30/01/2007

Marina da Glória não terá obras

Após uma longa disputa para a reforma da Marina da Glória, o Iphan (Instituto de Patrimônio Histórico e Artistíco Naciona) saiu vencedor, e não haverá mais as obras necessárias para transformar a Marina da Glória em uma construção de nível olímpico. A alegação do Iphan alega que a reforma, que traria mudanças para a Marina da Glória, incluindo a construção de uma garagem para os barcos afetaria visualmente o Parque do Flamengo que é tombado.

Isso é, no mínimo, falta de visão do Iphan, já que nada alteraria o projeto da Marina da Glória, que hoje vem sendo sub-utilizada, e com as obras, agora paradas, poderia se tornar mais um ponto de visitação para cariocas e turistas.

De qualquer forma, mesmo não estando no padrão olímpico, as competições de vela do Pan do Rio serão lá.

Fonte: Reuters.

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Marina da Glória, Pan 2007
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30/01/2007

Arbitragem de futebol no Rio terá patrocí­nio

A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) fechou patrocínio exclusivo com a Car System, empresa do ramo de rastreamento de veículos. O acordo é válido para todas as partidas da Primeira, Segunda e Terceira Divisões, além das categorias de juniores, juvenil, infantil e mirim da competição. A marca da empresa estará nas camisetas, meias, calções e agasalhos dos árbitros, além de aparecer nas placas de substituição. O contrato vai até novembro deste ano.

Fonte: Meio & Mensagem

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30/01/2007

Cabral corta verbas de educação

Apesar de ter prometido não cortas verbas da Secretaria de Educação, que já tinha sofrido profundos cortes durante o mandato de Rosinha Garotino, o Governo do Estado reduziu em R$ 87 milhões o orçamento para 2007 da Secretaria, perdendo 8,7%, dos cerca de R$ 1 bilhão de 2006. A UERJ perdeu R$ 25 milhões, e isso porque ano passado sofreu em greves e chegou a pensar em não fazer vestibular devido ao orçamento ser mínimo.

Mas alguns órgãos do estado não vinculados às áreas poupadas dos cortes continuam com o mesmo orçamento. Entre eles está a Fundação Santa Cabrini (FSC), que manteve os R$ 11,1 milhões previstos. Desde o governo anterior, o presidente da FSC, ligada à Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), é Jaime Melo, irmão do líder do governo na Alerj, Paulo Melo (PMDB). Já a Seap perdeu R$ 16,3 milhões do orçamento original de R$ 153 milhões. No Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) cuja presidente é Soraia Santos, mulher do deputado federal Alexandre Santos (PMDB), também não houve corte. Remanescente do governo anterior, ela trabalhará com os mesmos R$ 7,5 milhões previstos.

O governo informou que na Educação não houve corte e sim uma adequação ao mínimo constitucional de gastos, que estava acima na previsão. Já as universidades estão ligadas à Ciência e Tecnologia, onde houve cortes, e não à Educação. O governo afirmou ainda que considera a FSC ligada à Segurança e o IPEM, como outros órgãos que não tiveram cortes (Loterj, Fesp, Jucerja, Ceasa, Detro e Imprensa Oficial), tem arrecadação própria. Já a Cedae e o Detran, também com arrecadação própria, tiveram cortes.

O interessante, é que o mínimo constitucional, é isso, o mínimo… Bola fora, e péssimo começo para Cabral..

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Educação, Orçamento, Sergio Cabral
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30/01/2007

Júlio Lopes é despejado

O Secretário Estadual de Transportes, recebeu, ontem uma ação de despejo por parte dos proprietários de um imóvel comercial no bairro de Ipanema. O secretário deixou de pagar R$440.662,88 durante 8 meses de aluguel e à prefeitura deve, de IPTU, cerca de R$2.615.629.

Além de não pagar o aluguel, deixou de pagar IPTU, e ainda quer ser candidato a prefeito do Rio em 2008.

Fonte: Matéria de Gaveta

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29/01/2007

Rio: o menor desemprego do Brasil

Boa notícia tem de ser contada.

