que recentemente inaugurou filial de seu restaurante no Leblon, criou um peito de pato com molho de marmelo com bok-choi, servido com brioches, como prato principal.

"Fiz uma releitura asiática em cima das receitas propostas pelo livro", explica o chef.

De entrada, será servido "escabeche thai" (escabeche de peixe com toque tailandês) e, de sobremesa, manjar de coco em mini-abóbora.

Para o Esch Leblon, os chefs Zé Maria e Auricélio Romão, da Pousada do Zé Maria, em Fernando de Noronha, elaboraram um ceviche de bacalhau e filé de peixe em crosta de castanha.

No Bistrô Montagu, serão servidos a entrada "para Carlota" – rodelas de palmito pupunha grelhadas no azeite de coco, salada de alface com creme de bacalhau e molho de pitanga na cachaça -, o prato principal "para Dom João VI" – galinha no molho de mel com alecrim, sementes de maracujá e amendoim e arroz de sete grãos com chouriço crocante – e a sobremesa "ai Jesus!" – abacaxi grelhado com especiarias, arroz doce de capim santo e crocante de nozes. Tudo assinado pela chef Adriana Didier, do Beijupirá, em Porto de Galinhas. E, adaptando receitas da "terrinha" para a cozinha japonesa, o chef André Saburó, do premiado restaurante Quina do Futuro, em Recife, estará no Sushi Leblon.

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