Pesquisa do IBGE em Dezembro de 2006, em seis regiões metropolitanas do país, mostrou que a taxa de desemprego na cidade do Rio de Janeiro foi a menor em todas elas, 5,9%, abaixo da média das outras cidades, 8,6% (além do rio, são pesquisadas, São Paulo,Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife).

O rendimento médio do carioca também é positivo, é de R$ 1.270,80 mensais, 18% maior do que a média das seus regiões (R$ 1.056,60), e 24% maior que a região metropolitana (R$ 993,70).

A média de estudo também é maior na cidade do Rio, tenho 61% da população carioca 11 ou mais anos de estudo. Nas outras regiões ficando em 52,1%.

Abaixo artigo do Secretário Municipal de Trabalho e Rend, Wanderley Mariz, publicado em 26 de Janeiro, no Jornal do Brasil.

Oportunidades e perspectivas para o Rio
Wanderley Mariz, secretário municipal de Trabalho e Emprego do Rio

O IBGE apresentou recentemente a nova Pesquisa Mensal de Emprego, que passou a estudar o mercado de trabalho na cidade do Rio, a partir de parceria com o Instituto Pereira Passos, da prefeitura. Foram divulgadas também as estimativas para as seis maiores regiões metropolitanas do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife.

Em novembro de 2006, a taxa de desocupação, que mede a proporção das pessoas desocupadas em relação à População Economicamente Ativa, foi, para o município, de 6,9% – a menor quando o cenário de comparação é a Região Metropolitana (7,3%) e o agregado das seis áreas investigadas (9,5%), no mesmo patamar dos 6,3% registrados em novembro de 2005.

Já a distribuição da população ocupada por grupamentos de atividade ficou assim: 10,9% na indústria; 5,5% na construção; 17,7% no comércio; 19,2% nos serviços prestados a empresas; 18,6% na educação, saúde e similares; 6,0% nos serviços domésticos e 21,7% em outros serviços. Na mesma comparação com a Região Metropolitana (RM) e o agregado respectivamente, a cidade destaca-se nos serviços prestados a empresas: 19,2% contra 15,8% e 14,4%; outros serviços, 21,7% contra 19,8% e 17,1%; e educação, que ainda inclui saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social, 18,6% contra 17,1% e 15,1%.

A análise dos dados também nos revela indicadores interessantes sobre o trabalho autônomo e a qualificação da mão-de-obra no Rio. O trabalho por conta própria na cidade ficou em 22,9%, enquanto no agregado das regiões, 19,5%. Por outro lado, o percentual de população ocupada com mais de 11 anos de escolaridade é relativamente superior no município: 61,5% contra 52,5%, no agregado. O momento é favorável para a economia da cidade, com a realização dos Jogos Pan-americanos, a consolidação do Pólo Siderúrgico da Zona Oeste e as externalidades positivas da construção e futuro funcionamento do Pólo Petroquímico de Itaboraí, na RM.

Essas iniciativas, conjugadas ao perfil empreendedor do carioca, à dinâmica diferenciada da economia informal na cidade e ao contingente de trabalhadores sem carteira ou por conta própria, formam um cenário propício para o aumento de pequenos e médios negócios na cidade. Realizar o Pan 2007, que segundo o Comitê Gestor irá gerar mais de 40 mil empregos diretos e indiretos, está exigindo a aproximação entre atores de diferentes instâncias, definindo ações e políticas públicas mais integradas e o estudo da realidade local, que possam posicionar estrategicamente a cidade e gerar sinergias positivas entre os pólos dinâmicos da economia e a força de trabalho disponível.

Para responder a tais desafios, a prefeitura, o governo do Estado e a sociedade civil precisam agir de forma integrada em programas de capacitação de trabalhadores e empreendedores, no fomento de arranjos produtivos locais, na segurança pública e no respeito aos direitos de propriedade

Para ler a pesquisa completa, há o Rio Estudos (feito pela Prefeitura do Rio) que pode baixado clicando aqui.

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Economia, Emprego, Prefeitura do Rio, Rio de Janeiro
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